The Voice US – 13×01/02 – Blind Auditions

Imagem: Trae Patton/NBC/Divulgação

Um dos reality shows de maior sucesso da TV americana e também ao redor do mundo está de volta. Estreou nessa segunda-feira, a décima terceira temporada do The Voice americano. A edição traz de volta a cantora Miley Cyrus, além da estreia de Jennifer Hudson na bancada, ela que inclusive brilhou no começo do ano na versão britânica do programa, e já se mostrou bem entrosada com seus novos companheiros.

As duas se juntam a Adam Levine e Blake Shelton, em busca de mais uma voz promissora dos Estados Unidos. Aqui no Mix também temos novidades em nossa bancada, pra seguir os padrões da franquia.

Chega de papo e vamos conferir os destaques dessa primeira semana?

 

PRIMEIRO DIA

 

Chris Weaver – “Try A Little Tenderness”

Bernardo: Foi lindo, confesso que estava precisando de uma apresentação como essa para sentir que a temporada seria boa e diferente, bem diferente se possível, dos anos anteriores. Chris escolheu a música certa para seu tom de voz, surpreendeu e ainda nos mostrou um entrosamento delicioso entre os coaches. Que continue assim.

Edu: Eita que a temporada já começou com uma audição e tanto, gosto assim. A voz de Chris tem um tom inexplicável, consegue variar de algo suave para mais poderoso e intenso ao mesmo tempo. Já amei logo de cara a interação dos coaches, e pelo visto vamos nos divertir muito com Adam e JHud juntos. Espero que ela faça um ótimo trabalho com o rapaz, pois ele tem potencial para ir bem longe na disputa.

Luke: Chris conseguiu trazer um trabalho impecável já no começo do programa. Isso faz toda a diferença na resposta da audiência da competição, pois cria uma expectativa de momentos incríveis subsequentes. O rapaz tem uma raiz forte ao soul, e isso é inegável. Algumas características do gospel afro norte americano também estão bem evidentes. Enfim, no melhor estilo Nina Simone e Louis Armstrong, o garoto veio mostrando seu vigor e talento em uma competição que promete ser acirrada.

Renata: Que início empolgante, ai gente! Chris foi maravilhoso, abrindo as audições da melhor forma possível. Não conheço JHud como coach, mas tenho certeza que foi a melhor escolha para a potência que ele demonstrou.

 

Mitchell Lee – “Hold My Hand”

Bernardo: Eu adorei o Mitchell, poderia leva-lo pra casa sem o menor problema. Dito isso, acredito que ele escolheu a música errada para essa etapa da competição, sua voz consegue mais do que aquilo. Fico feliz que ele entrou, até porque poderemos saudar sua beleza por mais tempo, mas espero que consiga ir além da aparência e mostrar mais conteúdo.

Edu: O tom da voz dele lembra um pouco a do Phill Collins, e talvez por isso eu tenha gostado bastante da performance. Entretanto, senti muitas variações em pouco espaço de tempo, e isso é algo que, sendo bem trabalhado, ninguém vai conseguir segurar Mitchell, seja dentro ou fora da disputa.

Luke: Vou ser bem sincero que não me impressionou tanto assim. Indiscutível sua qualidade vocal, mas achei tão linear a apresentação. O final trouxe um pouco mais de empolgação e eu gostaria de ter visto uma evolução mais bem apresentada, espero que tenha sido nervosismo ou algo do tipo. A escolha por Blake era presumível e acredito vir uma boa parceria por aí.

Renata:Falando sinceramente, achei mais do mesmo. Voz linda, porém comum a meu ver, não me impressionou. Previsível a escolha pelo Blake, mas creio que a melhor para ele. Vão fazer uma bela dupla.

 

Janice Freeman – “Radioactive”

Bernardo: Fiquei surpreso quando vi que alguém tinha escolhido Radioactive” para cantar numa blind audition. As possibilidades de erro estavam lá, mas a moça foi sensacional e transformou um rock alternativo, como o Adam Levine pontou, em algo completamento diferente.

Edu: Tipo, Janice canta e muito, isso é algo totalmente incontestável. Amei ela e sua história de vida, MAS a song choice não lhe favoreceu. A música é muito abaixo do seu tom de voz, que tenho certeza que tem potência para algo muito mais grandioso. Espero que Miley faça um ótimo trabalho com a candidata.

