The Voice US – 13×26/27 – Final

Imagem: Tyler Golden/NBC/Divulgação

Chegou o grande momento! Addison Agen, Chloe Kohanski, Brooke Simpson e Red Marlow tiveram uma longa jornada nos últimos meses, e agora apenas um deles será a nova voz da América. Performances memoráveis, duetos pra lá de especiais, assim foi a final do The Voice.

Vem com a gente!

 

PERFORMANCES

 

Addison Agen – “Humble And Kind”

Bernardo: Foi bom de assistir, acredito que Addison foi ousada e conseguiu sair da zona de conforto. Não sei se era o resultado que eu gostaria de ter assistido nessa reta final, mas temos uma noite longa pela frente.

Edu: E a final começa com tudo! Addison sempre com seu jeito doce e angelical, impossível não se emocionar com essa rainha. Que apresentação incrível, que canção maravilhosa! E ela se emocionando no final? Às vezes minha vontade é de guardar Addison em um potinho.

Luke: Sempre gostei do jeito com que Addison levou a competição. Nos apresentou de tudo um pouco, sempre nos emocionando, conseguindo boas votações e o carinho do público. Ela realmente é uma grande merecedora de estar aqui nesta final. Sua apresentação foi suave e emocionante, assim como sua personalidade.

Renata: Uma apresentação com o selo Addison de qualidade. A competidora mais emocional e verdadeira, mostrando todo o merecimento do seu lugar na final.

 

Chloe Kohanski – “Wish I Didn’t Love You”

Bernardo: Muito melhor que a performance na semana passada, na verdade ouso dizer que foi um dos melhores trabalho da Chloe nessa temporada. Trouxe segurança, estilo, talento e uma desenvoltura impressionante no palco. Poderia ter entregado isso mais cedo, mas estamos na final, não é mesmo?

Edu: UOU! E essa música sofrência? Que delícia de se ouvir, que refrão! Já tenho um novo hino para as bads sentimentais, e já estou bem ansioso para liberarem no Spotify.

Luke: Nem preciso comentar como minha torcida vai pra essa explosão chamada Chloe. A garota sempre veio com uma apresentação que chamasse a atenção, com aquele olhar penetrante e a voz que caminha junto com nossas emoções. Outra merecedora desta belíssima final.

Renata: Já me vejo deitada em dias chuvosos, chorando ao som da rainha do meu coração. Nunca escondi minha preferência por Chloe. Grazádeus as derrapadas foram poucas, para tamanha evolução.

 

Red Marlow – “I Pray”

Bernardo: Eu serei repetitivo, mas como estamos na final e vocês terão que me aguentar agora só em fevereiro de 2018, eu sinceramente gosto do Red, mas não entendo como e o porquê ele chegou nessa final. Essa apresentação mostra isso. Uma pena e um desperdício, seja de dinheiro, tempo ou empenho da produção em preparar uma performance como essa.

Edu: Me distraí aqui dando uma olhada no meu Insta, desculpa!

Luke: Red nunca foi minha escolha country e fez um pouco de hora extra por aqui… Em relação à canção, foi um pouco mais do que ele já vem fazendo há um tempo. Teve sua evolução, mas tem que crescer muito pra chegar ao nível das outras três como estrela musical, na minha opinião!!

Renata: Me pego fazendo o mesmo que Red, repetindo a mesma coisa toda santa semana. Cê não tinha nem que tá aqui, lindo!

 

Brooke Simpson – “What Is Beautiful”

Bernardo: Foi lindo de assistir, com perdão do trocadilho. Brooke entregou aquela performance que há tempo, ou melhor, muito tempo não entregava no The Voice. Foi lindo, foi emocionante, intenso e, o mais importante, trouxe uma mulher poderosa e forte nesse palco. Que coisa maravilhosa, senhores.

Edu: Só a mulherada poderosa nessa final. Mais uma performance icônica na conta de Brooke, e com razão. Achei essa música bem a cara dela, soube valorizar perfeitamente sua voz.

