The Voice US – 13×18/19 – Top 12

Imagem: Trae Patton/NBC/Divulgação

Chegamos enfim aos live shows, e definitivamente agora tudo pode acontecer. O público tem total poder de decisão a partir desse momento, então é melhor se preparar, pois nem sempre os resultados serão o que realmente estamos esperando.

 

PERFORMANCES

 

Brooke Simpson – “Praying”

Bernardo: A gente sabe que as apresentações ao vivo geralmente trazem os problemas de qualquer performance do tipo, o que pode gerar alguns problemas principalmente sendo a primeira semana desta etapa. Disto isso, acredito que a Brooke foi precisa, pontual e que, como meus colegas já comentaram, honrou a versão original. Não vi nada de extraordinário ou de espetacular, há de se pontuar também.

Edu: Live shows já começando com tudo! Brooke veio com uma canção tão difícil, que quando ouvi a versão original pela primeira vez, fiquei boquiaberto de Kesha ter conseguido cantá-la. Brooke conseguiu acertar todas as variantes que a canção possui, sem exageros, entregando um número redondo e totalmente satisfatório. Pra mim, inclusive, já se tornou uma das melhores apresentações da garota na disputa.

Luke: Realmente Brooke honrou a versão original e fez bonito na abertura desta semana. A garota apresentou algo de extrema qualidade, com potência vocal, sem exageros característicos de alguns cantores. Mesmo seus agudos foram em momentos em que a canção pedia por isso. Um grande espetáculo nesta noite!!

Renata: Espetacular, é a única palavra que descreve o que Brooke fez. Foi tudo tão verdadeiro, que me arrepiou de um jeito que não sei nem expressar. Isso já diz muito sobre quem a garota é, nos entregou um número completo e sem exageros.

 

Red Marlow – “The Church On Cumberland Road”

Bernardo: Adoro o Red, na verdade, é um dos meus cantores preferidos nessa temporada no The Voice. É verdade que foi o feijão com arroz de sempre, mas não quer dizer que ele repetiu o tempero. Eu adorei a performance, a escolha da música e do domínio de palco.

Edu: Red veio com o bom e velho country tradicional, sem sair da sua zona de conforto. Ele optou por não ousar, ainda mais por ser o começo dos shows ao vivo, mas precisa tomar cuidado, pois ele não é o principal nome do team Blake, onde tem Chloe e Keisha no bonde. Ou ele inova na próxima (se houver), ou já pode se despedir da disputa.

Luke: O ranço inicial com Red passou e a apresentação foi bem construída. Mas é o que o Edu falou, ainda está muito na zona de conforto. Isso já fez pessoas saírem por bem menos.

Renata: Red nos proporcionou a mesma coisa de sempre. Repito tudo que os meninos falaram sobre a  zona de conforto, pena que os candidatos esquecem que isso não os leva muito longe.

 

Shi’Ann Jones – “Vision Of Love”

Bernardo: Eu posso ser chato em repetir isso, mas quer saber – Já deu cara, já deu.

Edu: Como esse embuste teve a audácia de assassinar esse clássico de Mariah Carey? Me recuso. Se eu fosse Mimi, abriria um processo contra Shi’AnzzzzzZZzzz…

Luke: Acho que estou começando a entender o que falta em Shi’Ann: controle vocal. Ela tem uma voz bacana, mas não consegue domesticá-la o suficiente para ser poderosa em alguns momentos e se manter em outros. Enfim, uma pena pois não é má cantora. A questão é mais técnica mesmo.

Renata: Shi’Ann tem uma voz que podia ser dona de tudo. Mas é tão sem emoção, que apenas resta exagerar em tudo para mostrar alcance, o que não quer dizer nada… olha que apresentação blé.

 

Jon Mero – “Why I Love You”

Bernardo: Foi lindo, foi inspirador e uma das melhores apresentações do Jon nessa temporada. Ousaria dizer que foi uma das melhores da temporada, mas aí é uma questão de visão. Essa interpretação foi impecável, repito, impecável do início ao fim. Sorte a nossa por Jon Mero.

Edu: Apresentação linda, singela, cantada com a alma. Não precisou de uma super produção, ou uma song choice que exigisse variações vocais incríveis. Jon soube interpretar com maestria cada verso cantado, e o momento dos falsetos foram totalmente sem exageros. Outra apresentação que amei.

Luke: Juro que me arrepiei com os falsetos. O cara trouxe uma apresentação tão humilde e simples, que deu gosto de ver e repetir o vídeo. Realmente foi algo singelo e que trouxe mais sentimento do que muitos que já passaram na competição. Jon está de parabéns e fez seu trabalho dentro do esperado, já quero mais dele na próxima semana.

