The Voice US – 13×22/23 – Top 10

Imagem: Tyler Golden/NBC/Divulgação

The Voice está chegando em seus momentos, e a disputa está ficando cada vez mais acirrada. Faltando menos de duas semanas para a grande final, dessa vez rolou uma eliminação dupla.

 

PERFORMANCES

 

Davon Fleming – “Hurt”

Bernardo – Não há uma maneira melhor de começar um episódio do que o Davon, sinceramente foi bom demais. Numa apresentação poderosa, instigante, explosiva no que se refere a talento, ele reforçou que apesar de alguns tropeços no passado, continua sendo um dos melhores nessa competição e certamente um dos favoritos para ganhar.

Edu – ESTOU SEM PALAVRAS! Depois de duas apresentações decepcionantes, essa definitivamente foi a redenção de Davon na disputa, me fazendo lembrar o porquê dele ser um dos meus favoritos dessa temporada. Pra mim essa é uma das músicas mais intensas de minha rainha Xtina, e todas as vezes que ouço impossível não se emocionar, e dessa vez não foi diferente. Estou completamente sem palavras, apenas isso.

Luke – Depois de duas semanas angustiantes, Davon veio com um tiro de apresentação. Acho que foi bem direta, conseguiu mostrar seus atributos vocais que conhecemos muito bem. O grande diferencial foi a centralização, o rapaz tinha um foco e manteve nele durante a canção, apresentando um bom show.

Renata – Davon, nunca critiquei! É para isso que assisto The Voice! A música é um show a parte, pega bem no coração. Apresentação consistente e muito emocionante.

 

Adam Cunningham – “Maybe It Was Memphis”

Bernardo – Aleluia Senhor, que acerto do Adam! Acredito que foi uma das umas melhores apresentações até então, onde mesmo apelando para sua zona de conforto, ele nos trouxe algo emocionante, forte e que redime tudo o que fez até aqui. Vocês sabem como eu gosto do gênero, principalmente sendo uma música autêntica do sul, como no caso, então isso aqui foi um acerto em todo os sentidos.

Edu – Finalmente Adam soube inverter a ordem das noites, vindo com uma apresentação incrível na primeira noite. O mesmo que ocorreu em relação a Davon, agora se encaixa a ele, e finalmente aquele Adam Cunningham que sempre chamou minha atenção lá nas blinds está de volta. América, por favor, dessa vez será uma injustiça gigantesca vê-lo no bottom, só que lembro que essa semana será triplo, com eliminação dupla. Ai Deus!!!

Luke – Mesmo com os erros da última semana, que justamente o colocaram no bottom, Adam voltou seguro e confiante. A apresentação foi linear, bem conduzida, com uma canção que realmente traduz sua identidade. Acho que a vertente do rock/country lhe caem super bem, e ele merece ser salvo dessa vez. Vamos América, confiamos em vocês!! 😀

Renata – Graças a Deus, os humilhados resolveram serem exaltados essa semana. Adam soube se reerguer muito bem, se destacar e mostrar seu estilo.

 

Noah Mac – “Ordinary World”

Bernardo – É verdade que eu já tive as minhas críticas, contundentes ao meu ver, direcionadas a Noah, mas mesmo assim sempre acreditei no seu talento e nunca duvidei que tinha possibilidade de impressionar positivamente. Felizmente foi o que ele fez aqui com Ordinary World”, onde trouxe toda aquela força escondida numa música perfeita para o seu tipo de voz. Que continue assim amigo, por favor.

Edu – GENTE! Não sei se é pelo fato da próxima semana ser a semifinal sangrenta, mas esses caras não estão para brincadeira. Essa pra mim foi uma das melhores performances já feitas por Noah, pois nunca vi uma versão assim desse clássico de Duran Duran. O rapaz conseguiu dar uma roupagem mais obscura e teatral, que deu super certo, mesmo que em alguns momentos sua voz possa ter se perdido vez ou outra, mas nada que lhe prejudique.

Luke – Mais um que me impressionou ligeiramente. O início foi bem construído, jogaram a ideia do piano, que foi interessante, mas isso pareceu cansa-lo um pouco. A condução do restante foi bem linear, e ele soube contornar estes detalhes ofegantes. Ainda assim, me surpreendeu positivamente por uma bela escolha e pelo contexto!!