Luke: Assim como Edu colocou muito bem, as mulheres dominaram essa temporada. Brooke trouxe uma excelência com uma canção perfeitamente encaixada à sua voz. É um dos maiores nomes de hoje e, com certeza, um orgulho para a princesa country que a trouxe até aqui.

Renata: Uma final extremamente difícil quando temos tantos talentos assim. Tudo que Brooke faz é grande, fiquei totalmente arrepiada e com lágrima nos olhos. É de impressionar a presença de palco e a entrega dela. Como diz aqui na minha terra, “mermã tô passada”.

 

Addison Agen & Adam Levine – “Falling Slowly”

Bernardo: Eu gostei da ideia, gostei da escolha da música e, principalmente, da participação do Adam nesse dueto, mas quer saber de uma coisa? Ele foi quem brilhou, foi sua voz que superou a de Addison em grande parte da apresentação, e deixando-a escondida. Uma pena, mas é isso que acontece quando se coloca alguém que está engatinhando ao lado do Adam.

Edu: Que dueto mais maravilhoso! Sério, me deixou bem emocionado, de tão lindo que foi. Eu acho incrível esse jeito todo paizão que Adam tem com Addison, e a química entre eles é algo único, lembrando muito ele com a nossa saudosa Christina Grimmie na season 6.

Luke: Realmente um dueto incrível com duas vozes que se complementam perfeitamente bem, principalmente nesta canção. Foi bem respeitoso a divisão das partes sem que ninguém se sobressaísse. Já ouço “Falling Slowly” e lembro de Alex & Sierra e Carlito Olivero no TXFUS!! Apesar de todo o brilhantismo, percebi certa desconexão entre ambos no quesito performance. Se gravassem as duas separadas e unissem em um vídeo, daria a mesma coisa do que foi apresentado. Mas, ainda assim, não tira o brilhantismo das vozes.

Renata: Que lindeza, minha gente! Dei uma leve shippada, e depois voltei a realidade. Já entra na playlist de fofuras que enche os olhos.

 

Brooke Simpson & Miley Cyrus – “Wrecking Ball”

Bernardo: Diferentemente do dueto do Adam com a Addison, o que nós tivemos aqui foi a Miley deixando seu pupilo brilhar, apesar da escolha da música não ter sido acertada. Eu gostei pelo fato da Brooke ter se destacado mais uma vez, mas a Miley tem músicas melhores e mais poderosas para um momento como esse.

Edu: Miley já tinha divulgado em seu Insta uma prévia acapella do dueto, e já estava esperando pelo tiro. Apesar disso, eu esperava mais dele, pois parecia mais que a estrela do número fosse a Hannah Montana de Malibu. Não que ela ofuscou Brooke propositalmente, como já vimos em várias versões de The Voice e The X Factor ao redor do mundo (oi, Nicole), mas a sensação que tive foi da garota se sentir meio intimidada em cantar com sua coach, e assim parecendo que estava cedendo o destaque a loira. Mesmo assim eu gostei bastante, ainda mais pelo fato das duas terem cantado esse maravilhoso hino.

Luke: Uma canção difícil de ouvir sem comparações, principalmente quando a própria cantora está na apresentação. Miley já não é a mesma de sua fase louca, seja na aparência, na voz, nas atitudes… Foi neste momento que tivemos grandes clássicos surgindo, como o próprio “Wrecking Ball”, que, ao meu ver, foi melhor apresentado na noite de hoje do que na versão original, mas isso é gosto. Em relação ao dueto, houve sim uma quebra de expectativa, mas o brilhantismo permaneceu e não podemos julgar vozes tão bem preparadas. Gostei da atitude de ambas, apesar de alguns momentos mais fixos no palco mas, mais uma vez, isso é questão de gosto.

