Kennedy é destaque no Top 11 do The Voice US

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Imagem: NBC/Divulgação

Segunda semana de live shows do The Voice US trouxe grandes momentos, e outros nem tanto

Depois de uma eliminação dupla na semana passada, o Top 11 do The Voice US mostrou-se de primeiro instante previsível. Entretanto, alguns resultados chegaram a surpreender, pelo menos a nossa equipe do Mix.

Vamos conferir tudo que rolou?

 

PERFORMANCES

 

Dave Fenley – “Use Me”

Bernardo: Começar essa décima semana com uma apresentação como essa é algo muito interessante. Porque mesmo não sendo o que eu esperava, longe disso, foi uma performance bem diferente de tudo o que eu já tive a oportunidade de assistir aqui. O meu desgosto pode ser uma reação contrária a ideias diferentes e conceitos inovadores, mas eu sinto que não encaixou no estilo do Dave e tenho certeza que ele poderia ter feito um trabalho muito melhor. Ficou claro que ele estava curtindo o momento e no final do dia é isso que importa pra ele.

Edu: Sangue de Jesus tem poder!!

Renata: Eu entendi que o importante é tentar!

Chevel Shepherd – “Space Cowboy”

Bernardo: Eu adoro essa característica da Chevel em não abandonar suas raízes do interior. As botas de cowgirl estão lá, o gênero country continua presente e a intenção em colocar sua marca nas músicas também. O problema é que, desta vez, eu não gostei muito. Acredito que esse tipo de música mais melosa e arrastada não cai bem como seu estilo ideal. Ela já teve grandes momentos, mas não acredito que tenha se encontrado ainda.

Edu: Gente, que apresentação mais linda!!! Eu amei por demais, pois foi tudo na medida certa. Chevel transmitiu uma serenidade, além de uma coisa tão boa, que simplesmente fiquei paralisado aqui. Anjo do country!

Renata: Olha aí o significado de volta por cima, pois a semana passada preferimos esquecer. Chevel foi tão plena, que fiquei chocada! Espero que ela continue mostrando mais esse lado tão verdadeiro.

 

Reagan Strange – “Complicated”

Bernardo: Eu poderia ser muito engraçadinho e fazer um trocadilho com o nome da música e a performance da Reagan, mas vou deixar para próxima. Isso porque mesmo sendo evidente que ela estava curtindo e aproveitando seu momento, da mesma forma que vimos com Dave, ela poderia ter feito muito melhor. Não foi péssimo, mas quando falamos de Top 11 e Live Shows, geralmente espera-se coisa melhor.

Edu: Antes de comentar da performance em si, é impressão minha ou Reagan lembra a Reagan de O Exorcista? Pensativo, mas preocupado. Enfim, sobre a apresentação, vi uma galera metida a especialista de primeiro escalão da música falando atrocidades a respeito. Ficou longe de ter sido algo incrível, como na semana passada, mas também não achei que tenha sido um desastre. Talvez a song choice foi equivocada, mas foi um resultado just ok, no meu ponto de vista.

Renata: Edu, como eu não tinha percebido a semelhança antes? Girei a cabeça tal qual a própria Reagan do filme, quando percebi. Ai gente, eu bem que gostei, sabe? Acho Reagan bem ponderada. Claro, não foi nada extraordinário, mas achei que combinou bem com ela.

Kymberli Joye – “Break Every Chain”

Bernardo: Eu fiquei muito empolgado para assistir essa apresentação depois do excelente desempenho que a Kymberli teve no iTunes americano. Explodiu com o devido merecimento, uma vez que o que tivemos a sorte de assistir aqui foi ela derrubar tudo. Fico até sem palavras em descrever esse momento, o que vocês sabem – é algo bem raro de acontecer. Além disso, eu preciso ressaltar outra coisa – nunca subestime o valor (e o poder) de backing vocals, afinal elas fizeram toda diferença aqui.

Edu: ESSA É A MINHA KYMBERLI!!!! RAINHA PODEROSA!!!!!!! MEU DEUS DO CÉU, EU ESTOU SEM PALAVRAS!!!! Eu estava simplesmente igual a JHud assistindo a essa obra prima!!!

Renata: GENTE, MINHA CABEÇA EXPLODIU! SÉRIO! Não consigo mensurar o quanto Kymberli me deixou embasbacada.

Kirk Jay – “Body Like A Back Road”

Bernardo: Depois da Kymberli, nós temos cantor de festinha? É isso mesmo?

Edu: Próximo!

