Orange is the New Black – 3×06 – Ching Chong Chang

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O episódio seis foi sobre a história da Chang, que quase nunca aparece, mas é a detenta mais importante do Lichtfield, já que ela é quem trabalha na lojinha de lá, e tudo depende do seu humor para as detentas comprarem o que precisam.

Chang morava com o irmão que estava a agenciando para casá-la (ou vendê-la, o que você achar melhor) a algum marido que pagasse um bom preço por ela, mas como ela não era uma pessoa bem cuidada por falta de condições, foi diversas vezes humilhada pelo irmão e também por futuros pretendentes. E o irmão, que além de não ser um belo exemplo no quesito família, também era traficante e a usou para a entrega de uma mercadoria que não foi bem sucedida. Pelo menos para ele. Já que ela virou a chefe do tráfico e torturou o pretendente a marido que a humilhou por ela não ser bonita. Por ela ter sido “invisível” durante toda a vida, isso serviu como vantagem para ela, já que por não ser percebida, ela fez bem feito tanto fora, como atrás das grades.

A crítica das detentas sobre a indústria da moda na sala de produção das calcinhas mereceu atenção. Quantas morenas, latinas, que realmente demonstram ser latinas, pois muitas “escondem” suas origens ou negras nós vemos em uma propaganda de lingerie?

2Chegaram também novas detentas na penitenciária, e entre elas está uma que Piper já tinha visto antes em Chicago, e isso fez Alex ficar em alerta a respeito do real motivo dela estar lá dentro. Será que ela realmente foi pega, ou o traficante que Alex dedurou mandou essa detenta para matá-la? Também chegou Stella, que eu ainda não entendi exatamente as intenções dela com Piper. Já que até eu estou ficando paranoica e achando que todos querem matar Alex. Não gosto dessa Stella por dois motivos. Primeiro: Piper está flertando demais com ela. Se fosse Alex, eu não ligaria, até apoiaria, na verdade. Já que não aguento mais o #VauseMan. E o segundo motivo, já foi citado anteriormente: Será que ela é amiga do Kubrak?

Morello, tentando esquecer Nicki, começa a conhecer rapazes que escrevem para presidiárias, para conseguir amizades. Loucos, resumidamente, mas até que foi engraçado ver ela se desdobrando para tentar assumir tantas personalidades diferentes para agradar os futuros amigos e/ou pretendentes. Tipo um Tinder não tecnológico.

Gosto muito da Poussey, mas essa crise eterna dela de solidão já está dando. A vida presidiária deve ser complicada demais, mas está na hora de focar nas amizades que se preocupam com ela, e deixar um pouco de se auto destruir.

Caputo começou a perceber que não foi uma boa ideia privatizar o presídio, assim como não é uma boa ideia privatizar nada, como a gente anda vendo atualmente na vida real, mas pelo menos ele está lutando para tentar dar as presas um pouco de dignidade.

Red voltou, e como será que vai ficar o clima com as presidiárias que trabalham na cozinha, já que todas são latinas e a chefe delas foi demitida? Red, pode dar a volta por cima e voltar para o lugar que você nunca deveria ter saído.

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