Entrosamento da bancada e possível candidata finalista marcam o retorno do The Voice US

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Imagem: Trae Patton/NBC/Divulgação

The Voice US está de volta! O reality musical finalmente estreou sua décima quinta temporada, abrindo oficialmente a fall season da NBC.

A bancada traz de volta Jennifer Hudson, junto a Adam, Blake e Kelly Clarkson. O entrosamento do quarteto foi um dos destaques dessa primeira semana, principalmente entre as ex participantes do American Idol.

Essa semana de estreia ficou marcada por audições memoráveis, mas uma em específico já tem grandes chances de finalista. Vamos conferir tudo que rolou?

 

PRIMEIRO DIA

 

Sarah Grace – “Ball and Chain”

Bernardo: Quando eu formo uma opinião acerca de uma apresentação no The Voice, ou qualquer outro reality show musical, normalmente é pela primeira impressão. No caso da Sarah, não consegui fazer esse juízo de valor no começo. Ela não começou bem, o que me fez torcer o nariz no começo, mas foi crescendo, evoluindo e conseguiu finalizar, literalmente, numa high note. Ótimo começo e boa adição para a competição.

Edu: A temporada começou com uma participante que pode impressionar. Sarah veio de forma tímida, tanto que nem tava botando fé a princípio, mas que do nada destruiu. Ela e Kelly foi o match perfeito, e acredito que nossa amável coach fará um ótimo trabalho com a pupila.

Luke: Já esperava grandes coisas de Sarah, mas quando ela começou a cantar eu fiquei impressionado. De onde saiu essa voz, gente? Ela tem um poder e conseguiu trazer uma identidade fiel a um clássico de Joplin. Olha, estou muito impressionado e acredito que ela tem muito a cara do team Kelly, pelo que vimos por aqui na última temporada.

Renata: Gente, abriu a temporada com tudo! Estou até agora sem saber de onde ela tirou isso tudo, gostei um bocado!

 

Tyshawn Colquitt – “Like I Can”

Bernardo: Eu fiquei dividido com essa apresentação. Embora não tenha gostado desse novo arranjo para uma música que é perfeita do seu jeito, gostei de como o Tyshawn quis trazer essa sua assinatura. Passa uma ótima impressão de que ele traz uma originalidade e ousadia que o programa desesperadamente precisa. Gostei, mas a escolha musical poderia ser melhor.

Edu: Primeiro ranço da temporada. Já não gostei da performance, assim como Tyshawn. Medo de já ter deparado com o candidato embuste dessa edição, cujo aquele que derruba gente muito melhor nos lives, mas com a graça do Senhor mal chega na semifinal.

Luke: Tyshawn é aquele competidor que dá gosto de acompanhar na competição por dois grandes motivos. Primeiro que ele mostrou uma evolução incrível na canção, e isso mostra que ele sabe dosar os momentos de sua apresentação. O segundo ponto é poder vê-lo crescer ainda mais na competição e, nesse ponto, tenho certeza que JHud fará coisas incríveis com esse poder vocal gigantesco em sua mão.

Renata: Olha… Tyshawn tomou para si uma música que tem a cara de Jordan Smith e Regina Love. Até me fez esquecer a versão lá da nona temporada. Achei uma performance bem dosada em todos os momentos. Não me decepcione daqui para frente, é tudo que eu te peço.

 

Tyke James – “Perfect”

Bernardo: Para os leitores queridos que me aguentaram durante toda a temporada passada declarando meu amor pela música country e/ou indie, ficarão surpresos quando eu disser que eu quase dormi com o Tyke. Parece ser uma ótima pessoa para seguir no Instagram, mas só isso. Pelo menos por enquanto.

Edu: Filho, mete sal nisso que tá sonso. Adam, coragem!

Luke: Eu prevejo que essa música será apresentada diversas vezes por aqui, mas vamos a primeira impressão. Tyke tem uma peculiaridade ao cantar e conseguiu colocar isso na canção, contudo, ele é um diamante bruto a ser lapidado. Adam terá um trabalho interessante com ele, contudo, o coach tem experiência suficiente para colocar o garoto longe na competição.

