The Voice US – 13×15/16/17 – The Playoffs

Imagem: Tyler Golden/NBC/Divulgação

Enfim chegamos aos playoffs, que pela primeira vez, desde a sexta temporada, não foi ao vivo. Um dos motivos da etapa ter sido gravada foi por conta da agenda de um deles, principalmente de Jennifer Hudson, que gravou dias atrás as battles do The Voice UK.

Cada time teve direito a um wildcard, e então os coaches fecharam seu Top 3 para os live shows. Vamos lá?

 

TEAM JHUD

 

Davon Fleming – “I Am Changing”

Bernardo: Essa música é sensacional, na verdade para quem não sabe, faz parte da trilha sonora de Dreamgirls, cujo trabalho rendeu o primeiro (e até agora único) Oscar na carreira da Jennifer. Ponto para a escolha da canção, portanto, já que é sensacional. Quanto ao desempenho do Davon, acredito que ele mostrou-se como o melhor desse time. Entregou a consistência e solidez das fases anteriores, então tudo na mesma.

Edu: QUE TIRO DE BAZUCA FOI ESSE? Davon simplesmente veio com uma canção maravilhosa, e se entregou com tanta paixão, tanta maestria, que impossível não se hipnotizar. O rapaz quebrou tudo, literalmente falando, e também não esperava menos do dono do team JHud. Se ele continuar mantendo essa qualidade de suas apresentações, com certeza seu destino será a final tranquilamente.

Luke: Vocês pediram qualidade?? Foi isso que vocês queriam?? Que apresentação sensacional, meus amigos. Fiquei esperando o momento que JHud levantaria e se juntaria a ele, em um dueto épico. Davon chegou mostrando quem vai disputar a final pelo team JHud com grande qualidade. Agarrou sua vaga e não vai soltar tão fácil!!

Renata:  Abrindo as playoffs com uma grandeza que não sei nem explicar, entra Davon! Que cantor meus senhores, que cantor! Controle, técnica e uma música maravilhosa. Digno 100% do Team Jhud, vaga mais do que merecida.

 

Hannah Mrozak – “Learn to Let Go”

Bernardo: A Hannah se esforçou muito, isso é inegável, mas a escolha da música foi horrível e ela reforça algo que venho falando há muito tempo – já era para ter sido eliminada lá atrás.

Edu: Amo essa música, assim como amo Hannah e, diferente do meu amigo Bernardo, achei a escolha da música sensata. Não combina tanto assim com seu tom de voz, mas é uma canção que condiz com sua história de vida, e ela soube entregar uma emoção na dose certa. Essa é uma canção que Kesha fez sobre seguir em frente, enfrentar os fantasmas que assombram sua vida, e foi exatamente isso que Hannah transmitiu. Curti e não foi pouco, e espero que ela continue na disputa.

Luke: Me senti bem dividido com esta apresentação. Em alguns momentos, senti uma angústia por não acreditar que Hannah conseguiria atingir certos padrões de notas, mas em outros me sentia empolgado com sua performance. Acredito que não tenha sido a questão de escolha errada, talvez um nervosismo inicial que foi se dissipando com o tempo. No geral eu gostei da apresentação, e acredito no potencial da garota!!

Renata: Eu acho Hannah bem forçada a ser uma cantora que ela não é. Fiquei com um pé lá e outro cá, vendo a apresentação. No fundo não torci para que a moça seguisse em frente.

 

Lucas Holliday – “The Beautiful Ones”

Bernardo: Teve aqueles exageros no final para chamar atenção do telespectador, afinal de contas ele precisa disso para continuar.

Edu: Fiquei feliz com Lucas tendo sido o wildcard de JHud, mas convenhamos que ele forçou demais a amizade em vários momentos. O rapaz começou muito bem a apresentação, só que foi decaindo aos poucos, e no final só senti mesmo vergonha alheia por ele. Que pena!

Luke: Claramente houve uma descida na qualidade da apresentação com os gritos no fim, mas cada um tem que vender seu peixe da melhor maneira para impressionar. Meu xará pode não ter a melhor voz, mas em um team tão recheado de estrelas, ele conseguiu um destaque pela loucura. Isso geralmente não especifica permanência em competição, mas nunca sabemos né.

