The Voice US – 14×03/04 – Blind Auditions

Imagem: Trae Patton/NBC/Divulgação

Segunda semana de blind auditions. Depois de uma premiere poderosa e promissora, podemos dizer que esses dois últimos programas a qualidade deu uma caída. A qualidade de grande parte das apresentações não chegou perto daquelas espetaculares vistas anteriormente.

Podemos dizer que o destaque foi, mais uma vez, o entrosamento entre os coaches. Vamos conferir o que rolou?

 

PRIMEIRO DIA

 

Christiana Danielle – “Hotline Bling”

Bernardo: Eu amei com toda força essa apresentação. Teve leveza, sentimento, profundidade e uma delicadeza impressionante na composição da apresentação. Christiana é uma daquelas, cujo nome já está na minha listinha para acompanhar no futuro.

Edu: Que versão mais incrível! Adoro essa canção do Blake, e Christiana trouxe algo tão suave e angelical. Fechei os olhos e viajei demais aqui, a achei muito poderosa. Ansioso pela parceria entre ela e nossa girl on fire.

Luke: Adoro por demais essa música do Drake e tipo, Christiana me ganhou totalmente com essa versão diferentona e mais suave. Impossível não curtir a audição, porque foi muito delícia de assistir.

Renata: Que delicadeza! Amei a versão,de verdade! Tenho um grande fraco por essa música e por todas as versões já feitas e essas bem acústicas, ai!  Amei a atitude, visual, tudo.

 

Brett Hunter – “She’s a Bad Mama Jama”

Bernardo: Sabe quando você gosta, mas ao mesmo tempo não gosta? Esse é o paradoxo que encontrei ao assistir essa apresentação do Brett. Ela é boa, é interessante e confirma o talento do moço em cantar. Mas ele não está pronto, há inúmeras falhas na performance. Seja na incapacidade de conectar-se com a plateia de se comportar no palco e outras pontuações.

Edu: Tipo, Brett tem uma energia contagiante, isso é fato. Por outro lado, algo me incomodou nessa performance. Talvez possa ter sido a song choice, pois sua voz é muito bacana. Sei lá, achei mais do mesmo. Brett seria um act perfeito para o team Adam, e sinceramente não sei se terá futuro no team Blake. Vamos aguardar…

Luke: Concordo totalmente com o Adam, porque se o cara tivesse feito a audição inteira só com a voz e tocando aquele instrumento definitivamente teria quatro cadeiras viradas. Tipo, eu curti demais a vibe que ele trouxe com sua apresentação, com toda certeza tem um baita potencial e já estou na espera por mais surpresas.

Renata: Que vibe! Vem cá,dança comigo! Viraria fácil. Super faz meu tipo de participante, e já estava com o coração na mão achando que não iam virar. Saudades meu Taylor Jhon! A gente pode falar o que for, mas Blake sabe fazer seus pupilos evoluírem. Claro, nem tudo é perfeito… mas, já fez muitos vencedores. Espero que Brett vá longe!

 

Jamai – “U Got It Bad”

Bernardo: Eu gostei do estilo, a voz é ótima, o carisma transborda e ele parece ter nascido para televisão. Eu não teria virado, tenho que confessar para vocês, mas eu adorei a história dele. Cantando telegramas? Inclusive para separações? Adoro conhecer pessoas diferentes.

Edu: Achei mais do mesmo, um perfil já bem saturado e que vimos muito em treze edições de The Voice. Como R&B é o forte de Alicia, tenho certeza que ela poderá moldá-lo da forma exata, e eu então talvez calando a minha boca.

Luke: Eu achei bacana a voz e estilo do Jamai, mas particularmente em alguns momentos achei que ele deu uma exagerada na dose. Ainda assim foi outra ótima blind e o cara definitivamente mereceu seguir na competição, até porque tenho certeza que Alicia vai extrair o melhor dele.

Renata: Se eu fechasse meus olhos poderia ficar muito tempo ouvindo Jamai. Fiquei com vontade de fazer a mesma dancinha que ele, ou cantar igual a Alicia. Super curti a performance no geral, mesmo achando bem limitada. Espero que mostre mais controle daqui para frente.

 

Mitch Cardoza – “No Woman, No Cry”

Bernardo: Que bagunça, Jesus! O moço serve para eye candy, mas um eye candy sem talento não se enquadra muito bem no The Voice.

Edu: Acho que a última vez que vi um act reggae no programa foi a saudosa Anita Antoinette na season 7, e após isso nada mais me lembro. Mitch poderia quebrar esse hiato de sete temporadas, mas sua apresentação chegou a ser vergonhosa.

Luke: Juro que tentei curtir e entrar na vibe, mas pra mim não rolou.

