Disputa entre Kelly, Blake e JHud marca segunda semana de audições do The Voice US

the voice semana 2 blind
Imagem: NBC/Divulgação

As blind auditions continuam a todo vapor no The Voice US. Essa segunda semana a qualidade dos candidatos que passaram continua impressionando, e os times ganhando forma.

Além disso, a acirrada disputa entre Kelly Clarkson, Blake Shelton e Jennifer Hudson também foi destaque. O trio literalmente faltou sair aos tapas, para conseguir os melhores nomes. E Adam? Bom, pelo visto, seu time está bem longe de ser tão forte perto dos demais.

Chega de papo e vamos lá!

 

PRIMEIRO DIA

 

Dave Fenley – “Help Me Hold On”

Bernardo: Embora eu tenha adorado o Dave, tenha amado essa performance, não acredito que tenha sido tão extraordinário para Kelly virar tão rápido. Foi bom, mas longe de espetacular.

Edu: Dave abriu a segunda semana de blind auditions com tudo! Uma voz marcante e rouca, o rapaz tem tudo para se destacar nas próximas fases. Que Blake saiba trabalhar com o rapaz na medida certa.

Luke: Dave está em excelentes mãos com Blake e tem uma voz tão peculiar e bem trabalhada. Trouxe uma song choice coesa e fez uma decisão. Acho que ele tem grande potencial dentro da competição, se não se apegar ao mais do mesmo.

Renata: Rapaz, que performance maravilhosa! Esse tipo de voz rouca me pega pelo coração, não tive como não me emocionar. Dave está em boas mãos.

 

Steve Memmolo – “Spooky”

Bernardo: Uma apresentação estranha para uma escolha musical equivocada. Embora eu tenha gostado do Steve e esteja claro que ele tem muito talento, não acredito que tenha feito um bom trabalho para ganhar uma chance. Quem sabe ele vá melhorar no decorrer da competição? Mas hoje é uma pessoa em potencial para eu seguir no Instagram.

Edu: Steve lembra muito o Ben Affleck, e talvez caso chegue aos live shows possa conseguir conquistar principalmente o público feminino por isso. Entretanto, vocalmente dizendo, não achei isso tudo. Sei lá, não me convenceu. Mais do mesmo…

Luke: Steve tem um potencial escondido, mas vão ter que cavar muito para descobrir e, às vezes, ele saíra da competição sem encontrar. Faltou algo que ainda não sei bem dizer o que é, mas ele tem chances se não estancar em sua voz e esquecer sua apresentação!!

Renata: Concordo com o Edu que o cara é as fuças do Ben. Agora, o que tem de bonito tem de ruim. Nem começou direito e Adam já me pega um candidato fraco desses.

 

Audri Bartholomew – “Never Enough”

Bernardo: A escolha da música talvez tenha atrapalhado a Audri, combinado com um pouco de nervosismo. Mas eu também não entendi o porquê ela recebeu apenas uma cadeira, tem potencial para muito mais. Mas a boa notícia é que a JHud virou e eu realmente espero que ela coloque a moça no caminho certo.

Edu: COMO ASSIM APENAS UMA CADEIRA VIRADA? Audri fez uma apresentação digna de four chairs, mesmo com alguns escorregões que rolaram. Amei o dueto dela com JHud no final, e a moça está em boas mãos.

Luke: Audri é um poder que vem de dentro e ela tem aquele dom especial de passar o que sente para a canção. Nervosismo?? Tivemos. Ainda assim, JHud pode trabalhar com ela em tantas maneiras, que nem sei… Só digo que estou muito ansioso.

Renata: MINHA GENTE O QUE FOI ISSO? Estou arrepiada até agora. Dona JHud muito da sabida, o resto nadinha. Vão ter que gritar muito para tirar Audri da disputa.

 

Rachel Messer – “I Wanna Be A Cowboy’s Sweetheart”

Bernardo: Essa música é um country de raiz, não é pra menos que quando foi originalmente lançada foi em 1935, período que Franklin Roosevelt era presidente. Ou seja, muito tempo atrás. O problema que tal música na audição traz para um cantor é a expectativa que gera para futuras apresentações. Será que a Rachel vai continuar no estilo? Terá que experimentar outros estilos? Embora eu tenha gostado, espero que não se torne um problema.

