The Voice AU – 5×08/09 – Blind Auditions

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Finalmente a fase de blind auditions chegou ao fim no The Voice Australia. Antes de encerrar de vez essa primeira etapa do reality, os quatro times ainda precisavam serem preenchidos por completo, mas pelo fato de ter poucas vagas ainda em aberto, é claro que os coaches estariam muito mais rígidos.

Vamos conferir como foi o desfecho disso tudo?

 

PRIMEIRO DIA

 

Jasmine Jade Nasser – “Almost Is Never Enough”

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Edu: Francamente me lembro bem vagamente dela na temporada passada, mas parece que ao menos ela seguiu alguns conselhos de Jessie J. Sendo bem sincero, não gostei nenhum pouco da sua performance, e acho que das batalhas Jasmine não passa.

Let: Olha, eu também não lembro nada. Todo fim de temporada de qualquer reality, minha mente dá reset. Eu não gostei muito de Jasmine e, de novo, não entendi Jessie.

Lucas: Tu ainda lembra vagamente Duh, porque eu nem fazia ideia de que a guria participou do programa no ano passado. Particularmente achei a voz dela bem bacaninha, mas precisa treinar um pouco mais e também acho que roda já na próxima fase. Fiquei curioso pra ver Jessie trabalhando com ela.

Nada-Leigh Nasser – “And I Am Telling You”

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Edu: Nada se saiu muito melhor que sua irmã, mesmo estando mais nervosa. Ela veio com uma música poderosa, e não conseguiu controlar a todo momento sua voz. A candidata tem um grande potencial, e tenho certeza que Jessie fará um ótimo trabalho com ela. Só eu acho que seria interessante a coach promover uma batalha, colocando as irmãs para duelarem? Seria demais.

Let: Eu acho que a batalha entre as duas é a melhor ideia de todas, Edu! Nada foi muito melhor que Jasmine, mas também senti falta de uma sinceridade maior, mais emoção.

Lucas: Só eu achei que foi mecânico demais? Senti falta de emoção durante a performance, mas no quesito voz a guria dominou bonito, e se mostrou muito mais talentosa que a irmã. PS: E a caçulinha cantando depois gente? Mandem ela pro The Voice Kids, tipo pra ontem!

 

Blake Tailor – “Lonely Boy”

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Edu: Blake até que é um bom candidato, mas pecou na song choice erradíssima pra ele. Quero e muito que o rapaz volte nas próximas edições, e que possa surpreender mega positivamente.

Let: “Genteee, o barro não vai pegar, tá!”. Nesse caso, o country, chega de tentar. Além de tudo, o cara se chama Blake, tá de brinks né? Vai para o US logo!

Lucas: Mais um que tentou levar o country pro programa e não deu muito certo né? Nem consegui gostar.

 

Astrid Ripepi – “Fallin’”

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Edu: Amo essa música de paixão, por sua profundidade e melancolia. Astrid até que honrou em partes esse maravilhoso hino de nossa nova jurada do The Voice US, Alicia Keys, mas deixou o nervosismo se sobressair diversas vezes. Ainda bem que Ronan, mesmo que nos instantes finais, girou a cadeira para essa maravilhosa, e tenho certeza mais que absoluta que ele fará um trabalho ótimo com a candidata, extraindo o máximo de seu potencial. Anotem, ainda vamos nos surpreender muito com Astrid, e os demais se arrependerão de não terem virado a cadeira.

Let: Essa música é maravilhosa demais! Por isso, Astrid não deveria tê-la escolhido. O nervosismo estragou qualquer chance de uma boa apresentação.

Lucas: Meu problema com Astrid foi mais ou menos o mesmo que com a Natalie. Gostei da voz dela, mas não teve emoção nenhuma na performance. Vamos ver se surpreende na próxima fase.

 

Nic Jeffires – “Bridge Over Troubled Water”

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Edu: Eu estou arrepiado até agora. Nic começou de forma bem sem graça essa apresentação, mas quando chegou no primeiro refrão ele se abriu de forma única. Aí meus amigos, foi só tiro atrás de tiro. Foi uma performance emocionante e destruidora, e eu não soube lidar com isso. Mais que merecido o fato das quatro cadeiras terem sido viradas a seu favor, e o act se tornou uma adição e tanto ao Team Ronan que, aos poucos, está se tornando o mais forte da temporada, ao lado dos irmãos Madden.

