Presidente da Fox fala sobre a Disney, futuro de Gotham e The Exorcist e mais

Imagem: Fox/Divulgação (04)

O que o futuro reserva para Fox?

O futuro da Fox talvez seja uma das maiores incertezas no momento que os canais se planejam para os Upfronts e quais pilotos serão aprovados para a temporada 2018-2019. Sabendo disso, a Variety conversou com o presidente da Fox Television Group, Gary Newman, antes da conferência INTV de televisão mundial em Israel.

Eu estou muito otimista sobre isso [a compra da Disney de parte da 21st Century Fox]. Eu olho para essa combinação e penso que se tornará uma poderosa companhia de mídia” disse o executivo. “Para conseguir competir com as outras empresas como Netflix, Amazon e Apple que têm fontes incríveis, é muito desafiador. A única maneira de crescer é em escala,” completou.

Mesmo com o prospecto à frente um tanto desafiador, ele contou ao Deadline quais séries ele pretende manter na programação para a próxima temporada. A situação de The Exorcist é a mais precária. Isso porque o executivo pontua que a série não atraiu a audiência que o canal esperava. “Eu acredito que a série foi muito bem produzida e a história foi ótima. Claramente, está na bolha,” disse.

Surpreendentemente, há boas notícias para os órfãos de 24 Horas. Sugerindo que a próxima temporada poderia falar de terrorismo em razão da sua “atemporalidade e urgência”. Gotham Empire flertam com um longo futuro também. A primeira recebeu um elogio de Newman por abrir “muito bem” a noite de quinta-feira.

Eu sinto que Gotham deve ter um espaço na nossa programação,” disse. “Eu espero ver a série por muitos anos ainda,” completou. Quanto a Empire, a renovação é praticamente certa. “Nós vamos continuar até que a audiência se mantenha lá“, confirmou.

Para Gotham, o voto de confiança é um alívio em virtude dos boatos de que a provável guinada para reality shows e esportes ao vivo significaria o cancelamento da prequel de Batman.

About Bernardo Vieira

Catarinense e estudante de direito. Escrevo sobre entretenimento desde 2010, mas comecei com política internacional depois da campanha americana de 2016. Adoro uma premiação e um debate político, mas sempre estou lendo ou assistindo algo interessante. Quer saber mais? Me pague um café e vamos conversar.