Edu: Eu AMO esses confrontos entre Kelly e Blake, está sendo um dos pontos altos da temporada. Sobre a performance, me deu sono e ranço. Blake poderia ter poupado a vaga para outras pessoas. Segundo 7×1 da noite da nossa original Idol ao cowboy hexa campeão.

Luke: Alguém mais da geração Sandy & Junior por aqui?? Tem uma versão brasileira deles ainda crianças. Mas tirando isso, foi até divertido. Acho que mais nostálgico pra mim na verdade. Enfim, espero que Blake trabalhe sua voz sem perder sua essência!!

Renata: O melhor foi a Kelly dançando, o resto eu passo. ChatazzZZZZZZz.

 

 

Chevel Shepherd – “If I Die Young”

Bernardo: Eu adoro essa música, na verdade amo forte. O problema é que nunca ouvi uma versão tão boa quanto a original apresentada pela The Band Perry. Chevel (nome sensacional, aliás) não superou, mas honrou o sentimento da música e fez muito bonito.

Edu: Chevel ainda está crua, muito, diga-se de passagem, mas há potencial. Sendo lapidada na medida certa, tem tudo para ser uma nova Brynn Cartelli (sem exageros). É um perfil que Kelly sabe conduzir tranquilamente, e com certeza vai tirar de letra.

Luke: Foi uma versão bem individual da canção, apesar de seguir os mesmos padrões. Acho que com as lições de Kelly, Chevel tem um caminho cheio de possibilidades, dentro e fora da competição.

Renata: Assim… eu gostei, mas não vi nada demais. Talvez, mais para a frente eu mude de opinião.

 

Delaney Silvernell – “In My Blood”

Bernardo: Concordo com a Renata, acredito que a Delaney conseguiu imprimir sua marca numa música complicada e carregada de emoção. A apresentação foi compatível ao receber uma cadeira, mas espero, realmente, que a Kelly dê uma injeção de bons conselhos.

Edu: Essa é a única música de Shawn Mendes que gosto de verdade, e Delaney conseguiu mandar. Não foi algo extraordinário, mas o suficiente para ter uma cadeira virada. Agora é mostrar para o que veio nas batalhas.

Luke: Delaney é outro grande potencial que acaba surpreendendo com o passar das semanas. Acho que ela tem uma atitude bacana, um controle vocal sensacional e conseguiu trabalhar bem a emoção até o fim. Muito bem orquestrado e uma song choice curiosa. Está de parabéns!!

Renata: Eu amo essa musiquinha do meu marido. Gostei, ela colocou sua marca. Acho que poderia ser mais explosivo e emocionante. Não rolou, mas espero que role.

 

Anthony Arya – “Danny’s Song”

Bernardo: Essa vai ser uma temporadas com músicas desse tipo, é sério isso mesmo? Enfim, no caso do Anthony eu sinto que faltou um daqueles momentos que deixasse o telespectador/ouvinte boquiaberto.

Edu: Re, eu ia dizer a mesma coisa! Não foi algo tão grandioso, e estou tentando entender o porquê Adam virou pra ele. Atento!

Luke: Lembra bem Sawyer pelo cabelo, mas nunca pela voz. É bacana de ouvir, mas não sei se tem muito futuro por aqui. Pelo menos foi uma song choice adequada e esperamos que Adam trabalhe bem com ele, o que não vem sendo comum nos últimos anos.

Renata: Não posso ver um cabelinho longo que lembro de Sawyer Fredericks. Espero que ele seja mais expressivo com o passar do tempo. Que time é esse que Adam tá formando?

 

Natasia Greycloud – “I’m Not The Only One”

Bernardo: De todas as músicas no universo, a Natasia escolhe a mais complexa, mais desafiadora e intensa do Sam Smith. Não gostei nada dessa performance, mas proporcionou o melhor momento da noite com os coaches. Acho que tá valendo.

