5 Razões para já amarmos The Gifted

Imagem: FOX

The Gifted, série baseada no universo dos X-Men, já chegou com boa crítica e recepção do público. Com a promessa de mostrar um lado diferente da história, ela foca-se em um momento onde a era dos X-Men já não existe. Entretanto, os mutantes ainda são oprimidos, principalmente devido à um evento que causou mortes e destruição, tendo a população ligado isso aos mutantes.

No maior jogo de gato e rato, a série foca-se em uma “resistência” que luta contra o Programa Sentinela, o principal inimigo dos mutantes na atualidade.

Sendo uma série de fácil agrado, o Mix de Séries resolveu enumerar as 5 razões que já fazem dessa série uma das melhores coisas da Fall Season e, com certeza, que nos faz amá-la.

Enredo na medida certa

O que mais cativa em The Gifted é a medida certa que o roteiro aborda suas histórias. Nem muito dramático, nem muito corrido. A história da série sabe explorar os personagens, seus conflitos, assim como coloca-os na ação no exato momento em que se pede. Histórias como essa sabem prender o espectador, a ponto de fazê-lo não enjoar da trama. Se The Gifted souber aproveitar desse dom, ela terá uma fã base fiel por muitos anos…

Personagens cativantes

Dentro do roteiro bem trabalho, temos personagens extremamente cativantes. Diferente de séries que não sabem explorar suas riquezas ou fraquezas, The Gifted utiliza destas características para cativas cada espectador. Personagens clássicos das HQs, como Polaris e Blink, se mesclam com personagens como os da família Strucker, principalmente os adolescentes Andy e Lauren, ou até mesmo o Eclipse – criado especialmente para a série. Todos, com conflitos, dramas e tramas para serem exploradas e evoluídas.

É uma história sobre opressão

Assim como toda a trama de X-Men, quando olhamos para The Gifted vemos muito das histórias que enfrentamos aqui fora. O repúdio aos mutantes, o preconceito e a exclusão são fatores que vemos com negros, pobres, homossexuais, entre outros. Literalmente, uma história de opressão que sabe ser contada, e explora bem estes quesitos. Talvez, esta seja uma das características dos X-Men que me cativou desde sempre.

Lembra o universo cinematográfico dos X-Men

Ao assistir o primeiro episódio The Gifted, você se sente assistindo uma extensão dos filmes do X-Men. E não é para menos: o piloto foi dirigido por Bryan Singer, nome por trás da franquia de cinema dos mutantes. Tem gente que até não gosta destes filmes, mas temos que concordar: foi graças a eles que a onda cinematográfica de filmes baseados em HQs surgiu. E, cá para nós, eles possuem seu charme e sua nostalgia. Logo, ao ver isso enraizado em The Gifted, certamente se torna um ponto positivo. Vemos essa extensão nos outros episódios e é certo considerarmos ela como parte deste universo.

Referências

Os fãs mais afoitos vão reconhecer diversas referências, seja às HQs ou aos filmes. Desde cenários, trejeitos e falas, The Gifted abusa delas em um lado positivo. Até conexão com os filmes solo do Wolverine ela já mostrou ter: o evento citado na série pode ser o mesmo citado pelo Professor Xavier no filme de Logan. Além disso, temos a Força de Libertação Mutante, assim como a opressão aos mutantes muito usada nos filmes. Claro, ainda existem milhares de pontas soltas a serem exploradas, dentro do próprio universo da série. Isso inclui, por exemplo, a história do Dr. Roderick Campbell e o Rio de Janeiro. Já pensou, vermos isso explorado na série?

E então, já está convencido de que The Gifted é uma das melhores estreias desta temporada?

Comments

comments

About Anderson Narciso

Anderson Narciso
Mestre em História, apaixonado por mídias, é o editor responsável e idealizador do Mix de Séries. Eterno órfão de Friends, One Tree Hill e ER, acompanha séries desde que se entende por gente. No Mix é editor de colunas e de notícias, escreve a coluna 5 Razões e resenha a série Gotham.
  • Não conheço muito da história dos X-Men, assistia um pouco do desenho quando era pequena mas nada que me faça uma fã. Os filmes pouco olhei, então o bom da série é que consigo assistir ela sem ter um embasamento à fundo de X-Men, ao mesmo tempo em que aos poucos vou dominando o assunto. Comecei sem pretensões e agora já tô adorando (inclusive, nada melhor que uma série que não fica enrolando com 22 episódios, né não?)