Luke: Song choices e seu incrível poder de destruir uma grande apresentação. Não foi 100% este caso, pois a potência vocal de Janice engrandeceu certas partes da canção, mas que há muito a melhorar, isso há… Estou particularmente curioso para ver o trabalho de Miley com ela, e os frutos que irão colher daqui pra frente!!

Renata: Voz poderosa, personalidade marcante e uma história linda. Potencial ela tem de sobra, mesmo que não tenha demonstrado 100% com a song choice fraca que escolheu. Miley é uma coach incrível, tenho certeza que o trabalho das duas vai ser lindo de se ver.

 

Shi’Ann Jones – “Drown In My Own Tears”

Bernardo: A moça tem 15 anos, responde pelo nome de Shi’Ann e ainda tem uma voz daquela? Boy, ela nasceu pra isso.

Edu: O QUE FOI ISSO? QUE VOZ PODEROSA!! Eu amei Shi’Ann e a potência vocal que a garota possui, e isso me deixou totalmente boquiaberto aqui, que tive que pegar meu queixo no chão. Já quero JHud extraindo o máximo possível da candidata, e que ela então possa ir muito longe ainda.

Luke: Acredito eu que JHud possa ter visto um pouco de seu início de carreira na garota. Realmente um potencial inacreditável e que tem de tudo pra crescer e muito na competição. Shi’Ann foi uma grande conquista e realizou uma apresentação incrível. O team JHud vai ficando cada vez mais qualitativo e disputado!!

Renata: ARREPIEI TODA! JHud chegou mostrando aos veteranos que não veio para brincadeira. Aquisição maravilhosa para seu time. Espero que Shi’Ann vá longe na disputa, com a ajuda da nova coach.

 

Dave Crosby – “I Will Follow You Into The Dark”

Bernardo: As más línguas diriam que a filha do Dave canta melhor do que ele, mas como eu não sou desses, digo que o moço tem um grande potencial. Pode não ter apresentado seu melhor trabalho nessa apresentação, mas vamos ver o que o futuro reserva para ele.

Edu: Dave tem um talento inexplicável, isso é fato, porém a song choice não lhe favoreceu. Adoro essa vibe mais introspectiva, só violão e voz, mas a canção não casou totalmente com sua voz. Agora o que foi aquela fofura de menina no palco com o pai? Morri aqui com essa princesinha, meu Deus do céu!

Luke: Apesar de alguns nuances durante a apresentação, Dave parece ter um ponto chave que costuma ajudar muito nessas competições musicais: a maturidade. Não vocal ou de experiência como veterano da música, mas sim uma maturidade pessoal, que ajuda muito durante o trabalho com os coaches. Espero vê-lo crescer ainda mais dentro do cenário. Não contive emoções após essa lembrança fofíssima de Toy Story!!

Renata: Que voz maravilhosa e pura! Eu tenho um fraco por voz e violão, e ele me ganhou quando fez a performance assim. Esperei mais da canção, mas foi lindo no que ele se propôs a fazer.

 

Esera Tuaolo – “Rise Up”

Bernardo: Esera não cantou para nenhum dos coaches, e sim para todos aqueles que tiveram a sorte de assisti-lo (e ouvi-lo) cantando. Eu sei que estamos apenas na Season Premiere, e pode parecer pretensioso afirmar algo assim, mas foi um dos meus momentos preferidos dessa temporada até agora. Foi lindo, foi inspirador e exatamente o que estávamos precisando.

Edu: “Rise Up”  é uma música tão complexa de se cantar, mas mesmo assim Esera não se intimidou, e entregou um número simples, honesto, bonito. Gostei muito da audição dele, mas tenho uma leve sensação de que das battles ele não passará, posso estar enganado. Tratando-se de Blake e seu amor escancarado por artistas country ou com uma vibe mais soul, é o que acontecerá.