Renata: Já preparei as bolas,correntes,comecei a me balançar e gritei “QUE HINO!”. Pronta para o tiroteio que seria o dueto, como de fato, foi incrivel o quanto percebemos a mudança de Miley, de verdade! Só cresceu e fez Brooke crescer junto. As duas estavam prontas para tudo. Para mim, foi de aplaudir de pé.

 

Red Marlow & Blake Shelton – “I’m Gonna Miss Her (The Finishin’ Song)”

Bernardo: Coisa coisa deliciosa, Jesus Cristo!!! Se eu adorei essa apresentação? Foi um dos melhores e mais inesquecíveis momentos dessa temporada até aqui. Blake foi o que Red precisava no palco pra fazê-lo brilhar, dando cobertura em alguns erros sérios que ele continua cometendo. Podem ter certeza que essa delícia de performance está na minha listinha para baixar no iTunes mais tarde. Sério, obrigado por isso.

Edu: Odeio admitir isso, por motivos de ranço recém adquiridos em Red, mas adorei esse dueto. Não foi nada inovador, apenas o country tradicional sem sair da zona de conforto que o candidato vem mostrando desde o começo da temporada. Entretanto, Blake deu um toque a mais em tudo, e o resultado foi tão linear, que valeu a pena acompanhar o número.

Luke: Edu, posso ser um pouco ousado, mas discordo de você hahahhaha… Não no momento em que disse ser um bom dueto, pois realmente foi… mas na parte de estar na zona de conforto. Esta performance foi um pouco além do que Red vem apresentando dentro do country, teve alguns tons diferenciais, Blake conseguiu adequar algumas coisas. Gostei de um som meio havaiano que foi adicionado… Enfim, pra mim foi uma performance muito satisfatória, exatamente por não ser mais do mesmo country puxado que vem sendo apresentado há algum tempo!!

Renata: Amores, eu amo Blake…. e uma coisa que sabemos é que o cowboy sabe o que faz. Vida longa a Blake Shelton, que fez a gente ver Red até o final.

 

Chloe Kohanski & Blake Shelton – “You Got It”

Bernardo: Eu não queria que acabasse, nossa foi bom demais. Mais uma vez o Blake conseguiu fazer uma apresentação excelente, sem apagar ou ofuscar o talento do seu pupilo. É verdade que a música ajudou, mas foi mais um ponto alto dessa final.

Edu: Impressão minha ou a Chloe estava a cara da Meghan Linsey, finalista da season 8? Comparações a parte, foi um ótimo dueto, mas em alguns momentos senti que Blake se sobressaiu mais que sua pupila, mas mesmo assim não tirou o brilho do número.

Luke: Eu já amo Chloe por suas apresentações, amo essa música por ser um brilhantismo de Roy Orbison… a fusão não poderia me deixar mais contente. Sim, houveram momentos em que Blake dominou a canção, mas acho que foram momentos que inclinava mais com seu timbre. Estou mais do que orgulhoso de Chloe e confiante que sua carreira pode alavancar muito daqui pra frente.

Renata: Se eu tivesse lá tinha corrido no palco pra fazer esse passinho da Chloe. Só posso dizer que amei!

 

Red Marlow – “Make You Feel My Love”

Bernardo: Eu aprecio o uso do violão, acredito que ele conseguiu imprimir sua marca com a ajuda do instrumento, mas mesmo assim não entregou uma apresentação que eu queria assistir. Em defesa do Marlow, “Make You Feel My Love” é mais do que uma música e sim um estado de espírito, portanto era realmente difícil.

Edu: Pra que assassinar esse maravilhoso hino? Adeus! E a cara de “comovido” no final? Me poupe, se poupe, NOS POUPE!

Luke: Muito difícil escrever comentários sem comparações com grandes números. Realmente ficou muito aquém do esperado. Pra quem já ouviu essa canção nas vozes de Adele ou Lea Michele, sabe que isso foi um grande nada. Foi diferente?? Não muito. Aqui o diferente seria trazer uma canção como esta ao country, e aí ele permaneceu em uma melodia que não encaixava bem com seu vocal. Enfim, não estou aqui pra dizer o que deveria ser feito, mas realmente não deu aquele gás que esperávamos.