Let: Finalmente uma apresentação boa nessa noite, E QUE APRESENTAÇÃO, HEIN?! Nic me deixou no chão aqui, e estou cada vez mais amando Ronan e seu time poderoso.

Lucas: Esse tipo de emoção que eu estou falando, gente. Que voz deliciosa, e que audição maravilhosa meu povo! Nic disparou como o melhor até aqui.

 

Nazzereene Taleb – “Gravity”

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Edu: Essa música é muito grande para Nazzereene (que nome), e por pouco isso a fez ficar de fora da competição. Apesar disso, os irmãos Madden tiveram a mesma perspectiva que eu, em ver que ela é um diamante, o qual tem tudo para ser muito bem lapidado, e brilhar de forma surpreendente.

Let: Nazaré (desculpa, mas a chamarei assim) realmente pegou uma música poderosa demais – mesmo erro de Astrid. Ainda assim gostei dela, existe potencial ali. Tomara que me surpreenda no futuro.

Lucas: Impossível não rir com o nome (sorry), mas no final das contas eu gostei dela. Essa música é linda, mas bem difícil de cantar e ela pecou em alguns momentos. Talvez pode ter um grande momento na próxima fase, então vamos aguardar.

 

Pascoe Braun – “When The Saints Go Marching In”

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Edu: O cara é bom, mas muito caricato. Se fosse o The Voice UK, com certeza alguém teria virado.

Let: Acho que nem The Voice UK, Edu. Só passaria se fosse The X Factor, que gosta desse tipo de act.

Lucas: Colocou todo mundo pra dançar, mas não foi o suficiente pra ganhar uma cadeira virada.

 

Georgia Wiggins – “All I Want”

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Edu: Essa música é incrível, e Georgia tem um talento ímpar, com apenas 16 anos. Eu achei mega natural o fato dela estar nervosa, afinal de contas pela idade e a importância dessa blind, até eu ficaria todo perdido no palco. Mesmo assim ela foi maravilhosa, me emocionei com sua história e a dedicatória de sua apresentação para a mãe, que morreu quando lhe deu a luz. Fiquei extremamente comovido, mas convenhamos que ela terá que trabalhar muito esse seu nervosismo, pois se isso acontecer, ela tem grandes chances de ser finalista. Goergia fechou com chave de ouro o Team Madden, e já estou curioso em ver quais serão seus próximos passos na disputa.

Let: GENTE ESSA MÚSICA, ESSA BANDA! Eu fico nervosa toda vez que alguém canta “All I Want” ou “Latch” (que o Kodaline também fez uma versão) e, pela primeira vez, EU GOSTEI DE UMA VERSÃO DESSA MÚSICA! Georgia é puro talento, voz, potencial. Com um background pesado, ela nos preparou para essa apresentação como ninguém com sua história. Quando já estava todo mundo meio morto, ela nos finalizou com uma apresentação sincera, perfeita. Amei!

Lucas: Já comentei o quanto sou apaixonado pelas músicas do Kodaline, né? Então nem precisa dizer que Georgia me ganhou desde o começo. Primeiro veio com aquela história triste, que me deixou destruído aqui, aí começou a cantar e me conquistou de vez. Sim, houveram algumas poucas derrapadas durante a performance, mas nem por isso deixou de ser linda!

 

SEGUNDO DIA

 

Natasha Hoeberigs – “Cry Me a River”

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Edu: Muito grito pro meu gosto, achei Natasha extremamente exagerada. Gente do céu, parecia que a minha cabeça ia explodir com aqueles berros, não curti nada. Poor Delta!

Let: Esse é um erro clássico do The Voice, o pessoal muitas vezes escolhe uma música poderosa demais e acaba não dando certo. Eu achei que a segunda noite começou péssima com Natasha!

Lucas: Gente, essa música é muito gigante e, pra mim, não funcionou muito pra Natasha. Fui meio do contra, mas achei que ela não deu conta do serviço.

 

Beau Lamshed – “Dangerous”

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Edu: Essa versão ficou péssima, odiei por demais. Próximo!

Let: Nossa sei nem o que dizer, apenas sentir… sofrência.

Lucas: Fica difícil defender o guri, que já começou errando o tempo da música né? Imaginei mesmo que ninguém fosse virar.