Edu: Quanto exagero, meu Senhor! Detestei, tava tudo errado ali e por mim poderia ter ido embora.

Luke: Veio com um trabalho difícil em mãos e não fez por onde. Tem potencial, mas não soube aproveitar na medida certa. Veremos o que JHud fará com ela no decorrer das próximas semanas.

Renata: Estou toda errada, pois estou achando todos chatos.

 

 

Lynea Moorer – “Location”

Bernardo: Tantos problemas que eu nem sei por onde começar.

Edu: Que suflê de chuchu, faltou expressão, emoção, tudo. Se tivesse vindo com o hit da Adele talvez teria se dado muito melhor.

Luke: Mais uma que morre por uma song choice errada. Complicado julgar, pois a voz não é ruim, mas precisa de ser trabalhada. Espero que seu tempo no Comeback Stage seja proveitoso.

Renata: Primeiramente, que mulher lindíssima! Segundamente, faltou paixão e mais um pouco. Deveria ter cantado “Someone Like You”, que valorizou mais sua voz. Ainda bem que vai voltar, agora faça direito.

 

 

Kymberli Joye – “Run To You”

Bernardo: É um clichê do formato em deixar o melhor, ou pelo menos aquela que mais se destacou, para o final. Kymberli foi, ao meu ver, a cantora que mais conseguiu entender o propósito do programa e mostrar, apesar de alguns probleminhas, que é possível cantar com emoção sem ser piegas.

Edu: MARAVILHOSA!!! Kymberli é uma joia única! Veio com esse hino de Whitney, e botou banca do começo ao fim. Kelly foi esperta, pois sabia que Kymberli escolheria JHud, e usou o block na amiga. Só digo uma coisa, talvez há grande possibilidade de estarmos frente a uma finalista do team Kelly nessa temporada. PS: KHud >>>>>> Shevine.

Luke: Kelly teve a jogada de mestre da temporada, angariando uma voz poderosa ao seu time. Kymberli emocionou do início ao fim e mereceu muito esse encerramento da noite. Ela conseguiu elevar e muito o nível da temporada.

Renata: Forte e poderosa! Kymberli mostre a esse povo como faz. Kelly está botando para quebrar, vai ser difícil derrubar seu time essa temporada.

 

SEGUNDO DIA

 

Reagan Strange – “Meant To Be”

Bernardo: A expressão da Reagan e a emoção do pai dela após a primeira cadeira virar mostra que a jornada até ali não foi fácil. Tenho que confessar ao leitor que isso sempre me inspira e motiva muito. Ela vem da terra de Elvis, então eu realmente acredito que mesmo não tendo gostado de alguns pontos, ela tem grandes chances de se destacar.

Edu: Eu amo essa música, e já amo Reagan! Que performance mais maravilhosa! Gente, sério, estou todo hipnotizado aqui. Que coisa mais maravilhosa, e se eu fosse Adam não largaria esse osso tão fácil. Seu time é o mais fraco até aqui, e com Reagan entrando nele deu um up que o músico precisava.

Luke: Gostei muito do estilo de Reagan e acredito em seu potencial. Algo tão singelo e natural que dá gosto de ver apresentar. No team Adam ela tem grandes chances de crescer, pois ele ainda está montando as estruturas.

Renata: As chances de Reagan crescer são enormes. Adam fez uma adição boa ao time, espero que, com o direcionamento, ela consiga mostrar muito mais.

 

Fousheé – “Redbone”

Bernardo: Primeiro tenho que dizer – adorei o nome e o estilo. Cantoras assim são comercialmente bem sucedidas e no final do dia, nós já sabemos, é isso que mais importa. Porém, analisando essa apresentação de forma isolada e deixando a imagem de lado, não acredito que foi tão boa. Poderia ser muito mais muito melhor.

Edu: Variou bastante, mas amei o falsete a la Mariah Carey que ela soltou. Eu curti muito Fousheé, e acredito que foi uma adição e tanto ao team Adam, que pelo visto está mostrando reação.