Renata: Acho essa música aquela cartada final para quando estamos querendo comover, o que não aconteceu. Mas, ainda sim, gostei um pouco.

 

Brooke Simpson – “O Holy Night”

Bernardo: Se eu estou sem palavras? Não sei nem o que comentar para vocês depois de uma apresentação como essa, que coisa linda! Eu adoro um clássico de Natal, mas nada de Mariah Carey, e sim de algo que vai lá na alma e te toca de uma maneira única, poderosa e potente. Foi o que e Brooke fez aqui, me deixando sem palavras, o que é bem difícil. Quem me conhece sabe.

Edu: É de lei todas as temporadas da fall de The Voice rolar algum clássico natalino, e dessa vez não foi diferente. Aí Brooke vem com mais esse tiro de metralhadora, com uma apresentação mais singela, perto do que ela vem mostrando ultimamente. Foi tudo na medida certa, lindo, emocionante, cantado com o coração e sem exageros. Uma das melhores performances da noite, com certeza.

Luke: Eu tenho um ponto fraco quando vamos falar de apresentações natalinas, pois esse é meu período favorito do ano em todos os sentidos. As canções realmente conseguem abranger todos os aspectos, da alegria à emoção. Brooke trouxe uma apresentação que não coube no palco de tão grande que foi. A garota fecha seu número da noite mostrando ao que veio e porque merece ser a grande campeã. Minha torcida não é 100% para ela, mas com certeza seria uma vitória justa!!

Renata: Minha nossa senhora foi de tremer o chão aqui de casa. É diferente ver Brooke tão contida, tanto que ela explodiu no final e arrepiou até a alma da gente.

 

Addison Agen – “Tennessee Rain”

Bernardo: Já comentei aqui antes que eu adoro uma música autêntica do sul. É bom para o programa, porque traz diversidade e uma cultura riquíssima, principalmente como do Tennessee. Digo isso, porque mesmo não tendo a força de apresentações recentes, Addison mostrou que isso não tem o menor problema quando se canta com o coração, põe-se emoção e sentimento em algo que deixa a gente feliz. Foi lindo!

Edu: Eu acho incrível esse dom que Addison tem de tocar o coração da gente todas as vezes em que canta. Ela transmite uma energia muito boa, uma paz de espírito, conseguindo tocar no fundo de nossas emoções. A jovem vem fazendo uma jornada incrível, e pra mim já se tornou uma das artistas mais marcantes da história do The Voice com esse seu jeito único de ser. Não tenho mais o que dizer de minha anjinha.

Luke: A simplicidade é o que mais encanta em Addison com toda certeza, e isso está em todos os pontos. Adam soube trabalhar isso muito bem nela e em suas jogadas de apresentação. A ambientação de um quarto com um violão, mais nada será necessário para emocionar. Foi dito e feito… Uma artista por completo, que consegue se moldar bem em diversas áreas e provou isso por aqui. Posso dizer que há muito tempo não vejo uma final com três cantoras tão poderosas e marcantes.

Renata: Concordo com o Luke quando fala da simplicidade de Addison. Incrivel o quanto as coisas da alma,sentidas de verdade, são as mais lindas. Addison fez seu nome, independente do resultado. Parabéns para Adam Levine, que mais uma vez soube conduzir uma pupila tão bem. De quebra, ainda nos presenteou com esses momentos e singles para se apaixonar.

 

Chloe Kohanski – “Bette Davis Eyes”

Bernardo: Desculpa, mas eu não sei nem o que falar para vocês depois do que assistimos aqui. Sério, foi grandioso, foi inspirador, maravilhoso e acima de tudo, um momento memorável para o The Voice e para a carreira de Chloe. Eu não vi esse talento lá no início da temporada e peço desculpas por isso, o que vimos aqui foi mais do que uma grande apresentação, foi o primeiro passo de uma carreira espetacular.