Renata – Até que Noah está me fazendo dar o braço a torcer. Gostei do todo num geral, principalmente da música, que é maravilhosa! Noah sabe o que faz sucesso e como chegar lá.

 

Shi’Ann Jones – Diamonds

Bernardo – Ai Senhor, que coisa.

Edu – Chegou a embuste assassinando esse clássico de minha Riri. Fé no Pai que essa semana ela vaza com louvor! PS: eu ri com JHud dizendo que ela pode ser a nova Mariah, só se for da fase flop que ela se encontra desde 2009, porque se for de seus tempos áureos, nem ferrando.

Luke – Essa semana a voz de Shi’Ann conseguiu me incomodar um pouco. Não consegui perceber a construção da canção e parecia que estava meio escondido entre as palavras. Não havia musicalidade com a voz. A potência dos agudos está presente e é característica da garota, mas isso nunca construiu um excelente artista. Agora eu entendi um pouco do que é o ranço que o Edu tanto fala…

Renata – Mulher… mostra emoção, nunca te pedi nada!

 

Chloe Kohanski – “Call Me”

Bernardo – Um mulherão desses bicho!!!!! Chloe vem sendo consistente na tarefa de nos deixar boquiabertos pedindo por mais, mas desta vez ela passou dos limites, tenho que falar isso para vocês. A música já tem toda a sua potência particular, mas com a ajuda de uma produção excepcional do The Voice, ela foi mais longe. Eu fico animado e muito feliz quando o programa, apesar da idade, continua apresentando momentos como esse.

Edu – UOU! Chloe veio repetindo mais um tiro, e estou tão perplexo quanto na semana passada. Sua apresentação teve atitude, controle, presença de palco, poder. Sem contar que definitivamente ela é uma filha perdida de Bonnie Tyler, não é possível. Cada semana é mais nítido as grandes chances dela levar a temporada, ainda mais que pela segunda vez seguida, a loira saiu de sua zona de conforto.

Luke – Um tiro certo pra matar. Essa apresentação foi um espetáculo em todos os sentidos. A iluminação, a estrutura, a banda, os efeitos e o mais importante… uma voz de dar inveja em qualquer um. Mesmo que ainda um pouco inexpressiva – percebo isso em alguns poucos momentos, não me matem – Chloe está cada semana mais empenhada e melhor dentro da competição. Não sei quais as intenções de Blake esse ano, mas tem grandes chances de levar essa pra casa!!

Renata – Minha rainha e favorita não decepcionou. Chloe soube sair da casca de uma maneira extraordinária, a evolução é clara e nítida. Mr. Blake Shelton está conduzindo direitinho nossa diva. Chloe, por favor ,chegue longe, eu te amo.

 

Keisha Renee – “All By Myself”

Bernardo – Essa pegada Beyoncé que a Keisha quis dar a apresentação talvez não tenha sido a melhor escolha, mas aí não sei se foi decisão dela, da produção ou do coach. Seja como for, acredito que ela arrasou da metade da apresentação para o final quando mostrou quem manda de uma forma espetacular, precisa, segura e que me fez repetir. E olha que eu não faço isso sempre.

Edu –  Vou ser franco que no começo não gostei de Keisha dando uma roupagem diferente à canção. Entretanto, quando eu já estava desistindo da performance, fui surpreendido quando ela chegou ao ápice, lembrando e muito a minha versão favorita e uma das mais bem sucedidas da música, que é na voz de Céline Dion. Fiquei simplesmente boquiaberto, pois ela impôs um poder impressionante e conseguiu se transformar na diva suprema que eu esperava desde o início do número.

Luke – No início fiquei um pouco relutante com a identidade que Keisha quis empregar na canção, acreditando que teria feito uma song choice bem inadequada. Com o tempo, fui percebendo que ninguém trará na vida uma versão equiparada à Céline Dion, e que Keisha conseguiu mostrar potencial com a canção de maneira única e própria. O final foi surpreendente e me fez entender as intenções da garota com a canção. Sua voz é uma arma poderosa e Blake sabe trabalhar muito bem com a cantora, assim como fez com Chloe. Feliz em ver meu team do coração evoluir dessa forma!!

Renata – Confesso que amo Celine e suas inúmeras canções para sofrer na fossa. Achei que Keisha não daria conta do recado, mas quebrei a cara. Amei por demais a versão da moça. Quando a gente acha que Blake tá quietinho, ele mostra que está pronto para a briga.