Renata: Rapaz, ele podia cantar aqui pra mim… mas, na competição não passaria da segunda fase.

 

Mia Boostrom – “Pillowtalk”

Bernardo: Estou ainda me questionando o porquê Adam virou. Não posso discutir com a mente e a cabeça de um artista, sabe-se lá o que ele viu nessa moça, mas foi uma performance fraca e sem personalidade.

Edu: Pessoas, aprendam uma coisa, “Pillowtalk” não é música de se cantar em audição. Adam, homem, por quê?

Luke: Outra música que curto por demais, embora ache que deveria ser excluída por um tempo nos repertórios desses programas. Em relação a apresentação, gostei da Mia e de toda aquela sua história de superação. Tem sim alguns pontos que precisam ser trabalhos ali, pois rolaram algumas derrapadas durante a música, mas ela também tem bastante potencial

Renata: Fraquíssima a senhora! Tô sem entender por que Adam virou? É o que?

 

Jackie Foster – “What About Us”

Bernardo: Nossa, não sei se eu já estava com um pouquinho de sono quando assisti essa apresentação, mas foi um tédio. Ela evidentemente escolheu a música errada para sua voz, se perdeu em diversos momentos e realmente não me empolgou. Quem sabe nas batalhas?

Edu: Apesar de algumas falhas e exageros, Jackie tem uma voz poderosíssima. Eu amei por demais a candidata, mesmo com tais tropeços. Como diz meu amigo Luke Franco, ela é um verdadeiro diamante bruto pronto para ser lapidado. Ela tem a mesma vibe pop/rock de Kelly, portanto com certeza vem coisa muito boa a caminho.

Luke: Pra mim Jackie começou maravilhosamente bem, aí no meio da apresentação parece que decaiu um pouco o negócio, mas lá no finalzinho achei que ela conseguiu recuperar um pouco o fôlego. Ela tem uma voz bastante interessante e deu a entender que bastante experiência também. Com certeza vai ser bacana assistir ela e Kelly trabalhando juntas.

Renata: Ai gente! Tô achando bem cansativas as audições dessa semana. Não achei Jackie diferente, nem surpreendente em absolutamente nada. Muito pelo contrário, bem mais do mesmo. Espero que sua jornada melhore,pois aqui, não me conquistou.

 

Kayla Woodson – “Turn On The Radio”

Bernardo: A única coisa boa dessa apresentação da Kayla foi a participação do irmão dela em alguns flashes. Lembrando que ele esteve lá por apenas alguns segundos, nós realmente temos um sério problema com isso aqui.

Edu: Ai me distraí aqui, de tão chata que foi a performance.

Luke: Concordo com os comentários do pessoal em relação aos probleminhas na apresentação, porém ainda assim jurava que alguém iria acabar virando pra ela, principalmente o Blake. Não rolou dessa vez, mas que ela volte na próxima temporada.

Renata: Ela realmente mostrou que tem potencial. Mas, achei uma performance mais gritada do que cantada. Nada de especial até aqui.

 

Reid Umstattd – “Take Me To The Pilot”

Bernardo: Que apresentação deliciosa, nossa. Um pouquinho de Elton John, como o Adam falou no início, era tudo o que essa noite precisava. Reid andou naquela linha tênue entre uma apresentação cheia de qualidade, sem deixar de se divertir.

Edu: A blind que mais gostei até agora desse episódio. Reid tem presença de palco, carisma, uma voz contagiante e veio com uma song choice certeira. Por mim merecia as quatro cadeiras viradas, mas teve duas e isso é ótimo.

Luke: Não vou dizer que o Reid me ganhou com sua apresentação, porque estaria mentindo, mas no quesito voz o cara mandou super bem e deu sim pra ficar empolgado aqui. Achei que ele conseguiu mostrar seu potencial muito bem.

Renata: Um dos mais animadores da noite. Deu aquela empolgação! Eu amo esse timbre, mas não o vejo chegando tão longe.

 

Jorge Eduardo – “Despacito”

Bernardo: Eu gosto de diversidade. É fundamental que tenhamos um cantor em espanhol nessa temporada, seja pela necessidade de ter essa representatividade e também por ter alguém falando espanhol na NBC para todo o país. Jorge é a pessoa certa pra isso? Me parece que não, mas veremos se ele é aquele famoso cantor de uma única música ou consegue fazer mais do que isso.

Edu: Versatilidade de estilo no programa é bom? É ótimo, maravilhoso, mas nosso personagem de novela mexicana não me agradou. Sinceramente não entendi de Kelly ter virado, vamos ver o que ela vai aprontar com o rapaz. Será que estamos prestes a nos depararmos com um Carlito Olivero 2.0 (saudades The X Factor US e Pau Pau Rubino).