Luke: Assim como disse muito bem o Edu, a música tem uma complexidade incontestável. Eresa veio com uma das maiores qualidades para uma boa apresentação neste nível, que foi a simplicidade. O rapaz possui um timbre pessoal e ao mesmo tempo comum ao meio artístico, contudo, soube apresentar suas melhores qualidades vocais dentro da música. Eu espero muito ver Blake dando continuidade a este belíssimo trabalho apresentado, e que o cantor possa desenvolver uma marca com essa sua simplicidade tão característica!!

Renata: Também concordo muito com o Edu. Eu tenho uma grande paixão pelo Blake e por tudo que ele faz com seus pupilos, mas nosso cowboy tem um tipo e isso é incontestável. Esera é magnífico em sua simplicidade, e isso é muito lindo de se ver. Torço para que Blake veja seu brilho.

 

Brandon Showell – “There’s Nothing Holdin’ Me Back”

Bernardo: Adorei o Brandon, acredito que tem uma presença de palco inegável, tem muito talento e um estilo invejável, mas quer saber? Eu sinceramente não senti todo aquele furor que os coaches falaram, na verdade sequer teria virado a cadeira.

Edu: Canta bem? Sim! Foi uma boa performance? Sim, mas Brandon tem jeito de ser aqueles acts embustes, que vão ficando na disputa, suas apresentações começam a decair, e mesmo assim conseguem eliminar candidatos muito melhores. Posso estar errado, porém já criei ranço só de imaginar em tal hipótese, sério.

Luke: Brandon cresceu com o decorrer da música. O começo foi bem morno, o que me fez acreditar que apenas Adam viraria pra ele, mais como uma maneira de conduzir melhores escolhas nas próximas apresentações. Com o tempo, consegui perceber sua qualidade vocal e tem tudo pra ser um bom competidor nas mãos do veterano.

Renata: Percebo que Adam tem fraco por esse tipo de cantor. Faz uma boa performance, canta direitinho, mas tudo dentro do normal. Não creio que tenha grandes chances pelo que vimos das performances até agora. Porém, Mark Isaiah  nos mostrou na temporada passada que às vezes esse tipo vai longe.

 

Lucas Holiday – “This Woman’s Work”

Bernardo: Eu senti que o Lucas estava um pouquinho nervoso, mas quando se sentiu mais confortável e acertou as notas certas, mostrou que pode ter um futuro próspero nessa competição. O dueto que ele fez com a Jennifer, entretanto, me mostra que ele pode (e sabe) fazer mais e melhor do que sua audição.

Edu: Amei essa audição, sério! Lucas tem uns melismas, um jogo de variantes que nos faz ficar de olhos bem abertos nele. Torço e muito para que ele vá bem longe na disputa, pois quero vê-lo cantando grandes hinos de blues e soul. Agora o que foi o dueto dele com JHud? Que tiro!

Luke: “He’s white!! He’s white!!”. God damn, i love this show!! Incrível como Lucas conseguiu atrair toda a atenção com suas incríveis variações. Eu já tava angustiado que ninguém virava a cadeira e quando JHud o fez, eu fiquei emocionado. Ele é um candidato bomba-relógio, que tem tudo para explodir, mas precisa de um incentivo que virá certamente da coach. Espero muito ver meu xará seguindo seus passos e trazendo cada vez mais qualidade para nós.

Renata: Gente, o que foi isso? Não estava entendendo de onde vinham tantas vozes .Jurei que ninguém ia virar e não estava entendendo o porquê, já que a qualidade é inegável. God abençoe JHud, e o tiro de dueto que já vimos.

 

Brooke Simpson – “Stone Cold”

Bernardo: É manjadíssimo o truque da produção em colocar a melhor das audições no final do episódio, para que o telespectador fique com aquela boa sensação e retorne no dia seguinte. Por mais que Brooke tenha trazido tudo isso, ela foi além e me conquistou de uma maneira única, seja pela história de vida ou pela emoção que colocou nessa apresentação. You go girl!!!

Edu: Se eu gostei? É claro que sim, mas senti Brooke um pouco perdida em alguns momentos, tentando arranjar o tom certo para a música. Ela já mostrou que consegue ser bem versátil nos estilos musicais, que sua voz se dá bem em qualquer gênero, mas ela precisa de um bom treinamento para encontrar o equilíbrio certo para cada canção. Merecidíssima as quatro cadeiras viradas, e sem contar que mesmo com tais observações, Brooke se tornou uma das minhas favoritas dessa premiere.