Renata: Adam geralmente vê uma coisa que eu não consigo ao primeiro olhar. Tyke me parece aquele candidato que vai ser empurrado com a barriga. Achei bem picolé de chuchu, apesar de ter uma forma bem única de se apresentar.

 

Ayanna Joni – “Sorry Not Sorry”

Bernardo: Eu fico triste pela criança chorando nos bastidores, mas foi só isso. Ayanna tem potencial, mas a escolha da música demonstrou um péssimo timing.

Edu: Essa música é explosiva, e esse item faltou na apresentação de Ayanna. Ela é boa, mas pecou na song choice. Uma pena!

Luke: Primeira leve injustiça da competição. Leve porque era nítido que o nervosismo atuava em alguns momentos críticos da performance, mas a qualidade vocal de Ayanna é digna de uma próxima fase. Ela teve uma song choice bem complicada e de difícil execução, mas não foi das piores. Pelo menos ela ainda terá uma chance com o Comeback Stage!!!

Renata: O nervosismo tomou conta de Ayanna, dava para perceber a voz tremula em determinados momentos. Achei bem ok! Espero que se prepare melhor para o Comeback Stage. Não me tocou em nada.

 

Mercedes Ferreira-Dias – “She Used To Be Mine”

Bernardo: Primeiro tenho que dizer que eu adorei o estilo da Mercedes. Algo me diz que vai arrasar na questão dos figurinos daqui para frente. Dito isso, acredito que é uma ótima mensagem quando uma cantora que foi “rejeitada” na temporada passada voltar, dar a volta por cima e conseguir uma vaga. Blake tem toda razão, Mercedes é única. Sorte a nossa!

Edu: Lembro perfeitamente da performance dela na temporada passada, e o quão indignado que fiquei de ninguém ter virado. Pensei que ela teria outra injustiça, mas graças ao meu bom Deus isso não aconteceu. Blake, por favor, não me decepcione, pois você acabou de adquirir uma joia preciosa ao seu time.

Luke: Já estava angustiado que ninguém virava para ela. Mercedes tem um potencial vocal gigantesco e conseguiu trazer toda a energia para essa apresentação. A escolha por Blake me impressionou, mas eu acredito muito no potencial de nosso country boy. Espero que a parceria deles funcione e ela siga por mais tempo dentro da competição.

Renata: Amore, se ninguém virasse eu ia pessoalmente acabar com todos. Fiquei completamente encantada com a voz, performance mágica e emocionante. Blake sempre tem um jeitinho especial de trabalhar candidatos doces assim. Vida longa, Mercedes!

 

Radha – “Mamma Knows Best”

Bernardo: Que apresentação deliciosa, maravilhosa e poderosa! Radha é exatamente o que nós e o programa precisávamos. Não só pelo fator diversidade de termos uma mulher com descendência asiática cantando (muito) bem em rede nacional, mas pela qualidade que ela traz nos vocais e também pela qualidade da performance. Sensacional!

Edu: JHUD BLOQUEADA, SOCORRO! Radha é uma maravilhosa, que por um momento pensei que fosse uma das 500 candidatas filipinas iguais do The X Factor UK. Ela é uma maravilhosa, tem voz poderosa, carisma e presença de palco. Entretanto, Adam vai precisar dosá-la na medida certa, assim evitando performances exageradas. Team Adam adquirindo um nome e tanto.

Luke: Como eu amo um block!! Radha tem uma voz bem estrondosa e isso pode ser um caminho sem volta para alegria ou decepção. Essa semana ela trouxe um estrondo, que fez jus a Jessie J. Mas assim como nossa eterna coach do TVAU, ela deve saber dosar suas apresentações e apresentar cada vez mais novidades. Adam garantindo mais um nome em potencial para seu team.

Renata: Levei um susto igual a Kelly quando ela deu início a apresentação. O receio que eu tenho com vozes assim, é que, geralmente, elas não seguram bem em outras fases. Mas, creio que Adam vai saber direcionar tanto potencial.

 

Kameron Marlowe – “One Number Away”

Bernardo: Eu não vi nada de especial no Kameron. Na verdade, temos um cantor parecido em toda temporada, que avança até os live shows e não vai além disso. Essa apresentação foi suficiente para seguir em frente, mas não vejo um grande potencial.