Luke: Ah gente, essa vai ser difícil de defender e isso pelo fato do guri ter escolhido justamente essa música, que peguei um ranço absurdo. Certeza que roda na próxima fase.

Renata: Tô muito pessimista hoje! Mas gente, olha isso. Gostei da voz, do timbre, da pessoa (uma lindeza). Mas qual a chance de suportar o peso da competição? Ao meu ver nenhuma. Posso me surpreender? Posso! Agora é torcer para Kelly fazer um bom trabalho. Já está dentro mesmo.

 

Austin Giorgio – “How Sweet It Is (To Be Loved By You)”

Bernardo: Austin é de Rochester, o que é um pouquinho longe da cidade de Nova York. Qual o meu ponto? Acredito que ele seria perfeito para alguma das diversas produções da Broadway que estão contratando. A voz me pareceu mais com aquela que se precisa num grande musical, do que no The Voice. Entretanto, diversidade é a nossa força, não é mesmo?

Edu: Não tendo um Michael Bublé wannabe não é The Voice, não é mesmo? Jurava que Adam fosse virar, pois ele tem uma atração forte por candidatos do gênero. Entretanto, diferente de outros que já passaram no programa, esse não tem aquele “quê” a mais. Certeza que das batalhas ele não passa, e que Blake só virou por adorar a música.

Luke: Sempre tem um que vem pra fazer o Bublé da temporada, né? Austin até tem uma voz boa, mas é outro que não me ganhou nada com essa audição.

Renata: Vou falar do fundo do coração. Eu tenho uma preguiça enorme desses aspirantes a Michael Bublé. Por mim, ninguém tinha virado.

 

Johnny Bliss – “Preciosa”

Bernardo: Oh meu Deus!!!!! O que foi essa apresentação? Que delícia de música, de interpretação e uma qualidade indescritível de talento. É verdade que essa performance estava carregada de emoção, visto pela maneira na qual ele deu ênfase para “Puerto Rico”. Há uma grande comunidade de porto riquenhos morando em Nova York, e posso dizer para vocês que Johnny fez jus a todos eles. Parabéns e obrigado por isso!

Edu: ISSO É UM ACT LATINO QUE SE PREZE! Quase levantei aqui pra dançar o “Preciosa”. Foi uma apresentação gostosa e contagiante, merecidíssima das quatro cadeiras viradas, apesar de Kelly ter sido tombada. Espero e muito que Johnny tenha vida longa na disputa, gostei muito dele. Morri absurdamente com o merchan para que ele escolhesse Alicia. PS1: o que foi a reação de Kelly ao saber que foi tombada pelo Adam? PS2: Alicia cantando em espanhol foi sensacional.

Luke: Foi uma blind bem interessante de assistir. O rapaz tem talento e conseguiu crescer muito com essa música. Gostei muito de toda aquela homenagem que fez e de toda emoção que conseguiu colocar em sua performance, mas gente, o que roubou mesmo a cena foi a reação da Kelly ao descobriu que levou “block”, morri aqui. E depois ainda rola Alicia cantando pra ele? Tipo, que dobradinha maravilhosa.

Renata: Que grande! Trazendo uma pequena esperança. Acredito que o trabalho vai ter que ser muito bem feito para que a América ame. Já vi muitas promessas ficarem para trás.

 

 

SEGUNDO DIA

 

Spensha Baker – “Blackbird”

Bernardo: Se você está nervoso, sentindo uma angústia e precisando de algo para voltar ao normal, sugiro que você assista essa apresentação repetidas vezes. É uma sensação tão boa, tão pura e sincera, que eu já estou apaixonado pela Spensha.

Edu: Começar mais uma noite de blind auditions com Beatles não é pra qualquer um. Quando Spensha deu início à sua performance eu simplesmente me arrepiei aqui. Foi lindo, doce, na medida certa. Ela tem uma voz que encanta, mas que é preciso cuidado. O motivo? Se ela vir com uma música muito “alegre”, pode ser um tiro no pé. Entretanto, se vir com algo melancólico, dependendo da música, pode beirar apresentações que serão uma ótima pedida para quem sofre de insônia. Blake vai ter um trabalho bem complexo pela frente.

Luke: Eu gostei da voz da Spensha, sem contar que adoro essa música e pra mim ela conseguiu fazer um trabalho bacana com sua apresentação. Ainda assim acho que ela não mostrou todo seu potencial de primeira, e já estou na torcida que volte ainda melhor na próxima fase.

Renata: Que doçura! Um trabalho bem competente ao que se propôs fazer. Pode nos ganhar pelo coração e pelas versões sofrência feat a beira do abismo.