Renata: Jon tem uma naturalidade sem tamanho. Entregou uma performance fascinante e de uma leveza que muitos passam a temporada inteira para conseguir.

 

Ashland Craft – “Delta Dawn”

Bernardo: Já disse mil vezes aqui nos comentários que eu tenho um lado fraco com um country meloso, romântico e com uma daquelas mensagens bem clichês. É o caso dessa apresentação da Ashland, que mesmo sendo bastante inferior com o que ela trouxe na semana passada, me manteve envolvido durante todo o tempo.

Edu: Me julguem, mas eu curti a apresentação. Não foi algo extraordinário ou brilhante, mas superou totalmente o desastre que foi sua performance nos playoffs.

Luke: Não julgo pois me encantei também. Foi mais uma apresentação simples, que trouxe seu recado. O country nem sempre precisa dos grandes acompanhamentos com instrumentos para ser bem executado. Uma voz e violão, junto ao arranjo, já deram conta do recado. Ashland fez certo e mandou bem.

Renata: O nome country da temporada marcou seu lugar, mesmo com uma performance tão fraquinha.

 

Adam Cunnigham – “Against All Odds”

Bernardo: Eu sou muito fã do Adam, na verdade desde o primeiro momento que ele apareceu no palco das blind auditions. Concordo que não foi a sua melhor apresentação, haja vista que teve alguns problemas aqui e ali, mas no geral foi satisfatório e deve qualificá-lo para mais algumas semanas.

Edu: Amo essa música de paixão, e pra mim Adam soube fazer uma versão incrível. Eu gostei e muito, mesmo não tendo sido sua melhor apresentação na disputa.

Luke: Adam segue forte como um dos meus favoritos dentro da competição e ainda trouxe uma das melhores músicas já feitas, na minha humilde opinião. Sua versão ficou gostosa de escutar, e desviou da zona de conforto sem perder a identidade. Realmente o cara tá de parabéns!

Renata: Eu fico nervosa só de pensar nessa música, porque, quem quer que cante, eu sempre vou amar. Pensei que no começo ele tinha errado a entrada ou coisa do tipo, mas depois vi que não foi.  Adam veio com hino e fez jus a música maravilhosa, ficou espetacular de ver e principalmente de ouvir.

 

Chloe Kohanski – “Thank You”

Bernardo: Serei o “do contra aqui”, mas eu não gostei em nada dessa apresentação. Achei forçada, com pouco estilo e originalidade ainda menor. Posso ser o único nessa cesta dissonante, mas não me cativou.

Edu: Apenas que uma das melhores apresentações da noite. Chloe veio com essa versão country de “Thank You”, e conseguiu tornar a canção tão atual, que sua qualidade atingiu um novo patamar.

Luke: Realmente foi uma clássica apresentação nesta competição. Chloe dominou o palco e a apresentação era só dela, ela conseguiu mostrar isso. Tudo feito com uma naturalidade, um bom arranjo vocal. A garota está de parabéns!!

Renata: Não estou aqui para negar o favoritismo que tenho por Chloe. A moça me cativou lá atrás e fiquei muito feliz em ver sua apresentação essa semana. Natural, simples e tudo tão seu. Vou ouvir muito.

 

Davon Fleming – “Love On Top”

Bernardo: Essa música da Beyoncé é uma das mais difíceis que ela já cantou, e que um cantor amador do The Voice poderia se arriscar em interpretar. Felizmente, quem escolheu interpretar foi Davon Fleming, um dos mais completos e talentosos cantores nesta temporada. É verdade que tivemos alguns problemas, mas foi divertido.

Edu: Davon é um dos meus favoritos dessa temporada, com toda a certeza, mas infelizmente não entregou um número satisfatório. Achei sua performance chata, pedante e inconstante. Espero que isso não lhe prejudique, sinceramente.

Luke: No início estava com os mesmos sentimentos de tédio, mas o refrão me envolveu. Gostei da interação com as back’s, e foi uma apresentação deliciosa de ouvir. A qualidade vocal de Davon já é nítida, precisamos mais é desse envolvimento que o define como estrela.

Renata: Vou confessar que revi a apresentação, e não sei dizer bem o que achei. Umas horas gostei, outras não… mas no fim foi tudo legal. Pensei que viria uma explosão, coisa que passou longe de acontecer.

 

Addison Agen – “She Used To Be Mine”

Bernardo: A melhor e mais completa apresentação da noite. Ela mostrou o porquê é uma das candidatas mais fortes a se tornar campeã ao final desta temporada, seja pela afinação, pela qualidade vocal ou até mesmo pela maneira única na qual ela consegue passar sua mensagem e emocionar o telespectador com uma música que não é dela. Tem qualidade, tem coração e tem profundidade, tudo o que o The Voice precisa.