Edu: Vamos falar de Chloe? Ela é simplesmente a artista mais versátil da temporada, fazendo jus em estar nessa final, além de ser a favorita ao título. Ela começou de forma tímida, arriscando pouco até a fase de knockouts. Ao chegar oficialmente aos live shows, a loira simplesmente parecia outra pessoa, saindo de vez da sua zona de conforto, e a cada semana se arriscando em algo novo, e o melhor, não decepcionando. Dessa vez ela veio com algo diferente novamente, e como disse Blake, ela é uma superstar, só nos resta aceitar. Sabemos que vencedores do The Voice não têm uma carreira tão evidente como devia após o programa, mas Chloe é um nome que grandes empresários e produtores da cena musical deviam sim abrir os olhos e ver o potencial que ela tem.

Luke: Já não tenho mais como elogiar, pois não há mais adjetivos que consigam representar Chloe. Ela é definitivamente uma artista, um clássico deste programa que pode prometer muito em um futuro. Geralmente são poucos os cantores que seguem uma boa carreira após uma competição, bem como Edu falou, mas essa farei questão de acompanhar, pois foi um dos meus maiores orgulhos de ver. Ela cresceu, mostrou que não está lá para brincadeira e fez o seu melhor. Do mais louco Indie aos clássicos femininos dos anos 80, Chloe passa por todos brilhantemente. Está mais do que de parabéns pela apresentação e carreira até aqui… Estou na torcida!!

Renata: Se eu amei? Baby, eu achei maravilhosa! Chloe sabe se reinventar e manter a qualidade.Torço muito para que Chloe vá muito além do The Voice. Foi uma artista que desde o início nos intrigou e mostrou que existia algo bem maior que uma blind nervosa e morna. Uma evolução sem comentários. Parabéns ao nosso cowboy de bobo não tem é nada.

 

SPECIAL PERFORMANCES

 

Addison Agen & Norah Jones – “Don’t Know Why”

Bernardo: Esses duetos espetaculares com famosos na final é o meu momento preferido, tenho que confessar para vocês. Por quê? Só assistir essa apresentação da Addison com o Norah mais uma vez.

Edu: QUE DUETO MARAVILHOSO! Norah foi a pessoa certa pra cantar com Addison, e ainda mais com essa música incrível, que combinou perfeitamente com estilo de nosso anjo finalista.

Luke: Dueto tão belo quanto a genialidade do dia anterior, mas ainda bato na tecla da pequena falta de entrosamento entre cantores. Queria um pouco mais do olho no olho e sorrisos, o que, mais uma vez, não tira a genialidade da apresentação, mas é gosto próprio. O dueto foi linear, delicioso de escutar, Norah ao piano, as vozes se assemelhando muito. Realmente foi muito bom!!

Renata: A fome com a vontade de comer. Nunca vi um dueto tão a cara das duas. LINDAS!

 

Brooke Simpson & Sia – “Titanium”

Bernardo: Alguém avisa para Beyoncé que tiraram a Sia do cativeiro, porque além de mostrar que “quem sabe faz ao vivo”, ela ainda proporcionou para Brooke um momento excepcional e único na sua carreira, seja pelo aprendizado, pela honra de cantar ao lado de alguém tão criativo e talentoso como a Sia. Foi espetacular gente, pode repetir qualquer dia desses.

Edu: Eu achei esse dueto meio bagunçado, não rolou um match entre as duas. Acho que “Chandelier” teria sido bem melhor, que valorizaria bem mais elas juntas. Separadas a coisa funcionou melhor, mas ainda assim não me ganhou.

