Crítica: Jay protagoniza brilhantemente o final do crossover em Chicago PD 6×02

Imagem: Divulgação/ NBC.

O maior crossover das franquias Chicago foi maravilhoso!

Começou com Fire, depois Med para então PD. Quando o enredo chegou em Chicago PD, eles deram uma desacelerada, e por isso algumas pessoas se decepcionaram. Eu não, adorei o primeiro protagonismo importante do Jay. Ele brilhou nos 3 episódios.

O personagem de Jesse Lee Soffer foi desde o começo uma sombra de Erin (Sophia Bush). Pedi inúmeras vezes para colocar o menino em evidência, dar a oportunidade dele brilhar. Sabemos a evolução da atuação dele. Hoje nós sabemos que a apatia do rapaz é parte do personagem, e não falta de talento. Um homem sem a figura do herói paterno, marcado pela guerra e mortes.

Ele tentou arduamente. E o dia dele chegou. Jay brigou, correu, lutou e emocionou

Ficou claro que a relação com o pai era difícil, ele não aceitava sua profissão. Mas no final, ele viu que o pai guardava uma foto da sua formatura da academia. E o menino Jay chorou, e choramos junto. Ele sempre ficou meio sozinho, com a responsabilidade do pai enquanto o irmão estudava medicina. E apesar dessa abertura, temos muito o que explorar sobre ele, principalmente sobre amigos e o período da guerra.

Nesse episódio, vimos o coração de Upton, ela realmente se importa com Jay. Ela sabe ser firme quando deve, odeia colocar os parceiros em perigo, e ficou desesperada pensando que Jay havia morrido. Aquele mínimo instante em que a pessoa não se mexe e você tenta socorrer. Upton realmente tem um trauma com o ex-parceiro, e esperamos que ele apareça em algum momento. Agora sobre um amor para ela, Jay ou Ruzek? Hum, Jay.

E Burgess, anda meio apagada, né? Bom, não dá para colocar todos em evidência ao mesmo tempo. Agora que a série parece estar dando conta do tempo perdido. Sim, eles perderam muito tempo evidenciando as relações da Erin e Voight, que esqueceram dos outros. Leves aparições da filha do Al, filhos do Antonio, irmão do Atwater, irmã da Burgess, Ruzek nada, e tudo bem superficial e rápido. Agora teremos tempo e calma para explorar todos.

Nos identificamos com a série quando conhecemos melhor os personagens

Nem deu vontade falar sobre o caso, pois parece que todo o resto ficou encoberto pela luminosidade do incêndio. Só que o fogo foi criminoso, para encobrir um crime. Duas mulheres mortas e uma que acabou escapando, além de um chefe importante de Cartel de drogas encontrado queimado.

Antonio parece um mágico que descobre relações importantes, e trouxe o querido David Zayas (Dexter) para o caso. Um dos filhos de Carlos era o culpado, e vimos o rapaz em Fire no começo e Med também. Um homem em busca de poder acabou matando pessoas inocentes, inclusive o pai de Jay. É ou não para dar raiva?

Kelly e Jay se uniram e conseguiram chegar antes da polícia. Só que o tiro acabou sendo recíproco e Jay acabou baleado, mas tudo bem, o que mais doeu foi o sermão de Voight.

O meu trabalho é manter vocês vivos. Eu faço meu trabalho, e você deve fazer o seu, obedecer minhas ordens! – Voight.

Jay não está bem, Rusek e Antonio também não. Ninguém está bem, e como essa equipe vai se recuperar? Trabalhando…

Não deixe de ler a Parte 1 e 2 do crossover. Confira os links abaixo:

Crítica – Chicago Fire 7×02

Crítica – Chicago Med 4×02

Endings (3)

Nota do episódio - 10

10

Review do segundo episódio da sexta temporada de Chicago PD, da emissora NBC, intitulado "Endings".

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About Caroline Marques

Caroline Marques
Engenheira de Alimentos, mestre em química de alimentos, um tanto quanto viciada em séries, filmes e livros. Fã de Hannibal, Dexter, Grey's Anatomy, Demolidor, Sherlock e Stranger Things. Reviewer de Chicago PD.