Edu: AMEI!!! Kameron é o primeiro act country da temporada, e já amei. Ele não soou genérico, e tem um “quê” a mais, que com certeza Blake vai saber trabalhar muito bem.

Luke: Eu sou um grande fã das apresentações dinâmicas com instrumentos. Acho que Kameron é um talento com grande potencial dentro da competição e estava entre dois grandes nomes para sua decisão. Contudo, Blake é a melhor pedida pro seu estilo country. Espero que ele possa surpreender ainda mais dentro da competição.

Renata: BABY, VEM CÁ,CASA COMIGO! Kameron oficialmente já ganhou meu coração. Gente, eu gostei tanto da escolha da song choice, isso teve um pesinho a mais em meu julgamento. Eu sou uma grande fã de Blake, e adoro a forma como ele transforma seus pupilos. Louca para ver os outros lados de Kameron.

 

Mikele Buck – “She Used To Be Mine”

Edu: JHud ensinando Blake e Kelly a virar nos 48 do segundo tempo, assim como no The Voice UK, só pode. Quase morri aqui, pensando que ninguém fosse virar. Mikele é um candidato consistente, mas que não pode cair na mesmice. Quero algo meio country/rock, no melhor estilo Bon Jovi em algumas de suas eras. Jurava que ele escolhesse Blake, mas com sua ida ao team Kelly, estou na fé que esse risco da mesmice não acontecerá. Oremos!

Luke: Esse pessoal do TVUS tá aprendendo com o Carlinhos Brown do TVBR em deixar tudo pra última hora e nos matar de emoção. Mikele é um cantor impressionante, mas me dá certo receio de cair na mesmice do country. Espero que a parceria com Kelly traga essa renovação a cada semana e que Mikele vá longe na competição.

Renata: Achei que ninguém ia virar, e sinceramente nem sei se queria. Mikele é maravilhoso, mas temos mais uns 10 dele vindo por aí. Kelly também é maravilhosa, espero que traga a tona um lado diferente do country e pegue nosso coração.

 

 

Patrique Fortson – “Get Here”

Bernardo: A história de vida do Patrique faz com que ele traga uma poderosa carga emocional na apresentação. O telespectador de casa certamente sente essa emoção e rapidamente fica engajado com performance, capacidade que poucos cantores, inclusive profissionais, têm. É verdade que ele ainda tem alguns problemas para corrigir, mas foi um dos pontos altos

Edu: QUE VOZ MARAVILHOSA! Patrique foi uma das melhores coisas dessa premiere, e espero que ele tenha vida longa na disputa. Espero e muito, de coração, que JHud faça um trabalho incrível.

Luke: A voz de Patrique me emocionou desde o primeiro verso da canção. Ele tem aquele timbre que se encaixa perfeitamente dentro dos maiores clássicos da música americana. Vai ter muito trabalho para manter a qualidade na competição, mas ao lado de JHud ele tem grandes chances de atingir o estrelato por aqui.

Renata: Vem que vem com tudo, nunca te pedi nada! JHud, meu diamante, por favor, guia e mantém esse cara por muito tempo.

 

Kennedy Holmes – “Turning Tables”

Bernardo: Não tem outra forma de descrever a Kennedy, além de fenômeno. Não é à toa que a NBC usou essa audição para promover a nova temporada, porque essa moça é algo que nós não vemos sempre. Concordo com o Edu quanto à dificuldade de cantar Adele em qualquer competição, mas Kennedy fez parecer fácil. Quando li num jornal local do Missouri que ela poderia já ter ganhado com essa audição, dei de ombros, afinal ainda tem muita coisa pela frente. No entanto, depois de assistir mais uma vez e lembrar que Scotty McCreery ganhou sua temporada do American Idol já na audição, acredito que o St. Louis Dispatch pode estar certo. Tomara!

Edu: MARAVILHOSA! A performance já tinha saído na semana passada, mas incrível como ainda me arrepia. Cantar Adele não é nada fácil, e fiquei pasmo como uma garota de apenas 13 anos conseguiu fazer isso com maestria. A final é o mínimo que ela merece, e já sinto que ela tem grandes chances de ser vencedora. JHud, não desperdice essa oportunidade. PS: Kelly me representando no dueto de Kennedy e JHud, me emocionei aqui.