Renata: Tando que eu gostava do Holliday, aí ele vai e me faz isso. Amei o começo da performance, mas foi ficando extremamente exagerado. Tem que entender não se ganha no grito.

 

Shi’Ann Jones – “Tattooed Heart”

Bernardo: Partindo da ideia de que a Shi’Ann já está fazendo hora extra há muito tempo, mas essa apresentação não me fez mudar de ideia. A escolha de música foi horrível, ela não conseguiu entregar o seu melhor, mais uma vez, e já passou do tempo de seguir seu rumo bem longe do The Voice.

Edu: Meu ranço por Shi’Ann foi instaurado há tanto tempo, que mal consegui prestar atenção em sua apresentação. E o medo desse embuste ir para os live shows?

Luke: Galera tá botando o deles pra jogo mesmo, sem se importar com exageros. Foi uma apresentação razoável, mas com exageros que nem sequer chegaram a ser mensuráveis. O medo dela passar é comum por aqui.

Renata: Vou ser sincera aqui e abrir meu coração: não gosto da Shi’Ann, sério! Por mim ela não estava nem aqui. Concordo que a voz é grande, mas a moça é dura não passa uma emoção, parece que está ali por obrigação. Me poupe!

 

Chris Weaver – “California Soul”

Bernardo: Um dos melhores, senão o melhor, cantor do time da Jennifer, não trouxe uma performance espetacular ou arrasadora, mas suficiente para fazer com que ele avançasse e ficasse ainda mais forte para as etapas que estão por vir. Chris é ótimo, ou melhor, sensacional.

Edu: Ai…

Luke: Chris já vem com a malícia desde sua primeira apresentação, e sabe que os holofotes estão sobre ele. Foi inteligente em jogar uma canção que não colocasse todo seu potencial em jogo, guardando grandes apresentações para os live shows. Contudo, nunca se sabe o que pode acontecer em uma competição. Espero que ele passe!!

Renata: Chris é maravilhoso, mas, entregou uma performance bem pombo.

 

Noah Mac – “In The Air Tonight”

Bernardo: Foi um pouquinho menos pior do que na semana passada, o que para quem nem deveria estar aqui, acredito que vale bastante, não é mesmo?

Edu: Noah mais uma vez mandando bem, mesmo não sendo uma voz potente, perto dos demais, é um elemento pop que vai cativar o público e fazer com que JHud invista ainda mais no rapaz. Já disse em alguns grupos no face isso, vejo muito em Noah e Davon, o mesmo que eu via em Jamie e Mo na estreia da coach no The Voice UK.

Luke: Noah pode não ser a melhor voz, mas com certeza tem muitos elementos cruciais para uma grande estrela. O rapaz fez um apresentação boa e teria grandes chances de continuar, se estivesse em outro time. Mas ainda podemos esperar muito de JHud por aqui, então é melhor aguardar…

Renata: Talvez com uma transformação eu passe a gostar dele. Tem todo o pacote para fazer sucesso… então, vamos esperar que JHud opere este milagre.

 

TEAM BLAKE

 

Red Marlow – “Chiseled in Stone”

Bernardo: Eu sempre tive um ponto fraco, ou melhor, fraquíssimo no que se refere a country, ainda mais aquelas um tanto românticas que falam sobre alguma desilusão amorosa. Digo isso, porque assistir essa apresentação do Red foi um dos melhores momentos desta temporada, pois mesmo em nenhum momento explosivo, foi emocionante, sensível e lindo de se assistir e ouvir. Adoro!

Edu: Depois de ter amado a apresentação de Red nos knockouts, posso dizer que dessa vez me decepcionei legal. Achei tudo chato, sonolento, e não via a hora que acabasse isso. Mesmo assim, acredito que o rapaz vai longe na disputa, e poderemos acompanhar apresentações muito melhores do que foi essa coisa rançosa.

Luke: Eu sempre tive um pé atrás quanto a Red, nem eu mesmo sei o porquê. Mas sua apresentação foi bem emocionante, e eu tenho o mesmo ponto fraco do Bernardo pelo country. É um estilo musical bem diverso e que traz vários sentimentos. A apresentação foi boa, e nos resta ver o que mais teremos do team Blake.