Luke: Brooke veio de maneira arrasadora, e a empolgação com o nervosismo das quatro cadeiras merecidamente viradas fez com que ela tentasse se equalizar durante a canção. Me surpreendi com a escolha por Miley, uma vez que essa garota nas mãos de JHud poderia alcançar estrelas. Mas espero muito que a parceria com a nossa garotinha pop country traga um grande estrelato para a cantora.

Renata: Brooke chegou chegando e preparada para atacar! Apesar de inusitada a escolha por Miley, acredito que o caminho trilhado será digno.   

 

 

SEGUNDO DIA

 

Keisha Renee – “I Can’t Stop Loving You”

Bernardo: Excelente maneira de começar esse segundo dia de apresentações, na verdade Keisha traz o espírito desse programa já que é uma moça talentosa, negra, confiante e poderosa dominando tudo.

Edu: UOU! Keisha já chegou reinando nesse segundo dia de blind auditions, com uma performance destruídora. Ela começou de forma contida, mas foi evoluindo no decorrer da canção, toda poderosa. Espero, de coração, que Blake faça um ótimo trabalho com a candidata, pois ela não é um talento a ser desperdiçado tão facilmente.

Luke: Começamos um segundo dia tão bom quanto o primeiro. Claro que o impacto de Chris Weaver com “Try a Little Tenderness” ainda está ecoando de forma estrondosa pelas redes sociais e nas nossas mentes. Contudo, Keisha trouxe um pouco de garra à apresentação. De começo acreditei não ver significativa evolução, mas, com o tempo, a garota conseguiu se desenvolver bem com a canção e fez uma bela song choice ao meu ver… Blake costuma ter certos nomes impactantes em seu team, e espero que Keisha seja um deles!!

Renata: Começou quietinha, mas foi crescendo e crescendo, fazendo uma performance sincera e linda. Blake acrescentou alguém de impacto, quero muito ver a evolução de Keisha e quanto ela vai fazer o team Blake brilhar.

 

Dylan Gerard – “Say You Won’t Let Go”

Bernardo: Dylan parece ser a história daquele nerd bonitinho, de penteado perfeitamente bem feito e certinho na vida que não aparenta ter qualquer dote artístico. Felizmente, ele só parece, porque o cara tem talento, mostrou que sabe como fazer e que pode ir muito longe. Acredito que Adam é o melhor para as dificuldades apresentadas aqui.

Edu: Vou ser sincero que não dava nada para Dylan, e tinha certeza que ninguém viraria a cadeira. Quando ele chegou no refrão dessa maravilhosa música, eis que ele calou a boca legal, mostrando ser um fortíssimo candidato. O candidato precisa de muitas melhorias, mas fiquei satisfeito dele ter ido ao team Adam, pois o cantor com certeza vai saber moldá-lo na medida certa.

Luke: Dylan é aquele act que todos enxergamos como o awkward ao primeiro momento, mas que promete passar por uma incrível mudança e evolução, chegando a fases tardias da competição e mostrando como valeu a pena toda a experiência. Claro que Adam proverá grandes conquistas para o rapaz, pelo menos acredito eu, contudo, depois de uma aula musical de JHud eu não pensaria duas vezes antes de ir para o seu team.

Renata: Eu gostei muito do Dylan, amo a música e meus olhos brilharam quando vi a song choice. Adam foi a escolha mais acertada, pois vai saber o que fazer. Certeza que a mudança será grande musicalmente e performaticamente.

 

Maharasyi – “Tell Me Something Good”

Bernardo: A moça é muito simpática, canta muito bem, mas eu não acredito que ela está no lugar certo. Me pareceu ser a companhia certa para uma cerveja, será que rola?

Edu: Ai gente, que ranço ela me deu. Não achei Maharasyi tudo isso, talvez possa estar enganado. JHud poderá fazer um trabalho surpreendente, e a candidata ter uma evolução notória, mas por ora já a quero fora nas battles.