Luke: Mais do que merecido as quatro cadeiras viradas!! Trouxe um clássico de Adele, que não é nem um pouco fácil de interpretar, e conseguiu deixar sua marca. Melhor do que isso foi ver o dueto com JHud e já imaginar ambas na grande final. TVUS colocando o melhor da noite para o fim e já com a ansiedade da próxima noite de audições.

Renata: A bicha canta, é lindíssima, pegou uma música fantástica e mostrou como faz. Já temos um dos grandes nomes da competição, e olhe que nem começou direito. Agora, ela e JHud foi só pra me arrepiar e torcer ainda mais pela parceria das duas. Imagina que destruição até o final.

 

SEGUNDO DIA

 

Keith Paluso – “Way Down We Go”

Bernardo: Que delícia termos a oportunidade de começar o segundo dia de audições com uma apresentação tão completa, linda e pulsando como essa do Keith. Espero que ele só melhore daqui para frente e, claro, ouse porque só poste que não sai do lugar.

Edu: Keith tem uma voz interessante, até que curti, mas não senti que vá ter vida longa na disputa. Ele tem jeito de ser aqueles candidatos que ficam na mesmice, que pouco inovarão. Espero e muito estar enganado, mas é o mais provável.

Luke: Eu gostei de Keith e acho que ele pode surpreender. Blake é mestre pra pegar alguns competidores com boa capacidade e levá-los até o título – saudades, Chloe. Espero estar certo e espero vê-lo evoluindo ainda mais com o tempo. A sacada do block foi genial.

Renata: Eu, particularmente, amo demais esse timbre rasgado. Gostei bastante do Keith, Blake conhece tanto seu adversário, que já meteu um block para não ter erro. O cowboy tem tudo para dar ao pupilo as dicas que ele precisa.

 

Claire DeJean – “Hurt Somebody”

Bernardo: Gostei, foi agradável de ver. Foi gostoso de ouvir e muito interesse de acompanhar a evolução. Claire tem muito mais potencial do que essa performance, mas quer saber? Vamos dar uma chance e ver onde vai.

Edu: Discordando de minha amiga Rê, pra mim Claire me pareceu muito genérica ao que já vimos em 14 edições. Entretanto, tenho que admitir que sua voz é doce e encantadora. Talvez tenha sido a song choice que não lhe beneficiou tanto assim, mas vou apostar minhas fichas na mocinha.

Luke: Claire, a um primeiro momento, me pareceu nervosa e com certa necessidade de maturidade vocal. Claro que isso é algo que se ganha e muito dentro de uma competição como o The Voice. Contudo, com a evolução eu gostei da apresentação. Acho que ela tem o que aprender aqui dentro e pode chegar longe com Kelly, mas ainda não é uma final.

Renata: Eu gostei da Claire, de verdade! Mas, achei bem mais do mesmo. Esse timbre doce costuma pegar a gente pelo coração. Para mim, Claire é só a voz e não a emoção. Não me conectei com ela. Talvez, Kelly consiga mudar meu primeiro olhar.

 

Franc West – “(Sitting On) The Dock Of The Bay”

Bernardo: Mais uma ótima apresentação deste segundo dia. Assim como os outros aprovados nesta semana, ele tem seus problemas, mas as qualidades são fartamente superiores e com certeza veremos muito dele nessa temporada. Pelo menos assim espero.

Edu: Franc simplesmente arrasou! O cara tem um pacote completo, e com certeza ainda ouviremos muito a seu respeito. Esperava mais cadeiras viradas, mas pelo menos JHud virou.

Luke: Franc é um artista completo e merece muito uma chance nessa competição. JHud monta um team forte e consegue mais uma potência. Isso pode ser um sucesso e um problema, depende do público… Mas que Frank tem um certo potencial a final, ele tem.

Renata: Visual, atitude, voz e interpretação. EU AMEI FRANC! Não entendo, como só JHud virou? Mas, isso não importa, ele entrou no jogo e estou louca para ver todas as suas jogadas.  