Renata: Repito tudo que o Bernardo falou. Meu coração é bastante country, fiquei bem emocionadinha vendo tudo. Que Red nos entregue mais performances tão boas quanto.

 

Chloe Kohanski – “Time After Time”

Bernardo: Foi bonitinho, foi bem feito, uma boa atuação, mada nada de muito surpreendente ou excitante. Sinceramente, diria até que foi um tédio só.

Edu: Está feliz, Hannah Montana? Sabia que a ida de Chloe ao team Blake seria um verdadeiro tiro no pé, e foi realmente o que aconteceu. Essa música é maravilhosa, amo de paixão, mas não casou com a voz de Chloe.

Luke: Eu comecei até gostando, mas estava esperando o refrão pra decidir e realmente não deu certo. A canção não ficou legal na voz dela, e poderia ter se saído bem melhor!!

Renata: Olha, falar de Chloe é um tiro para mim. “Landslide” ficou por dias na cabeça da Renatinha aqui, porque realmente adorei. Nas playoffs me jogam essa, que é, uma das minhas músicas favoritas da vida. Tirando meu amor pela Chloe, esperava mais dela e de Blake… então, pelo amor de God, não me decepciona de novo.

 

Natalie Stovall – “Callin’ Baton Rouge”

Bernardo: Fazia tempo, muito tempo que eu não assistia uma apresentação do The Voice, na qual visse a oportunidade imediata de baixar a música assim que a performance terminasse. Foi lindo, foi divertido, bem feito, excitante, enfim foi espetacular. É verdade que você não consegue ser mais country ou ir mais na cultura sulista do que uma música como Callin’ Baton Rouge”, por isso que eu urrei com a Natalie. Continua assim que tá lindo.

Edu: A quota country do team Blake já foi preenchida por Red, desculpa. Gostei do lance do violino, não vou negar, mas há tantas músicas que teriam sido bem melhores executadas. Caso ela passe aos live shows, quero ver mais de Natalie explorando tais tipos de música.

Luke: Eu amei foi é tudo. A apresentação foi incrível, a ideia do violino é sensacional, a voz dela encaixou, cantou com sorriso natural no rosto. Foi empolgante e bonito de se ver. Já quero mais de Natalie nas próximas semanas, titio Blake.

Renata: Empolgante demais e a moça foi super desenrolada, mas só isso. Não sou capaz de opinar mais do que isso!

 

Esera Tuaolo – “How Do I Live”

Bernardo: Eu gostei da escolha da música, apesar de não ver como a mais apropriada para o estilo e a voz do Esera. Ele tem uma presença de palco muito boa, surpreendente eu diria, mas ele precisa ser mais ousado, sair um pouquinho da zona de conforto e ir além. Quem sabe arriscar com um rock mais pesado ou encarar um country de corpo de alma? Mas vamos ver o que ele traz no futuro.

Edu: Gosto demais de Esera, mas infelizmente achei sua performance bem bagunçada. A song choice não lhe favoreceu em nada, e não me lembrou aquele act que me surpreendeu nas blinds.

Luke: A apresentação foi boa, Eresa tem uma voz gostosa de escutar, que tem seus momentos mais fortes durante a canção. Eu gostei mais do seu trabalho na última semana, mas ele não perdeu a qualidade agora. Espero vê-lo um pouco mais fora da caixa também, caso ele continue.

Renata: Team Blake veio com umas músicas emocionantes, né? Eu curti muito tudo, porque adoro a voz do Esera, sério! Ficaria horas ouvindo ele cantar qualquer coisa. Se seguir, espero que tente outras coisas no futuro.

 

Mitchell Lee – “Heaven”

Bernardo: A performance do Mitchell teve seus momentos, diria até que ele se superou da metade para o final, mas no geral acredito que ele poderia ter ido um pouquinho mais além. A escolha da música foi segura, não abrindo margem para erro ou escorregadas, por isso prefiro acreditar que ele ficou “na média”. Tem capacidade para ir mais longe, tenho certeza.