 

Ashland Craft – “I Hate Myself For Loving”

Bernardo – Não foi ruim, mas sabe quando poderia ser BEM melhor? Foi o caso da apresentação da Ashland desta semana. Falta emoção, falta poder e falta aquela vontade de mostrar ao telespectador que ela está ali para ganhar e levar o prêmio para Piedmont, Carolina do Sul. Tivemos momentos ótimos, mas outro que ela pareceu completamente robótica. Uma pena, fiquei frustrado.

Edu – A achei ofegante, performance brega demais. Como diz minha parça Re, já pode cantar pra subir, e leve junto a embuste master da Shi’Ann.

Luke – Let’s rock baby!! Ashland veio com uma pegada diferente essa semana, que me fez ficar balançado. Não posso classificar como um estrondo, mas realmente foi bem melhor que semanas anteriores. Acho que um just ok com alguns bons momentos de brilhantismo!! Vamos ver como a América se posicionará quanto a essa nova vertente da cantora.

Renata – Eu me pergunto sempre, como as pessoas se perdem no caminho? Vou perguntar a Ashland, porque sinceramente não entendo onde ela colocou aquela rainha country que torcemos tanto. Talvez, Miley tenha apostado muito no cavalo errado.

 

Brooke Simpson – “Amazing Grace”

Bernardo – Essa música tem um lugar muito especial no meu coração, tenho que confessar para vocês. Porque quando um supremacista branco entrou numa Igreja Batista na Carolina do Sul em 2015 e matou nove negros, Barack Obama, como um Presidente digno, respeitoso e que conforta a nação num momento difícil, foi ao local da tragédia para uma homenagem. Ele escolheu “Amazing Grace” para o momento, se tornando um dos mais singulares e únicos da sua administração. Brooke não carregou a mesma emoção, até porque o momento era, felizmente, completamente diferente. Ela conseguiu trazer toda a força e poder que essa música tem numa apresentação simples, espontânea e maravilhosa. Talvez tenha sido a melhor da noite e seu melhor momento até aqui, mas deixa que depois eu conto pra vocês.

Edu – Não tenho palavras em descrever essa performance, encontro-me até agora em posição fetal de tão surpreendido que fiquei.

Luke – Posso classificar como melhor da noite?? Creio que sim… Brooke tem uma voz forte e todos sabemos disso, mas o trabalho feito por ela durante essa semana deve ter sido intenso. Ela apresentou um clássico, seguindo os padrões originais, mas com detalhes de originalidade. Com certeza foi um tiro certo e atingiu a todos nós. Suas nuances estavam dentro do padrão, e a voz encaixou perfeitamente com a canção. Só elogios!!! Só elogios!!!

Renata – Sua linda, maravilhosa, dona da minha alma! Eu acho Brooke deslumbrante em tudo que faz. Essa semana não foi diferente, me deixou bem hipnotizada. Fora isso, RT no Luke.

 

Red Marlow – “That’s What I Love About Sunday”

Bernardo – Mesmo que eu tenha adorado, porque é o meu estilo de apresentação, de música e de performance, Red precisa de algo, digamos, mais estimulante para as próximas semanas. Tal apresentação é perfeita para o Bluebird Cafe (alô colegas fãs de Nashville), mas num momento que o The Voice começa a encolher e os melhores dos melhores sobressaem-se, ele precisa de algo mais explosivo e espetacular.

Edu – Essa semana o ranço pelo Red bateu legal aqui.

Luke – Comecei sem muito interesse e permaneci assim por um bom tempo. Acredito que Red está batendo na mesma tecla do voz e violão há um bom tempo, já necessitamos de algumas surpresas para movimentar um pouco mais o competidor. A tendência desta mesmice levá-lo a lugar algum é bem grande!!!

Renata – Red, assim como outros competidores, precisa urgente virar a página. Empolgar, prender a gente. Não sinto vontade de ver a mesma coisa toda semana.

 

Addison Agen – “Lucky”

Bernardo – Não me matem por dizer isso, mas eu achei uma performance tão fraquinha, tão tediosa e repetitiva que eu me vi olhando no relógio quanto tempo faltava para terminar. Não me emocionou, foi fraco e poderia SER muito melhor do que bom. Uma pena. Mesmo.