Renata: Kirk, meu amigão, sempre te defendi demais, faz isso comigo não! Performance sem sal.

Chris Kroeze – “Long Train Runnin”

Bernardo: Atrás da Kymberli, acredito que foi uma das melhores apresentações da noite. Chris foi melhor no instrumento do que nos vocais, mas eu curti muito o conjunto da obra e acredito que ele é a única pessoal na qual o Blake tenha acertado.

Edu: Finalmente alguém para salvar o team Blake do flop!! Depois dos outros dois, Chris veio com outra performance que me ganhou. Sou suspeito em falar, afinal de contas ele é um dos meus favoritos. Entretanto, entre os homens ao menos, ele até o momento foi o que se saiu melhor. Agora vai depender de como DeAndre se sairá.

Renata: Tenho certeza que Dave estava chorando nos bastidores. Gosto do Chris, mas nada de especial.

Lynnea Moorer – “Consequences”

Bernardo: Eu adorei essa apresentação da Lynnea. Foi correta, poderosa e sem muitos erros. Ela melhorou muito em comparação com o trabalho apresentado na última semana. Fico curioso com o fato dela não chamar mais atenção, mas provavelmente são aquelas coisas da vida que a gente não consegue entender. Eu gosto muito da Lynnea e espero que a gente possa acompanhá-la, pelo menos, até o final de dezembro e muito além disso.

Edu: Novamente Lynnea me impressionando positivamente. Foi uma apresentação que soube prender, além de emocionar. Foi melhor que muita gente que se apresentou até agora, isso é fato. Espero que dessa vez ela não vá para o IS.

Renata: Mereceu ser salva semana passada e torço para que permaneça semana que vem. Performance bem emocional, na medida certa.

MaKenzie Thomas – “Emotion”

Bernardo: No meu coração, a MaKenzie não foi melhor do que a Kymberli, mas meu lado racional admite que adoraria ver essas duas numa final, porque é um arraso do início ao fim.

Edu: EU ESTOU NO CHÃO!!! Eu amo essa música, MaKenzie cantando e eu não estando tão bem emocionalmente. Como ter estruturas? Alguém sabe me dizer?

Renata: MaKenzie tem me ganhado a cada semana. É uma voz que envolve, uma performance que prende. Já tem um lugar aqui no meu coraçãozinho. LINDA, LINDA!

 

Sarah Grace – “Dog Days Are Over”

Bernardo: Eu adoro essa música, muito mesmo. Na verdade, é uma das minhas preferidas de todos os tempos. Mas o trabalho da Sarah desta vez foi, no mínimo, frustrante e uma verdadeira tristeza do início ao fim.

Edu: Ai deu sono, esperava mais. Gosto da Sarah, mas faltou tempero nessa performance.

Renata: É isso aí mesmo.

DeAndre Nico – “Cry For You”

Bernardo: Essa apresentação me lembrou muito “Don’t Cry For Me Argentina”, da Madonna, mas não me perguntem o porquê. Sei que foi mais pelo que faltou do que necessariamente o que o DeAndre apresentou.

Edu: Como sempre, DeAndre não decepcionou. Foi uma apresentação incrível, consistente e na medida certa. Junto com Chris, está entre as melhores apresentações masculinas da noite, porque no geral a mulherada que está dominando.

Renata: DeAndre é um dos meus favoritos, vocês sabem. Achei a performance poderosa em tudo. Pisou nos homens essa noite.

Kennedy Holmes – “Greatest Love Of All”

Bernardo: Que excelente maneira de terminar uma noite de apresentações. Fiquei pensando o motivo pelo qual eles não colocaram a Kymberli ou a MaKenzie por último, haja vista que a produção sempre guarda o melhor para o final, mas entendi exatamente o porquê Kennedy foi incumbida da tarefa de fechar a noite com chave de ouro. Novamente eu fico sem palavras num momento único dessa temporada. Uau, senhores, Uau!

Edu: MELHOR APRESENTAÇÃO DA TEMPORADA!!!!!!!!!! JESUS CRISTO, EU ESTOU NO CHÃO!!!!!!! O QUE FOI ISSO BRASIL?? Gente, eu fico impressionado já que ela tem apenas 13 anos e agir como uma verdadeira diva, a la Whitney. Eu estou boquiaberto até agora, sério mesmo. De uma coisa eu tenho a mais absoluta certeza, que Kennedy tem que chegar no mínimo no Top 2. Não aceito outro resultado além desse, mas aquilo lá, o povo americano não gosta da JHud. Portanto, se ela chegar até a final já é uma vitória, sendo que o prêmio da temporada tem que ser dela, Kymerli ou MaKenzie, é inadmissível outra pessoa além das três. Se fosse no The Voice UK, onde JHud é mais querida e tem popularidade, essa performance por si só já teria garantido a vitória de Kennedy na disputa.