Edu: Eu particularmente adorei a performance de Mitchell, mas sou suspeito em dizer, pois amo de paixão essa música. Ele não ousou, mas também não soou algo karaokê. O rapaz mostrou-se seguro e cantou da forma como queria, sem melismas ou exageros, e com certeza isso poderá lhe favorecer.

Luke: Para quem viu a destruição que foi apresentada semana passada no TVBR com essa canção, temos um padrão bem diferente por aqui. Mitchell tem uma voz boa e preferiu controlar ela por agora. A apresentação foi bem trabalhada, mas não ficou nos destaques, talvez quase tenha chegado lá. Isso pode ser favorável ao rapaz, mas nunca é bom contar com o fracasso dos outros.

Renata: Amore, “Heaven” é golpe dos baixos! Mitchell preferiu atirar no certo e se controlou, não fez nada de extraordinário só aquilo que era esperado mesmo. Talvez se ele arriscasse as chances seriam maiores, mas,nem sempre as pessoas querem sair da zona de conforto.

 

Keisha Renee – “Love Can Build a Bridge”

Bernardo: Posso estar supervalorizando o senso de espetaculização da produção desse programa, mas sempre espero que a última apresentação de um episódio seja maravilhosa, inesquecível e sensacional. Infelizmente, Keisha não foi tão longe, mas manteve o bom trabalho de sempre. Escolhas sólidas em relação às músicas, domínio de palco bom, entonação de qualidade, enfim tudo tranquilo.

Edu: Keisha foi uma grande surpresa para mim. Sua performance pode não ter sido monstruosa e extraordinária, mas a candidata mandou super bem à sua maneira. Soube se entregar na medida certa em cada verso, e teve um número satisfatório o bastante para se manter na disputa.

Luke: Eu passei a música toda cantando a versão de Sandy & Junior com Chitãozinho & Xororó? Passei. Mas tirando isso, foi uma grande apresentação. Não a melhor da noite, com toda certeza, mas deu um clima legal, que a música mesmo já tem por natureza. A garota conseguiu conduzir bem a apresentação, e mostrou uma identidade bacana. Espero que ela possa continuar para a próxima fase!!

Renata: Tudo bem na mesmice, para mim, ela está fazendo a mesma apresentação tem semanas. Foi uma performance bonita e centrada… mas, podia ficar por aqui mesmo.

 

TEAM ADAM

 

Adam Cunningham – “Have a Little Faith in Me”

Bernardo: É de suma importância que o Adam tenha um cantor country no seu time. Diversidade é a resposta para grande parte dos problemas da indústria musical, por isso que só pela existência do Adam, acredito ser um ponto positivo. Dito isso, não acredito que tenha sido a sua melhor apresentação até aqui. Ele é ótimo, já mostrou todo o talento em apresentações anteriores, por isso esperava mais.

Edu: QUE PERFORMANCE FOI ESSA? Estou boquiaberto com essa apresentação de Adam, que abriu a segunda noite de playoffs. Pode não ter sido tão grandioso quanto suas participações anteriores, mas valeu super a pena, e ele merece sim fazer parte do Top 3 de seu xará.

Luke: Uma das melhores adições ao team Adam, mas que poderia ter vindo com mais garra. Adam é um dos meus favoritos da competição desde o início. A evolução dele na canção demorou um pouco, bem pouco, para acontecer, e por isso pode ter deixado um pouco pelo caminho. Mas não podemos negar a qualidade do rapaz!!

Renata: Abaixa, abaixa que é tiro! Minha nossa senhora que voz e que tudo. Revi umas três vezes a apresentação, só para ter certeza que tinha sido tudo isso mesmo. Adam não pode deixar de escolher seu xará, sério! Merece muito a vaga e vai ter mais country sim!

 

Whitney Fenimore  – “If It Makes You Happy”

Bernardo: Infelizmente, a Whitney apresentou alguns problemas. Não gostei daqueles agudos, na verdade todo o conceito da apresentação não se conectou com o que ela estava cantando. Vou ainda mais longe em dizer que ela jogou muito na sua zona de conforto e poderia ter ido muito, mas muito longe. É uma pena que ela tenha desperdiçado uma oportunidade como essa.