Edu: Definitivamente a melhor performance da noite, não há dúvidas disso. Addison foi tão afinada, equilibrada à canção, que não esperava outro resultado diferente desse. Ela transformou a música em sua, abriu seu coração e foi embora, e com certeza por algum momento nem se lembrou direito que estava em uma competição.

Luke: Parece que finalmente chegamos a um patamar qualitativo difícil de decidir. Addison trouxe uma apresentação tão linear e poderosa, que envolveria qualquer um. Adam com toda certeza fez um incrível trabalho sobre ela e merece todo o elogio. Uma competidora a altura de uma grande final, se continuar trilhando o caminho certo!!

Renata: A maneira como Addison transmite a emoção que sente ao cantar é sem explicação. A delicadeza é sem tamanho, foi uma performance tão gigante, que ganhamos um belíssimo presente. Adam Levine fez a melhor coisa da vida, que foi manter a moça na competição. Quero mais e mais de Addison semana que vem.

 

Keisha Renee – “Midnight Train To Georgia”

Bernardo: Eu adoro essas músicas regionais, acredito que o programa ganha muito com essa diversidade, principalmente sabendo que o The Voice é assistindo tanto nas “costas elitizadas”, quanto no “interior”. Assim como na semana passada, Keisha se superou numa apresentação deliciosa, calorosa e muito bem bolada. 

Edu: Já estava apostando que o representante do team Blake a cantar a música nessa temporada seria Red, mas me enganei bonito. Keisha foi muito rainha sim, e entregou uma das melhores versões dessa música, simples assim.

Luke: Tão orgulhoso do Team Blake neste momento. Keisha já havia trazido um grande clássico nos playoffs, e agora volta com mais um estrondo de apresentação. Ela trouxe uma serenidade e ao mesmo tempo uma segurança ao cantar, que me impressionou muito. Espero que ela continue, pois foi uma das melhores da noite.

Renata: Essa semana a galera apostou pesado na leveza da coisa, sem querer entrar forçando. Confesso que não sou a maior fã de Keisha, mas tiro o chapéu para o que ela fez com essa música. Sinto que ela leva o time de Blake bem longe.

 

Noah Mac – “Speed Of Sound”

Bernardo: Eu tenho um problema com essa apresentação, na verdade um conflito, porque ao mesmo tempo que eu gostei muito de alguns pontos, eu odiei outros. Não sei como chegar num consenso, então vamos dizer que ficarei em cima do muro. Mediano, talvez?

Edu: Noah é outro favorito meu, e “Speed Of Sound” é uma das minhas canções prediletas do Coldplay. Por conta de tais fatores, esperava um match perfeito, algo que não rolou por aqui. Queria e muito que Noah se sobressaísse, mas no fim acabou sendo uma apresentação boa, just ok, e nada mais. Queria algo que fizesse tirar o tênis aqui e jogasse no vácuo, mas nem me sujeitei a tal.

Luke: Em relação a apresentação focada no cantor, foi algo just ok pendendo à boa qualidade. Fiquei impressionado com o que estava ao seu redor. A combinação bateria e guitarra, as luzes com uma movimentação suave. Isso conta alguns pontos quando você mede a qualidade da apresentação. Mas vocalmente falando, foi satisfatório mas não impressionante!!

Renata: Noah aproveitou o pacote que faz sucesso e se jogou. Não garanto que apostar na mesmice o salve das próximas vezes. Apresentação bem a cara dele, sem grandes mudanças.

 

Janice Freeman – “The Story”

Bernardo: Na semana passada eu confessei um problema pessoal meu, porque ao mesmo tempo que eu adoro a Janice como mulher e torço para que ela conquiste tudo que deseja na vida, não tinha sentido aquela força e aquela vontade que mostravam que ela realmente queria ganhar essa temporada. Isso mudou nesta semana, porque ela foi destruidora em todos os sentidos, emocionou e trouxe uma força inacreditável.

Edu: Janice simplesmente arrasou, encerrando com chave de ouro a primeira noite de live shows. Sério, por um pouco que até eu tirei meu tênis aqui e jogando-o também. Estou boquiaberto, pois pra mim foi a melhor apresentação dela na disputa, e entrou no meu Top 3 de favoritos da noite. Mandou hiper bem!

Luke: Já não sei mais o que achar desta noite e pra quem torcer. Tenho o singelo sentimento que qualquer perda por agora fará falta. Janice trouxe um poder vocal e uma evolução com a canção, que surpreende qualquer um. A felicidade ao cantar com a alma estava nítida. Fechamos uma noite com chave de ouro.