Luke: A música é linda?? Sim. Foi feita de uma maneira bonita de se ouvir?? Sim. Foi uma boa apresentação?? Não! The Voice já ultrapassou a barreira de analisar apenas a voz, na verdade quase nunca isso é levado em conta em unanimidade. A apresentação não teve nenhum entrosamento entre elas, nem mesmo o palco dividiram… Apesar de amar a voz de Sia, essa forma de isolamento na apresentação não funcionou. Brooke teve seu momento em diversas vezes, mas Sia brilhou tanto quanto a garota. Enfim, não me convenceu…

Renata: Duas divas juntas com uma música maravilhosa. Assistiria de novo, mas esperava bem mais, se tratando de Sia.

 

Chloe Kohanski & Billy Idol – “White Wedding”

Bernardo: Esse momento entre a Chloe e o Billy Idol foi algo que me deixou sem palavras, sério. Foi inspirador, para dizer o mínimo.

Edu: Que apresentação! Chloe mais uma vez colocando toda sua versatilidade em jogo, e não decepcionou. Só perdeu para o dueto de Addison, no quesito melhor da noite, mas foi muito bom.

Luke: QUE DUPLA!! Sério, pra mim foi o melhor da noite disparado. Teve emoção, agilidade em palco, entrosamento entre ambos, com a plateia, com os músicos. Chloe conseguiu se superar em todos os sentidos e está no páreo para brigar por essa competição. Eu gosto de ver a garra em seu olhar, de alguém que não vai desistir fácil e, com título ou não, já é uma campeã. GO SISTER!!

Renata: A luta vai ser grande e tenho certeza, quem ganhar vai ser por pouco. Mostra tua voz Chloe, mostra que você está aqui para ganhar. Linda, sexy, e como disse o Edu, versátil.

 

Red Marlow & Vince Grill – “When I Call Your Name”

Bernardo: Que desperdício do Vince Grill, sinceramente, pode até ligar para o Procon que algo deu defeito nessa apresentação.

Edu: Vamos para o anúncio da vencedora? Quero saber se vai dar Addison ou Chloe.

Luke: Foi uma bela apresentação, mas bem linear. Trouxe a emoção do campo, mas parou por aí. Acredito que as chances de Red são bem poucas, mas Blake fez um bom trabalho trazendo dois competidores até aqui. Alguma coisa a América viu no rapaz, mas a vitória já tem uma disputa feminina acirrada.

Renata: Ahhh…doce Red, tente de novo!

 

VENCEDOR

Bernardo: Antes de assistir os episódios e saber o resultado da final, eu tive a sorte (?!) de ter um spoiler daqueles ao me deparar com uma entrevista do Blake para o The Tennessean, onde ele falava, logo após o anúncio da vencedora que Chloe estava destinada ao estrelato, afirmando que “a gravadora só tinha que dar uma plataforma para ela”. Eu nem tenho como discordar do que ele falou, bem porque é o óbvio, haja vista que o que muitos artistas precisam nessa indústria, ou em todas as outras, é de oportunidade para mostrar seu trabalho. Ainda bem que temos o The Voice para fazer esse trabalho, onde alguém que mora no interior de Oklahoma consegue comprar uma passagem de ônibus para a capital do Estado, participar de uma audição e cantar para todo o país, além dos territórios que exibem o programa, como o Brasil. Eu sempre reclamo de ver esse programa vencendo o Emmy de Melhor Reality Show, é praticamente um ritual anual, haja vista que derrota meus eternos favoritos – Project Runway e Dancing With The Stars, mas em 2018 a Heidi Klum que me perdoe, porque eu vou comemorar a 13ª temporada ser, provavelmente, coroada como a melhor do ano. Obrigado a NBC, ao Mark Burnett (nunca pensei que diria isso depois do Trump) e a produção do programa. Foi um ano inesquecível.