Edu: Depois dessa performance tive certeza do porquê, e com razão, de Whitney não ter passado dos knockouts. Foi uma apresentação chata, esquecível e sem evoluções.

Luke: Não superou minhas expectativas. Queria ver um pouco mais de Whitney e ficou muito no mesmo. Ela não conseguiu atingir notas bacanas que se encaixassem com a apresentação e ficou meio voando. Uma pena…

Renata: Por mim pode passar.

 

Emily Luther – “Lovesong”

Bernardo: Foi lindo? Foi sensacional. Emily conseguiu entregar a força que a música pedia, confesso que me lembrou brevemente a Nina Simone com seu espetacular e maravilhoso “Feeling Good”. Dito isso, também acredito que ela poderia ter ensaiado mais e se esforçado um pouquinho mais para atingir as nota mais graves. No geral, foi um bom trabalho.

Edu: Amo Emily de paixão, mas infelizmente não achei uma performance tão grandiosa assim. A essa altura do campeonato não foi o recomendado, e como o team Adam está bem forte, isso talvez possa prejudicá-la. A sensação que tive foi que a loira tivesse medo de ousar, e assim não saindo de sua zona de conforto.

Luke: Um dos melhores trabalhos da noite, com toda certeza. Emily veio com um ar de poder controlado, como se sua voz dominasse todo o ambiente e ela sabia disso com o olhar. Poderia ter trabalhado melhor os graves, como Bernardo falou, assim seria o maior sucesso da noite. Gostei e muito da apresentação.

Renata: Tranquilo, tranquilinho. Não é uma candidata que gosto, mas fez um bom trabalho.

 

Anthony Alexander – “Perfect”

Bernardo: Sabe aquela apresentação apática que não faz a menor diferença se ela existiu ou não? Pois bem, é exatamente o que temos com o Anthony. Ele não tem uma voz poderosa, não escolheu a música certa e não surpreendeu, como também não me fez torcer o nariz. Ficou pelo meio do caminho e isso, num playoff, é um problema.

Edu: zzZZzzzZZZzzZZZ

Luke: Foi uma apresentação bem na média, daquelas que você vai fazer um café enquanto tá rolando, mas não deixa de escutar por ter uma qualidade vocal boa. O rapaz ainda é novo e tem muito pela frente, mas não conseguiu mostrar ter o que é necessário para chegar a uma final!!

Renata: Anthony tem uma voz tão linda e poderosa, mas, concordo com o Luke, que é aquela coisa meia boca. Parece que ele nunca se esforça para ser mais do que isso, não lutou como deveria pela vaga.

 

Jon Mero – “When We Were Young”

Bernardo: Esse é o caso clássico de quando você coloca um ótimo cantor, com uma prospectiva impressionante e uma capacidade de ir até a final, que a partir da escolha errada da música pode ir ladeira à baixo. Não espero que Jon seja eliminado, mas ele que não se ajudou com uma apresentação como essa, eu posso afirmar com toda certeza.

Edu: Eu me surpreendi demais com Jon, sério mesmo. Essa é uma música cheia de variações, e ele não se intimidou em momento algum. Foi lá, fez tudo a sua maneira, e quando chegou no ápice, simplesmente destruiu quaisquer estruturas. Rapaz…

Luke: Eu já achei a apresentação bem favorável ao garoto, que já provou ter uma garra incrível e qualidade suficiente para ir longe. Espero que ele continue e possa mostrar mais na competição!!

Renata: Eu amei! Ele surpreendeu demais, levando em conta sua apresentação anterior. Não achei que seguraria uma música da rainha, mas, Jon faz tudo parecer muito fácil e natural, foi tudo favorável. Torço para que ele siga, sinto grandes performances chegando.

 

Addison Agen – “Angel from Montgomery”

Bernardo: Levando em conta tudo o que está acontecendo no Alabama com essa campanha horrorosa para o Senado, tudo o que eles precisavam era de uma música romântica, bonitinha e que capture esse bom espírito do sul. Sabendo também que a história por traz essa canção de John Prine é fascinante, acredito que Addison conseguiu passar todo o espírito, com perdão do trocadilho, que essa música traz consigo. Foi excelente para fechar a noite e lembrar que os tempos podem ser desafiadores, mas a música sempre estará lá para nos dar aquele ânimo.