 

Michael Lee – “The Thrill Is Gone”

Bernardo: A voz rouca e maravilhosa do Michael, combinada com a guitarra tornaram essa apresentação inesquecível. Ele tem muito potencial, mas mesmo sendo um enorme fã de country e/ou dessa música produzida no sul dos Estados Unidos, espero que nas próximas semanas tenhamos a oportunidade de vê-lo explorar outros gêneros. Afinal de contas, é assim que se cria um artista completo.

Edu: Essa primeira semana de blind auditions está superando toda a fase inicial da S14 inteira. Que apresentação, meus amigos. Michael tem uma voz poderosa, e com certeza tem tudo para viajar em diversos estilos. Blake, por favor, não mergulhe ele totalmente no country, lapide-o de forma sensata. PS: já estava estranhando JHud não atirar seu sapato.

Luke: Michael tem uma das melhores audições que vimos essa semana e foi para um team meio controverso. Blake tem o potencial de trabalhar com artistas nas mais diversas categorias, e isso é interessante. Mas como meus amigos já falaram, não vamos estereotipar e colocar o country no garoto do Texas. Deixa ele seguir a vertente que desejar.

Renata: Michael, você quer um coach? eu te dou, seu lindo! Nem dois dias de audições e tantos candidatos incríveis. Ele sabe o que faz, chegou seguro e consistente. Blake, cuida em deixar esse homem bem mais maravilhoso do que já é.

 

Ele Ivory – “Jump”

Bernardo: “Não, agora vai”. “Não, não, talvez seja agora o momento”. “Mas calma, o grande momento deve ser no final”. Quando eu digo a mim mesmo essas frases, isso é um indicativo que embora a apresentação tenha sido boa, eu não vi nada de especial. Realmente.

Edu: Faltou emoção, faltou tempero. Eli tem uma voz suave e doce, mas ainda não está preparada para o The Voice. Espero e muito que ela ela venha fortalecida no The Comeback Stage, caso seja escolhida pelo público.

Luke: Pra mim faltou um pouco de sal também. Tem uma boa voz, mas não conseguiu se conectar com a canção como deveria. Acho que o Comeback Stage pode fazer muito bem para ela!!

Renata: Eli chegou de mansinho e cresceu bastante. Ela se mostrou bem diferente do que vimos até agora. Comeback Stage está ai para provar seu valor!

 

DeAndre Nico – “When I Was Your Man”

Bernardo: Mesmo não chegando nos pés da maravilhosa Kennedy, responsável por encerrar a primeira noite de audições, DeAndre não tem só um enorme potencial, como também uma capacidade única de navegar entre vários gêneros, explorar e apresentar-se para o telespectador/consumidor como um cantor versátil, mas que tem seus pontos fortes em determinadas canções. Ele pode não ter sido um dos meus favoritos nessa primeira semana, mas eu vou, com toda certeza, ficar de olho nele daqui para frente.

Edu: Confesso que peguei pra assistir essa audição com nariz torto, pois não suporto essa música e tenho ranço do Bruno Mars. Entretanto, paguei minha língua. DeAndre foi evoluindo, e merecendo as quatro cadeiras viradas. Adam ganhou um poderoso nome ao seu time, e tenho certeza que após seu desastroso desempenho na temporada passada, ele vai saber lidar novamente com seus pupilos.

Luke: Sabe o que foi o melhor na canção? Ver DeAndre colocar sua identidade sobre ela. Todos sabemos que não estamos aqui por um karaokê, queremos ver personalidade e DeAndre entregou isso de maneira exemplar. Tem uma voz bem interessante, com potencial de entregar surpresas na competição. Espero que ele cresça, meu único medo é Adam, que ultimamente só sabe realizar tragédias na competição.

Renata: Quando eu vi a música, achei que ia ser bem água com açúcar. Mas, olha pra isso, que potência e controle. Adam adicionou um grande nome ao seu time. Espero, de coração, que ele não estrague tudo até a metade da temporada. DeAndre tem cara de que ainda vai nos entregar grandes performances.

 

O que acharam da estreia da nova temporada de The Voice US? As nossas reviews sairão todas às quintas-feiras, portanto, não percam nossa cobertura aqui no Mix de Séries.

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