 

Sarah Browne – “Make You Feel My Love”

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Edu: Eu amo por demais essa música do Bob, e Sarah conseguiu se doar de forma singela, lembrando mais a magnífica versão de Adele. Ela tem um “que” ali que não dá pra explicar por enquanto, mas algo me diz que ainda vamos nos surpreender muito com a candidata.

Let: Aí sim, finalmente alguém. Sarah também escolheu uma música enorme, mas deu conta do recado, e nos entregou uma performance linda, no ponto.

Lucas: Eu achei que ela não iria dar conta devido a todo o nervosismo, mas adorei a blind! Sarah tem uma voz linda, e já fiquei imaginando várias outras músicas pra ela.

 

Billie Court – “Proud Mary” 

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Edu: Senti que faltou algo pra Billie ter se destacado, uma pena. Apesar disso, eu gostei depois dos coaches levantando pra dançar junto com ela, quase fiz o mesmo aqui.

Let: A questão mesmo são as músicas enormes e falta de potencial para cantá-las. Billie não conseguiu, que pena.

Lucas: Poxa, fiquei triste por ninguém ter virado. Gostei de toda a personalidade, mas a música deixou um pouco a desejar.

 

Nick Tabone – “Bloodstream”

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Edu: Às vezes eu tento entender os jurados, sério mesmo. Nick foi simplesmente extraordinário, particularmente amei a performance. Como assim ninguém virou a cadeira pra ele?

Let: Fiquei sem entender, por que ninguém virou? Nick trouxe uma performance deliciosa, boa mesmo. Tá, poderia ser melhor, mas ainda assim enxerguei muito potencial nele.

Lucas: Estava demorando até alguém aparecer com uma música do Ed, e pra ser bem sincero, foi uma sacanagem ninguém virar. Adoro essa música, e achei que ele veio com toda uma vibe gostosa na performance. Uma pena não ter sido o suficiente.  

 

Andrew McKinnon – “Resolution”

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Edu: No começo achei tudo meio insuportável, mas Andrew foi evoluindo no decorrer da performance. Ele tem uma voz diferente, e tenho certeza que Delta fará um trabalho magnifico com o rapaz. Fiquei morrendo de ninguém virar a cadeira para o act, mas ainda bem que amorzinho reconheceu o talento dele.

Let: Amei Andrew! Em uma noite difícil como essa, ele foi destaque certo. A voz dele é deliciosa, e conseguiu nos trazer uma performance convincente e satisfatória. Estou bem ansiosa para ver o que mais o act nos trará no futuro.

Lucas: Só eu achei que o Andrew lembra muito Imagine Dragons? Adorei a blind, gente! Foi uma das minhas favoritas dessa segunda noite. Fiquei na maior expectativa pra ver o que ele vai fazer na fase das batalhas e olha, o cara pode surpreender bastante.

 

Victor Johl – “When I Get You Alone”

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Edu: Próximo!

Let: Foi meio bosta, né?!

Lucas: Não Victor, volte pra casa, treina mais um pouco, e tenta a sorte na próxima temporada, porque tu não está pronto.

 

Ellen Reed – “Chandelier”

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Edu: Gente eu amei por demais essa blind, foi explosiva, cheia de emoção, e Ellen tem um poder dentro dela que é totalmente inexplicável. Jessie fechou seu time com chave de ouro, com uma excelente act. Assim como meus parceirões, ainda não superei aquele TIRO que foi a versão de Trent Harmon no American Idol, porque aquela ficou melhor que da própria Sia.

Let: Bá, Lucas, estamos no mesmo barco. Quando eu penso em “Chandelier” só vejo Trent cantando, nem penso mais em Sia, não superei e nem quero superar, essa música é dele, pronto, acabou, não cantem mais. Dito isso, tenho obrigação de dar o meu braço a torcer e dizer que curti bastante Ellen. Foi diferente da apresentação cheia de dor e personalidade de Trent, mas foi lindo demais também. E que bom que ela foi para o Team Jessie!

Lucas: Sei que não devia, mas ainda não consegui superar aquela versão MARAVILHOSA que o Trent cantou no American Idol, então acabei fazendo uma comparação e olha, não conseguiu chegar nem perto. Ainda assim, Ellen foi maravilhosamente bem e conseguiu preencher da melhor maneira a última vaga do Team Jessie. Ansioso pra ver as duas trabalhando juntas!

 

O que acharam do desfecho dessas blind auditions? Qual time está mais forte.

Na próxima semana começam as battles, e se eu fosse vocês, não perderia por nada!

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