Edu: Addison simplesmente foi lá, como quem não quer nada, e ao abrir a boca conseguiu encantar com essa música linda. Foi sensacional, lindo, singelo, calmo e o principal, sem exageros. Ela estava segura e confiante do começo ao fim, com um controle vocal inexplicável, e isso lhe favoreceu por demais. É questão de honra Addison no Top 3 de Adam.

Luke: O sentimento de paz que Addison trouxe não é descritível ou mensurável. A garota tem um timbre bacana, conseguiu encaixar perfeitamente à canção, e trouxe uma das mais belas apresentações da noite. O team Adam tem seus altos e baixos, mas Addison provavelmente se manterá estável para a próxima fase.

Renata: Addison é um anjo de um timbre maravilhoso. Encantou, brilhou e foi segura. Nos entregou uma performance digna dela. Adam fez a melhor escolha da vida, quando roubou Addison. Espero que ela leve o time longe, torço muito pela moça. É de outro mundo o que ela nos faz sentir quando abre a boca, isso vem desde as battles, quando ela tocou nossa alma provando que deveria ter saído vencedora.

 

 

TEAM MILEY

 

Brooke Simpson – “It’s a Man’s Man’s Man’s World”

Bernardo: Num clássico para qualquer reality show musical, a apresentação da Brooke poderia ter sido muito melhor. Acredito que ela poderia ter escolhido uma música menos potente, digamos assim, para que a sua voz tivesse mais destaque. Ela se saiu bem, mas poderia ter ido muito melhor.

Edu: É de lei essa música em todas as temporadas, e esperava a apresentação dela nos live shows. Sobre a performance em si, vou ser bem sincero que essa foi uma das melhores versões desse clássico de James Brown que já vi até hoje – porque o melhor ainda sempre será o de Xtina no Grammy 2007. Brooke é um nome forte do team Miley desde o começo da disputa, e essa apresentação foi a prova mais que clara disso. Espero que nossa Hannah Montana do Malibu seja coerente e a escolha para o seu Top 3.

Luke: Miley, por favor, não faça a burrada de não deixá-la passar. Brooke veio com uma das melhores apresentações da semana, e deixou todos de boca aberta. A garota tem um poder vocal infinito e está constantemente surpreendendo. Quero já mais dela nessa competição.

Renata: Que energia! Gente, fiquei boquiaberta com a performance. Brooke é incrível e se entrega numa proporção gigantesca, só olhar as outras performances da moça. É uma das minhas favoritas, e espero que Miley a escolha em seu Top 3. Definitivamente merece muito a vaga, pois lutou de verdade e mostrou o quanto quer.

 

Karli Webster – “Coat Of Many Colors”

Bernardo: Coat of Many Colors” é um clássico da lenda, da poderosa, da sensação e do mito, Dolly Parton. A partir daí você já sabe que será uma apresentação desafiadora. Entretanto, eu gostei muito da apresentação da Karli, mesmo que não tenha sido espetacular ou ter feito cosquinha na original, mas ela se superou, desafiou-se, saiu da zona de conforto e surpreendeu positivamente, numa semana que os candidatos pecaram justamente pela previsibilidade.

Edu: Fiquei feliz de Karli ser o wildcard de Miley, e mais que justa sua volta à disputa. A jovem veio com uma performance country de raiz, com um clássico de Dolly Parton, madrinha de nossa coach. Foi uma apresentação bonitinha, fofinha, mas não sei se foi o bastante para mantê-la na disputa. Como estamos falando de Miley Cyrus, tudo pode acontecer.

Luke: Uma performance just ok!! Não é aquilo que surpreende, mas tem qualidade. Não podemos desmerecer Karli como cantora, pois ela tem identidade própria no cenário musical. Gostei da apresentação, apesar de não achar que ela possui potencial para uma próxima etapa!!