Edu: Terceiro e quarto colocados não foi surpresa alguma, convenhamos. Agora vamos falar do Top 2, que pra mim se tornou dos mais acirrados do The Voice US. Tanto Addison quanto Chloe foram evoluindo de forma única no decorrer da disputa, e a resposta foi nítida principalmente no desempenho delas nos charts. Nessa semana decisiva do programa, as duas disputaram o topo do iTunes americano a ferro e fogo, cada hora que se via a atualização, uma delas havia assumido o primeiro lugar. Chloe foi a artista que mais evoluiu, e Miley perdeu a excelente oportunidade em mantê-la em seu time, mas talvez se ela tivesse continuado por lá, será que ela teria a mesma sorte? Blake fez um excelente trabalho com a loira, eu mesmo pensei que ele a transformaria em uma artista country genérica, algo típico em seu time, mas já tinha Red completando a quota, e sem contar que Keisha fez as vezes também como a country “diferentona”. O que ele fez com Chloe? A tirou de sua zona de conforto, fez a jovem ousar e surpreender a cada semana, passando por outros estilos musicais. Vimos uma versatilidade sem fim, algo que não se via no The Voice americano há um bom tempo, pois os candidatos costumam seguir a mesma linha de estilo, alternando para outros ares vez ou outra. Adorei a vitória de Chloe, mesmo que 49% da minha torcida fosse para ela e os outros 51% para Addison. A pupila de Adam fez uma trajetória linear, e soube conquistar a América de forma única. Mereceu chegar até o segundo lugar, e com certeza a loira foi uma pedra e tanto no sapato de Chloe, e não duvido nada que o resultado foi apurado nos mínimos detalhes, com uma diferença minúscula entre as duas. Adorei uma final dominada por mulheres, pois sempre costuma ser o inverso ou meio a meio, e esse é o primeiro Top 2 feminino desde a season 5, e o terceiro da história do The Voice US. Parabéns Chloe, você mereceu a vitória, apesar disso ter rendido o hexa ao Blake (conseguiu ser primeiro que o Brasil na Copa).

Luke: América, pela primeira vez em tempos posso dizer: MUITO OBRIGADO! Vitória mais do que merecida de nossa querida Chloe, que encantou e causou na competição. Sua evolução é mais do que nítida, e espero muito que ela voe cada vez mais alto. Sua história no The Voice é única e especial, ela está de parabéns! Addison tinha todas as chances de levar essa competição com toda certeza, mas acredito que falta alguns pontos de olhares e movimentos que Chloe leva bem melhor em palco. Enfim, não poderia estar mais feliz com a decisão e pela garota.

Renata: AAAAAAAAAAAAAAA! Apesar de toda torcida, achei que os americanos iam dar mais uma rasteira na gente.Uma vez na vida não deram a vitória pro country óbvio da temporada. Final maravilhosa, com mulheres poderosas e muito merecedoras da história que contaram até aqui. Chloe foi uma completa estrela no momento que decidiu voar e mostrar suas garras. Artista chega e faz assim, cresce, não tem medo, se mostra, encanta e arrisca. O mundo vê quando você se deixa ver, foi o que nossa vencedora fez. Se fez ver, se fez merecedora, nos presenteando performances que fizeram a admirar e querer afastar o sofá da sala. “Landslide” e “Total Eclipse of the Heart” já estão marcadas em meu coração com a versão Chloe Kohanski. Obrigado América e Mr. Blake Shelton, pelo roubo mais certo que já fez. Não fui pé frio e a vitória é nossa!

 

O que acharam da vitória de Chloe Kohanski? Nós ficamos por aqui com mais uma cobertura de The Voice US, e agradecemos pela parceria de sempre, em acompanhar nossas reviews semanais.

O programa volta em fevereiro em sua décima quarta temporada, e contará com Kelly Clarkson e a volta de Alicia Keys nas badaladas cadeiras giratórias vermelhas. É claro que continue acompanhando nossos textos sobre o reality.

Fiquem atentos que essa semana ainda tem a review da final de The Voice Brasil, e em janeiro a cobertura de The Voice UKThe Voice Brasil Kids.

Até daqui a pouco!

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