Luke: Se eu fosse dividir essa canção, que inclusive gosto muito, em dois momentos cruciais para apresentação, com certeza faria da seguinte forma: a primeira parte apresenta muito bem a capacidade e timbre vocal de Maharasyi, com as frases pausadas e uma tonalidade um tanto quanto sensual. A segunda parte, mais especificamente no refrão, traz um pouco da musicalidade da cantora para o palco. Acredito que ela soube dominar bem ambas as ideias e trazer uma boa apresentação. Team JHud com um bom diamante a ser muito bem lapidado nas próximas semanas!!

Renata: Ai não, me deu foi um soninho. Vamos ver se JHud consegue operar um milagre em Maharasyi.

 

Red Marlow – “Swingin”

Bernardo: Esse tipo alternativo sempre deu muito certo no The Voice, confesso que eles prosperam mais do que eu gostaria já que dificilmente vencerão no final ou venderão alguma música no iTunes. Entretanto, Red Marlow pode ser uma grata exceção, principalmente quando sabemos que ele será guiado pelo Team Blake.

Edu: Red até que mandou bem, não vou negar, mas ele é daqueles acts que me dá preguiça só de abrir a boca. Sua escolha em ter ido ao team Blake só confirma minha teoria que ele será um participante embuste, porque esses country bem sem sal é típico do time dele.

Luke: A disputa Miley x Blake estava mais do que certa desde a primeira nota da canção. Como um admirador, infelizmente pouco conhecedor da música country, eu acredito que Red tenha mandado super bem em sua apresentação. Ao meu ponto de vista, o estilo tem uma diversividade às vezes pouco perceptível, mas que faz toda a diferença dentro de um trabalho. Mais uma adição ao team Blake, que parece vir com boas surpresas esse ano!!

Renata: A cota country começa a ser preenchida de um jeito bem meia boca, podemos dizer. E pelo histórico do The Voice sabemos que, para nossa infelicidade, vai bem longe.

 

Ashland Craft – “You Are My Sunshine”

Bernardo: Não poderíamos terminar essa primeira semana de apresentações sem uma presença forte da música country, até porque isso é uma competição musical nos Estados Unidos, que ao mesmo tempo que escuta pop no oeste ou rock no nordeste, também adora um country no sul. Ashland é a pessoa perfeita para representar o gênero. Que bom que ela está aqui.

Edu: O QUE FOI ISSO? Quer uma audição de country, @Red? Ashland chegou toda poderosa, mostrando ser uma verdadeira rainha do gênero, e estou ansioso pelos seus passos. Ela tem capacidade de ir de Dolly Parton a Shania Twain, de Reba McEntire a Carrie Underwood com uma facilidade surpreendente. Já é uma das minhas favoritas, e quero mais dela na disputa.

Luke: Mais uma vez digo, com a pouca experiência e grande admiração pela música country, a diversividade é incrível. Ashland veio apresentando suas qualidades, como todo competidor normalmente deve fazer, mas trouxe certo mistério que faz diferença em uma competição. Uma evolução perceptível é muito mais interessante e prazeroso de se ver, do que as extremidades que se destacam muito e possuem grande responsabilidade sobre suas costas. Gostei da escolha de coach, e acredito que poderão realizar um belo trabalho.

Renata: Rainha country faz assim, né mores? E juntou com rainha Miley, vai ser maravilhoso de ver essa jornada. Torcendo desde já para que Ashland chegue muito longe.

 

Com isso, já estão classificados para as batalhas:

Team Adam: Dave Crosby, Brandon Showell, Dylan Gerard

Team Blake: Mitchell Lee, Esera Tuaolo, Keisha Renee, Red Marlow

Team JHud: Chris Weaver, Shi’Ann Jones, Lucas Holiday, Maharasyi

Team Miley: Janice Freeman, Brooke Simpson, Ashland Craft

O que acharam dessa estreia? Já tem algum favorito? Venha comentar conosco suas opiniões.

Comments

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About Team Mix Reality

#TeamReality no Mix de Séries é responsável pelos realities shows.
  • Henrique Junqueira

    Gostei que a Ashland escolheu a Miley e não o Blake, assim há esperança de ver um country expandindo os horizontes, parecido com o que o Adam Levine fez com a Amber Carrington na quarta temporada. O Blake sempre fica na mesmice com seus cantores, principalmente os country, mesmo alguns deles sendo muito bons.