Edu – “Lucky” é uma das minhas músicas favoritas de Britney, e simplesmente amei essa versão de Addison. Foi lindo por demais, com algo bem intimista, que soube tocar e explorar perfeitamente cada verso dessa música, que é muito intensa. Palmas e mais palmas, e se ela continuar nesse ritmo, a briga com Chloe pelo título da temporada será bem acirrada.

Luke – Acho incrível o trabalho desenvolvido por Addison nessa competição. A garota vem no estilo mineirinho, comendo pelas beiradas e só traz grandes apresentações. A cada semana ela desenvolve uma personalidade própria e consegue apresentar diversas vertentes de si sobre as canções. Realmente essa semana tivemos mais um sucesso na voz da garota e é, definitivamente, o nome forte que pode levar Adam à final.

Renata – Addison tem que parar de pisar no meu coração toda semana. Que deslumbrante! Eu paro pra pensar e me pergunto, onde mais ela quer chegar? Muito maravilhosa! Gosto da forma que ela defende seu estilo desde o começo e sem perder a qualidade nas apresentações.

 

BOTTOM

 

Ashland Craft – “Tonight I Wanna Cry”

Bernardo – Que morte horrível! Ashland foi difícil empolgar, mas (provavelmente) sair com uma apresentação dessas é triste para qualquer um, confesso.

Edu – Tchau, embuste Jr.

Luke – Ficou muito na fase do just ok, em um momento onde a necessidade é o tudo ou nada. Vamos ver as outras pra julgar, tomara que Davon não cague seu instant.

Renata – Ai, que isso?

 

Shi’Ann Jones – “At Last”

Bernardo – Essa música, curiosamente, é bem pontual e diz muito sobre a situação da Shi’Ann – “Enfim”.

Edu – Mais um clássico assassinado por essa embuste. Etta James deve ter se revirado toda em seu túmulo.

Luke – Cada semana mais inconstante, realmente o tempo dela já passou na competição.

Renata – Chega a doer de tão ruim.

 

Davon Fleming – “Ain’t No Way”

Bernardo – Por que o Davon está aqui? Tudo bem que foi uma noite única em apresentação, onde grande parte dos cantores aumentou o nível e fez com que esse Top 10 fosse memorável, mas Davon foi um dos responsáveis pela qualidade também. É um pena, porque esse Instant Save, na maioria, sempre traz o pior do candidato.

Edu – Davon, me ajuda para ser ajudado, essa gritaria toda foi muito exagerada. Teve uma hora que a sensação que tive foi de ouvir um gato sendo torturado.

Luke – Começou muito bem, suave, foi evoluindo com a canção e, no fim, fez algo satisfatório. Claro que ele ainda coloca muito suas apostas nos agudos e isso, definitivamente, é um crime quando se leva ao excesso. Enfim, espero que fique, pois as outras já estão fazendo hora extra por aqui…

Renata – Primeiro, que não entendi Davon aqui, mas vamos aceitar para doer menos. O “menos pior”, né gente? Agora que meu ouvido doeu, isso doeu.

 

ELIMINAÇÕES

Bernardo: Eu estou comemorando? Sim, senhoras e senhores eu estou pulando de alegria, porque esse povo finalmente votou direito. É verdade que a última vez que isso aconteceu foi no início de novembro na Virgínia e em Nova Jersey, mas é um grande momento para essa temporada e certamente um divisor de águas.

Edu: JUSTIÇA ENFIM SENDO FEITA E EM DOSE DUPLA! As duas grandes embustes saíram, e não tem forma melhor do que agradecer isso, com um “JÁ VÃO TARDE! PRINCIPALMENTE VOCÊ, SHI’ANN!!!!”

Luke: Realmente nossas preces foram ouvidas, mas Davon pode ficar esperto com esses exageros e toques pessoais fortes nas canções, pois cada semana é uma surpresa diferente.

Renata: Shi’Ann, cadê tua voz? Mostra tua voz agora! América sendo justa uma vez na vida. Obrigada!

 

Na próxima semana acontece finalmente a tão cruel semifinal sangrenta, onde quatro candidatos serão eliminados numa noite só, e então saberemos quem serão os finalistas da temporada. O que acharam desse Top 10? Comente conosco sua opinião!

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