Renata: Amore, rainha que pisa faz assim! Garanto que “The Story” marcou vocês também em algum momento da vida. Ainda não tinha visto uma performance para honrar a original, assim como Janice fez. Eu só parei de me arrepiar quando terminou, para mim, a melhor performance da noite. Disparada! Fiz a Miley em pé cantando.

 

BOTTOM

 

Adam Cunnigham – “Fortunate Son”

Bernardo: Sério mesmo que nós chegamos aqui? Esse primeiro bottom com dois cantores fenomenais, sensacionais e que superam muitos que ficaram salvos nesta semana. Dito isso, acredito que o Adam não cantou pela sua vida, manteve-se bem, mas longe daquele grande momento.

Edu: Estou revoltadíssimo de Adam estar nesse bottom. Ok, a performance dele não foi tudo isso, mas o trocaria por Red facilmente. Me recuso!!!

Luke: Não consigo expressar minha maior indignação ao ver Adam por aqui, pois gostei e muito de sua performance. Sua apresentação do instant save foi tão boa quanto a inicial, mas a disputa é difícil com Jon por aqui também.

Renata: Sinceramente, não me passou pela cabeça que em momento algum, que Adam fosse parar aqui. Injusto demais, cadê Shi’Ann? Me poupem!

 

Jon Mero – “I Want You Back”

Bernardo: É horrível essa sensação, porque você sabe que o Jon é melhor do que isso, você sabe que o Adam é melhor do que uma apresentação meia boca. Eles são maiores do que um erro que pode lhes custar uma vaga no restante da temporada. Foi ruim, mas o que me deixa ainda mais frustrado é que o “ruim” é o melhor do que muitos que se apresentarão na semana que vem. Que lástima, senhor.

Edu: Se já não estava aceitando Adam no bottom, imagina Jon. O rapaz veio com uma das melhores apresentações da noite, enquanto isso Red e a embuste suprema da Shi’Ann continuam? Simplesmente me recuso, sabe?! Infelizmente essa sua performance pelo instant save não foi lá aquelas coisas, e acho que ele será o eliminado da semana, não sei.

Luke: Outra grande indignação pela performance incrível de ontem. Contudo, sua apresentação de um grande clássico dos Jacksons 5 foi bem aquém do que eu esperava. Não teve uma musicalidade, suas expressões estavam um pouco exageradas. Ele se apegou ao máximo, ao interagir com o público e esqueceu da canção. Enfim, acredito que ele saia hoje!!

Renata: Jon não se ajudou,né? Eu não entendo o quanto eles se entregam quando chegam neste ponto. Escolheria Adam facilmente, pelas apresentações de hoje.

 

ELIMINAÇÃO

Bernardo: Como disse no comentário anterior, eu estou frustrado, ou melhor, eu estou irritado e frustrado ao mesmo tempo, porque quando você pensa que depois de um início razoavelmente forte de temporada, os telespectadores vão votar de uma forma melhor, mais coerente e mais contundente, eles trazer um bottom como esse aqui. É ridículo, é entediante e extremamente incômodo. Vou para segunda semana desanimado, mas com a esperança que as coisas serão melhores.

Edu: Estou extremamente chateado e revoltado com o público americano, que mais uma vez mostra-se incapaz de votar em um simples reality show. Acho que eles estão pegando pra compensar a cagada que ficaram isentos nos playoffs, e descontaram agora. Me recuso a acreditar que o primeiro bottom da temporada foi formado por Adam e Jon, com Red e Shi’Ann tendo sido infinitamente piores. Entretanto, Jon se saiu pior na apresentação que valia o instant save, e isso me chateou, e acabou pesando na hora de eliminá-lo, com certeza. Agora sim, se já não bastasse o ranço já instaurado pela menina embuste de JHud, agora o mesmo aconteceu com o cowboy careca de Blake. Vou parar por aqui, antes que eu comece a xingar e muito, e somos um site de família.

Luke: Realmente uma decisão não tão difícil, mas triste. Jon não fez por onde nesse instant, e acabou levando a pior. Fico feliz em ver Adam continuar, mas indignado com a população norte americana, por colocar o rapaz nessa posição. Como Edu bem disse, temos muitos candidatos piores por aqui. Adam saiu de sua zona de conforto e o fez bem. Espero que consigam enxergar isso com o tempo!!

Renata: Primeiro, que não entendi porque Shi’Ann segue se salvando. Com o coração na mão, Jon se foi e, não podemos dizer que foi injusto, se você julgar pelo instant save. Mas, pensando no geral, Jon tinha tanto ainda a oferecer e mostrar, que o sentimento de revolta é muito grande! Pelo menos Adam segue para nos dar um pouco de paz por tantos embustes que não saem.

 

O que acharam das apresentações dessa primeira semana de live shows? Venha comentar conosco!

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