 

Alexa Capelli – “I’ve Got The Music In Me”

Bernardo: Sabe quando você decide comer uma comida congelada, coloca no micro-ondas e quando acredita que ficou pronto está tudo meio morno? Nem completamente congelado, mas ainda longe do ponto. Exatamente como Alexa se apresentou aqui. E outra, me sinto muito representado pela Kelly, sério. Se diverte rápido, entra no clima e vira a cadeira para todo mundo. Parece eu depois de umas caipirinhas.

Edu: Foi uma performance bacana, mas não senti aquele “tchan”. Faltou algo para ter sido espetacular, mas mesmo assim merece passar para a próxima fase. Talvez possa até chegar nos playoffs, vamos aguardar…

Luke: De início eu não estava comprando muito a ideia, mas achei que Alexa foi crescendo um pouco conforme a música foi rolando. No final das contas ela até mereceu seguir no programa, mas não boto muita fé que consiga chegar longe.

Renata: Eu até curti. É um estilo que eu curto, mas nada surpreendente! Estou aguardando o momento da surpresa, porque até agora #Deusmedefenderay.

 

Adrian Brannan – “Two More Bottles Of Wine”

Bernardo: Garçom, traz mais vinho, por favor!

Edu: Pra aguentar a linda só mesmo duas garrafas de vinho, 100OR.

Luke: Gente, misericórdia. Num rolou foi nada.

Renata: Minha nossa senhora! Eu estou 100% revoltada com esses candidatos. Omi, vai simbora!

 

WILKES – “One Headlight”

Bernardo: Wilkes começou mediano, melhorou muito no desenvolvimento e se perdeu no final. É verdade que eu poderia fazer uma analogia com isso, mas seria um tanto inapropriado.

Edu: Chatinho ele, né? O famoso suflê de chuchu da temporada, será milagre caso passar das batalhas. Isso ao mesmo tempo me preocupa, pois Blake é expert em colecionar povo desse tipo, e esses embustes então começarem a tombar muita gente boa. Medo, muito medo.

Luke: Menino Wilkes me deu foi uma certa preguiça grande, que já estava batendo na porta por aqui.

Renata: Foi aquilo, né? Não tem tu, vai tu mesmo!

 

Jaron Strom – “This Magic Moment”

Bernardo: Me perdoe a analogia, mas o momento mágico foi quando essa apresentação terminou.

Edu: Péssimo, odiei.

Luke: Oi? Não to conseguindo acompanhar o raciocínio do Blake, gente.

Renata: Meu santo coração para aguentar. Blake, me ajude a te ajudar! Não desperdiça vaga.

 

Terrence Cunnigham – “My Girl”

Bernardo: Faço dos comentários do Edu as minhas palavras. Terrence realmente conseguiu roubar toda a atenção para si. Foi forte, nos emocionou e ainda demonstrou uma sensibilidade que não temos a oportunidade de conferir sempre num mercado onde a sobrevivência é medida pelo número de vendas no iTunes. Não há o que dizer além de “Vai Terrence, vai”.

Edu: Foi uma apresentação bonita, após uma série de audições bem medianas. Terrence soube tocar na alma, transmitir emoção, e isso contou muitos pontos a seu favor. Muitas vezes o simples e o honesto, da forma como cantada, encanta muito mais. Não é à toa que ele conseguiu ter as quatro cadeiras viradas pra ele. Com certeza vem parceria das grandes com Alicia.

Luke: Bom, depois de muita gente ruim vindo anteriormente, Terrence pra mim serviu pra salvar o episódio. O cara subiu naquele palco e cantou com uma sinceridade que foi coisa linda de assistir. Ótima voz, passou muita emoção com a música, e como era de se esperar, fez todos os mentores virarem, merecidamente por sinal. Por um minuto achei que ele iria escolher o Adam, mas acabou partindo pro Team Alicia e muita coisa boa por vir disso ai.

Renata: Que sinceridade! Em meio a tantas decepções tivemos uma pequena esperança de que candidatos melhores estão por vir! hahahaha… o público gosta de se conectar e não de gritos. Singela e simples.

 

RESULTADOS

Team Adam: Mia Boostrom, Reid Umstattd, Angel Bonilla

Team Alicia: Christiana Danielle, Jamai, Johnny Bliss, Jordyn Simone, Megan Lee

Team Blake: Brett Hunter, Austin Giorgio, Spensha Baker, WILKES, JessLee, Jaron Strom

Team Kelly: Jackie Foster, Jorge Eduardo, Jamella, Alexa Capelli, Terrence Cunnigham

 

O que acharam dessa segunda semana de blind? Vamos torcer para que os dois últimos episódios dessa primeira fase nos surpreenda com candidatos poderosos.

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