Renata: Minha gente, não tem condições, 13 anos com todo esse poder. Se Kennedy havia se apagado em algum momento da competição, hoje ela brilhou mais que o sol. Fiquei arrepiada do começo ao fim. JHud tem um tesouro em suas mãos. Que Kennedy tenha vida longa, pois eu, sinceramente, quero bem mais disso.

INSTANT SAVE

 

Lynnea Moorer – “Tattooed Heart”

Bernardo: É uma pena ver a Lynnea aqui novamente. Eu sei o quanto os americanos, assim como os brasileiros, gostam de uma história de superação, mas claramente não foi o caso com o The Comeback Stage. Vendo a moça aqui mais uma vez fica claro o baixo apelo que ela tem com o público de massa.

Edu: Não me espanta ver Lynnea no bottom novamente. Diferente da semana passada, dessa vez sua apresentação em busca de sobrevivência deixou a desejar, infelizmente.

Renata: Gente, primeiramente eu não entendi essa implicância com Lynnea. Ela, nem de longe foi a pior da noite anterior. Falando de hoje, foi uma performance boa, mas… enfim, podia ter sido melhor.

DeAndre Nico – “Take Me To The King”

Bernardo: Don’t Cry For Me….Calma, brincadeira, gente! Isso porque eu adoraria dizer que eu estou impressionado, mas não estou. Embora tenha visto pessoas muito piores nessa noite, como é o caso do Dave e do Kirk, o DeAndre semana após semana jogando na sua zona de conforto, algo que ninguém gosta.

Edu: COMO ASSIM DEANDRE NO BOTTOM? Me recuso, sabe? O cara veio com uma apresentação muito bacana, mostrando o porquê está desmerecidamente por aqui. Enquanto isso, gente muito pior se saindo ilesa.

Renata: Eu tô virada no jiraya! Esse Instant Save foi sem condições. Numa competição em que Dave entrega aquele desastre, DeAndre vem parar aqui. Não entendo a lógica do voto americano, é sério mesmo, sem zoação. Claramente, minha torcida é para que ele permaneça. Eu amo demais essa música, acho que a performance foi a altura. MARAVILHOSA!

ELIMINAÇÃO

Bernardo: Quando a NBC anunciou que estava criando um Comeback Stage para expandir a franquia The Voice para internet – algo que, cá entre nós, demorou muito tempo para acontecer-, pensei que seria algo bem sucedido nos moldes do delicioso Top Chef: Last Chance Kitchen, que não só proporcionou muitas reviravoltas na série mãe, como venceu o Emmy em 2013 (isso mesmo, dá uma olhadinha aqui). Infelizmente não foi. Seja pelo fracasso dos resgatados, que falharam em conquistar um telespectador que ainda pouco familiarizado na intersecção entre TV e internet, ou até mesmo pela forma na qual o spin-off foi desenvolvido. Que a Lynnea tenha toda a sorte do mundo nessa sua jornada.

Edu: Vamos problematizar, pois quero sangue. Sabia que o Comeback Stage não agradaria, e eventualmente tentariam eliminar Lynnea na primeira oportunidade. Muita gente com certeza deve ter achado um cúmulo uma pessoa que não teve cadeiras viradas nas blinds ter uma volta por cima triunfal nos live shows. O engraçado disso tudo, entretanto, é que foi o público americano que a colocou aqui. Ironia do destino que fala, né? DeAndre é um dos destaques da temporada, e semelhantemente não entendi também o porquê de estar nesse IS. Eles foram melhores que muita gente essa semana, e esse bottom tinha que ter sido entre Dave e Sarah, com o rapaz caindo fora. Enfim, acertei minha profecia da semana passada.

Renata: Injustiça, né? Esse é o sentimento após essa eliminação. Lynnea não merecia sair tão cedo, ainda mais em meio ao cenário dessa semana. Dessa forma tenho medo pelas próximas, pois tem uns embustes que a gente já viu que vão longe. Não sei se vou ter coração de ver gente boa indo embora por nada. DeAndre permaneceu, pelo menos uma vitória nesse desastre de top 11.

 

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O que acharam do resultado? Foi justa a eliminação de Lynnea?

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