MasterChef Brasil – 4×19 – Quem não sabe bater bolo?

Imagem: Band/Divulgação

É inacreditável que tenhamos chegado ao episódio 100º. Parece que foi ontem que a Band anunciava a compra do formato do MasterChef e que timidamente colocaria nas noites de terça-feira, competindo com a faixa de séries da Globo, uma temporada da A Fazenda mostrando sinais de cansaço na RecordTV e filmes no SBT.

Por incrível que pareça o programa deu certo, gerou duas derivações (o Junior e o Profissionais) e a cada semana bate mais um recorde de audiência. Uma explicação do porquê do sucesso? Pergunte aos milhões de brasileiros que comprometeram seu sono e produtividade na quarta-feira para descobrir o eliminado da semana.

Quanto ao episódio dessa semana confesso que, pela introdução apresentada na semana passada, esperava algo comemorativo como um todo e não uma prova de confeitaria dedicada a prova de eliminação. É claro que eu adorei a prova de grupo, até porque meu time preferido venceu e a proposta exaltou a rica cultura dos imigrantes no Brasil.

Talvez seja meu problema por ter esperado algo pomposo e diferente, mas uma coisa parece não combinar com a outra em nenhum momento. Quanto a estrutura da prova, acredito que a produção foi um tanto preguiçosa ao dar praticamente um tema livre para os concorrentes.

Poderiam explorar o número de camadas, a combinação de sabores, habilidade para fazer um creme patissiere, acompanhamentos para o bolo, enfim, as possibilidades eram infinitas para adicionar um grau ainda maior de dificuldade. O curioso é que por mais que a prova pareça fácil, nenhum deles conseguiu se destacar com facilidade.

ELIMINAÇÃO

Confesso a vocês que fiquei bem surpreso quando vi Leonardo na berlinda, principalmente quando colocamos em perspectiva que ele era o principal confeiteiro naquela prova de eliminação.  Não me sinto confortável em julgar a “justiça” da eliminação até porque os telespectadores não têm a oportunidade de provar os pratos, o que é uma lástima.

É uma pena que Fabrizio tenha sido eliminado, da mesma forma que teria se tivesse sido o caso de Leonardo. Muitos podem discordar do que eu vou falar, mas ao meu ver esses últimos competidores são os melhores nessas quatro temporadas. Temos culturas diferentes, assim como maneiras distintas de enxergar uma cozinha, de lidar com críticas e entre outros aspectos. Diversidade é sempre fundamental, o que aqueles imigrantes do início do episódio nos ensinam todos os dias.

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  • Bruno Dornelles Rangel

    Os competidores até podem ser bons, mas nenhum deles tem o carisma que os participantes passados tinham. O mais amado é o Vitor B, mas também é o mais fraco. Michele também é querida, mas é fraca.
    Sobram:
    – Débora, que nas últimas semanas virou uma das mais odiadas;
    – Valter com seus comentários machistas e nojentos;
    – Leonardo e sua arrogância;
    – Mirian, a detestada por todos há muito tempo); e
    – Victor V. Eu não gosto dele, mas não tem motivo especial, só não vou com a cara mesmo.

    Torço pra Michele, mas acho que ela não vai muito longe.

    • Julia Ventura

      Concordo com tudo o que tu disse. Eu torcia muito pelo Vitor B, justamente pelo seu carisma, afinal é a única coisa que posso julgar já que não saboreio dos pratos. Me restou torcer pro Victor V que eu acho MUITO engraçado, adoro ele mesmo, e a Michele, que pra mim não faz diferença, só não odeio ela como odeio Deborah, Valter e Leonardo.