Renata: Karli é de uma pureza e clareza tão grande, né? Tenho vontade de abraçar e pegar nas bochechas. Já a performance foi bem mais ou menos… estilinho ok, e só isso. Não a vejo chegando longe nem as pessoas abraçando o que ela propõe.

 

Adam Pearce – “Love Hurts”

Bernardo: Que voz sensacional!!!! Adam é realmente um artista completamente seja pela apresentação que temos aqui, ou por tudo que apresentou no passado. É verdade que ele não trouxe nada de novo, em comparação com as performances anteriores, mas o que Adam apresentou foi um sopro de frescor, de qualidade e de originalidade.

Edu: Eu gosto muito do Adam, e amo por demais esse hino da banda Nazareth – música essa que me acompanha nos momentos de fossa profunda. Entretanto, achei a performance bem bleh, a sensação que tive foi de estar numa festa com karaokê e já no fim do rolê aquele parça bêbado pega então para cantar e se acha O CARA. Se roubou o brother pra estragá-lo dessa forma infeliz, era melhor nem ter usado o steal com ele.

Luke: Eu gostei muito da apresentação, apesar dos exageros em alguns momentos. “Love Hurts” é um hino do cenário do rock e Adam fez por merecer a canção. Espero que Miley passe o rapaz, pois ele mandou bem e tem potencial para mais!!

Renata: Amore, você quer hino? Então toma! Achei que a música casou muito bem com a voz do Adam. Foi tudo bem centrado e correto, porém sem emoção. Talvez, ele estivesse bem confortável e preferiu não arriscar. Torço para que mostre bem mais que isso.

 

Ashland Craft – “When I Think About You Cheatin’”

Bernardo: Venho elogiando muito o country nessa primeira semana dos playoffs, mas Ashland conseguiu me fazer recuar um pouquinho. Essa apresentação foi chata, nada de surpreendente e ótima para nos fazer dormir.

Edu: Apesar de ter amado a performance de Ashland  nos knockouts – sim, me julguem -, dessa vez não teve como defender a moça. Ela veio com uma música chata e sonolenta, tornando sua apresentação algo totalmente esquecível.

Luke: Estou com vocês e não abro mão. A música realmente foi bem arrastada e deu sono!!

Renata: Concordo com tudo que o Edu disse. Ashland é capaz de muito mais coisa e nós já vimos, pareceu que a amiga já tinha desistido.

 

Moriah Formica – “World Without You”

Bernardo: Eu adorei a intenção, acredito que a ideia foi ótima, tal qual o conceito, mas Moriah poderia ter feito algo melhor, mais ousado e quem sabe até experimentar outro gênero. Foi ótimo, bem construído, mas nada de novo.

Edu: Moriah pra mim é um dos principais nomes do team Miley, junto com Brooke. Sua apresentação foi algo plenamente satisfatório, que provavelmente lhe garantirá uma vaga no Top 3. Entretanto, eu esperava muito mais dela, que já nos impressionou bastante nas fases anteriores da disputa.

Luke: Eu achei que foi uma das melhores do team pela diversidade. Apresentou um rock interessante e conseguiu me cativar. Espero que fique no top 3!!

Renata: Estrela de rock chega e faz assim! Concordo que não foi a melhor apresentação, mas foi grande se olharmos para outras performances do Team Miley. A moça continua mostrando que merece a chance na disputa, não está jogando a toalha.

 

Janice Freeman – “Fall For You”

Bernardo: Janice é sensacional, uma das melhores da equipe da Miley e certamente ainda vai muito longe. Me preocupa o fato de eu estar mais admirando sua personalidade do que sua música, mas isso não é nenhuma novidade quando se trata de The Voice.

Edu: Sinceramente? Não consegui sentir tanta emoção na performance de Janice. Por conta de toda a história por trás da música escolhida, esperava algo que pudesse tocar, comover, e não foi o que rolou.

Luke: Senti algo que não sei explicar, mas não foi exatamente como esperava. Sua voz é deliciosa e ela merece continuar também, só que acho que faltou uma pitada de emoção ou talvez eu não esteja no clima da música.