Luke: Ela tem estilo, garra e coragem. Três qualidades que a colocam em uma posição privilegiada na competição. Basta saber até onde ela vai com todo esse potencial. Não vou dizer que foi o mais musical que já vi por aqui até agora, mas foi bem executado.

Renata: Eu, sinceramente, achei que a apresentação seria bem mais elevada. Eu adoro a música, mas acredito que não colou. Mesmo acreditando que Fousheé é uma candidata bem original, espero que ela mostre para o que veio.

 

 

Chris Kroeze – “Pride and Joy”

Bernardo: O estilo dessa temporada está ótimo, na verdade eu gosto muito disso: diversidade porque o que torna a América grande é justamente essa variedade de estilos, formas e gêneros. Chris é mais um exemplo do porque essa miscelânia deu certo. A música e a apresentação foram deliciosas, combinado com um cantor excêntrico e uma força de vontade ainda maior de mostrar seu talento. Gostei, pode mandar mais.

Edu: Chris já subiu ao palco destinado ao team Blake, só não vê quem não quer. Foi bacana, mas bem genérico.

Luke: Concordo com Edu que Chris é genérico e espero que Blake aprenda com os erros e não deixe o rapaz ao escanteio do mesmo country toda semana…

Renata: Queria que alguém me olhasse igual o Blake olha para candidato que entra rasgando assim.Chris já tem a cara do #TeamBlake está em boas mãos. Mas é aquilo,conheço mil iguais a ele.

 

 

MaKENZIE Thomas – “Big Withe Room”

Bernardo: Eu poderia repetir tudo que eu falei sobre o Chris nesse comentário da MaKENZIE, mas meu editor ficaria preocupado em dizer que me faltaram palavras. Por isso farei jus ao talento e à força de MaKENZIE ao ressaltar o quão boa ela foi aqui. Não avançou no ano passado, mas fico feliz que ela tenha voltado. Sorte a nossa e do programa.

Edu: Eu lembro vagamente de MaKENZIE, mas essa performance foi incrível. Não entendi, francamente de apenas JHud virando.

Luke: MaKENZIE é a definição de poder vocal. Ela veio com tudo e conseguiu arrepiar com uma suavidade. Não sei se o público vai entender sua voz, mas JHud fará de tudo para colocar ela longe na competição e capta mais um nome forte ao seu team.

Renata: Voz doce, apresentação sincera. A galera tá botando pra quebrar na capela.

 

Sandyredd – “River”

Bernardo: Assim como a Jennifer, eu estava esperando por algo potente dessa segunda semana de apresentações. O problema é que, embora eu tenha gostado de algumas performances aqui e ali, nada me agarrou com força. Felizmente, eles deixaram a Sandyredd (quem teve a ideia desses nomes maravilhosos???) para o final, para que eu pudesse dormir com uma sensação de alma lavada. Foi lindo, foi inspirador e exatamente o que eu estava precisando.

Edu: EU ESTOU SEM PALAVRAS!!!! O QUE FOI ESSA PERFORMANCE???? Gente, sério, não consigo falar de tão incrível que foi tudo isso. Desculpa, Kennedy, mas Sandyredd se tornou o principal nome da vez. Gente, posso estar me precipitando, mas já estou sentindo o cheiro do bi para Kelly. Maravilhosa indo ao time de outra mais maravilhosa ainda, gosto assim!

Luke: O que mais coloca alguém longe nessa competição é a conexão que ela faz com sua história e, cara, que história. Sandyredd é uma vencedora por tudo que mostrou até agora, com sua voz, com seu depoimento e com sua confiança e garra. Realmente me deixou muito mais leve e tranquilo depois da apresentação e Kelly garante uma voz brilhante ao seu team!!

Renata: AMORE, É ASSIM QUE SE CANTA “RIVER”! CÊS TÃO LOUCOS? Eu juro que assisti três vezes só para me arrepiar de novo. Eu estava metade Kelly e metade JHud, não sabia se cantava loucamente ou dançava. Se vocês perguntarem qual minha favorita até esse ponto, com certeza é ela! Sandyredd foi fantástica!

 

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