Renata: Criei muita expectativa em cima de Janice desde as battles. Gostei da apresentação, mas parece que a galera da Miley não estava muito afim, né? Janice é espetacular e eu a amo, de verdade! Não emocionou, não se entregou.

 

RESULTADOS

Bernardo: Faz tempo que eu não dizia a seguinte frase – “O time do Adam é o melhor”. Vou até repetir para deixar isso bem claro – “O time do Adam é o melhor”. Os cantores são melhores, com mais maturidade, com mais prosperidade e uma possibilidade de ir muito além da noite da grande final. Escolhas inteligentes, acertadas e que Adam não fazia em muito tempo. Dito isso, acredito que o team Blake está no banho maria de sempre – nada de sensacional, mas nada de podre. Jennifer Hudson, no entanto, me desapontou muito, mas como acompanhei seu time com mais atenção nas últimas semanas, isso me deixa numa situação muito confortável em afirmar que tais lambanças não me surpreenderam nem um pouquinho. Quanto a Miley, queridos leitores, farei um minuto de silêncio em homenagem a todos nós que perdemos tempo assistindo esse episódio e as escolhas que ela fez.

Edu: Vamos lá. Pra mim Adam e Blake fecharam o Top 3 deles de forma coerentes, os quais todos ali eram merecedores de irem aos live shows. JHud também teria um Top 3 perfeito, se tivesse Hannah, ao invés do embuste da Shi’Ann. Mesmo assim, a coach encabeça um dos times mais fortes agora, tendo Davon e Noah, que têm tudo para serem finalistas. Agora vamos falar de Miley Cyrus? Amo nossa Hannah Montana, mas por mim ela nem precisa mais voltar ao The Voice, pois só faz burrada, superando Gwen e Shakira. Gente, eu esperava francamente ver Karli e Moriah no Top 3 dela, mas aí a bonita vem e me escolhe Janice e ASHLAND? REALLY? Me recuso, sabe? Mais uma vez ela vai morrer no mar antes da final, mas pelo menos garantiu Brooke também aos lives, e não fez mais que sua obrigação. Depois desses playoffs, pra mim a ordem dos times por força e relevância ficou: Team Adam > Team JHud > Team Blake >>>>>>>>>> ABISMO >>>>>>>> Team Miley.

Luke: Começamos a semana com as escolhas impressionantes de JHud, que passou a Shi’Ann no lugar de Chris pela sua performance meia boca. Fiquei surpreso, mas ela está mais do que certa, pois estamos aqui pra ver apresentações de qualidade. Pelo menos Davon e Noah ainda salvam esse time de estrelas. Depois veio Blake com suas escolhas que foram até justas, uma vez que seu team tem uma média boa e alguns arrependimentos ficariam por aí. Queria que ele tivesse passado Mitchell, mas não me decepcionei com sua escolha. Adam veio no segundo dia com as escolhas mais coerentes da semana e montou um top 3 de qualidade para os live shows. Por último tivemos Miley com umas escolhas erradas, principalmente com a apresentação meia boca de Ashland. As esperanças de ver Miley na final só diminuem com o temp

Renata: Vem com a gente! Adam, ao meu ver, fecha o Top 3 com maior força. Vejo os 3 candidatos indo bem longe, de verdade! Os anos passam, mas Adam não perde o feeling, ele sabe exatamente o que faz. Logo em seguida, vem nosso cowboy com um time bem consistente, e Red promete ser um nome fortíssimo na competição. Agora vamos para JHud, que me decepcionou bastante. J tinha o time mais forte desde as blinds, e não sei o que aconteceu no caminho. Me coloca Shi’Ann, que não tem nada de especial, e vai ficar plantada no palco com essa cara de paisagem. Porém, temos Davon salvando o time do marasmo total. Little Miley foi outra que fez uma burrada tão grande, que nem sei explicar. Tentando emplacar uma artista country escolheu Ashland, e deixou Moriah, que merecia muito mais, para trás. Eu nunca vou entender tais escolhas, sério! Janice e principalmente Brooke eu concordei, mas deixar nossa rock star fora, foi demais. Meu top time: Adam>Blake>Miley>JHud.

 

O que acharam dos playoffs? Foram justas as escolhas?

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