Qualidade dos candidatos cai na reta final das blind auditions do The Voice US

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Imagem: Trae Patton/NBC

As blind auditions do The Voice está em sua reta final. Os times estão quase completos, e os coaches mais rigorosos.

Diferente das duas primeiras semanas, a qualidade das apresentações dessa vez deu uma caída, mesmo assim com alguns nomes promissores. Vamos acompanhar?

 

PRIMEIRO DIA

 

Oneup – “ Could It Be I’m Falling in Love”

Bernardo: Primeiro tenho que dizer amém para o “Motown é atemporal”, porque realmente é e eu já virei fã desses dois por isso. Adorei a ideia, a apresentação e a história desses dois. Me parece um daqueles corais de Natal, mas eles são tão simpáticos que eu não poderia ignorá-los. De forma alguma.

Edu: Eu adorei os dois, sério mesmo. Foi uma performance leve e gostosa de assistir, a qual viajei aqui. Espero e muito que eles possam ir além das batalhas, que foi a fase máxima que um duo já chegou no The Voice US. Kelly, não me decepcione!

Luke: Eu tive momentos em que estava curtindo muito, momentos em que a felicidade e os movimentos robóticos me incomodavam. No geral, terminei a apresentação curtindo o trabalho e curioso pelo que vem por aí. Tem muita matéria para trabalhar, mas pode cair semanalmente na mesmice. Vamos aguardar!!

Renata: Gente, e não é que eu gostei desses dois? Que vozes gostosas, eu bem que dei uma viajada aqui de olhinho fechado. Já quero ver o que esses dois tem para nos entregar mais na frente.

 

Natalie Brady – “Barracuda”

Bernardo: Por enquanto na temporada ainda não tinha visto uma boa cantora representando esse gênero. Embora ela tenha entrado, continuo acreditando que ainda não temos alguém com a qualidade. Ela teve alguns momentos positivos, mas no geral eu não gostei. Concordo com a Renata, não vai muito longe.

Edu:  Ok, Natalie tem uma história de vida interessante e fez um número muito bom, mas é isso. Não a vejo indo muito longe, tem jeito de ficar presa ao mesmo estilo, e sabemos que gente assim não dura na disputa. Espero estar errado, mas será bem isso mesmo.

Luke: Eu amo essa música e todo o potencial que ela tem de me motivar, kkk… Natalie é um fenômeno, sem discussões. Me deixou arrepiado em diversos momentos. Contudo, tenho receio do que pode ocorrer com esses gritos e agudos com um potencial desses. O exagero e a mesmice podem seguir ela, espero que não.

Renata: Sendo sincera? Bem pombo! Apesar de toda potência, não vi nada demais. Achei bem a cara de Adam, mesmo. Aposto que não passa dos nocautes.

 

Mike Parker – “So Sick”

Bernardo: Nada demais. Mike entregou aquele tipo de apresentação que nós vemos todos os anos em algum momento da competição. Não teve nada demais e não merecia, pelo menos pelo que vimos aqui, essa chance da Jennifer. Espero que evolua, mas provavelmente amanhã eu já esqueci do Mike.

Edu: Ai gente, sério mesmo? A tia do sono merecia mais que ele, não entendi de JHud virando.

Luke: Não consegui achar a vertente vocal dele que tenha feito JHud virar. Sim, tiveram momentos em que ele demonstrou qualidade, mas foram bem pontuais. Não sei, acho que foi um act de extrema coragem ao se escolher.

Renata: Rapaz, eu fiquei esperando o tempo inteiro ele explodir. Só fiquei esperando, mesmo. Foi uma boa apresentação, mas nada que surpreenda. Espero que JHud tenha acertado nessa virada e que grandes surpresas estejam por vir.

 

Joey Green – “Baba O’Riley”

Bernardo: Eu não sei se a Jennifer realmente sabe o time que ela quer formar, porque depois do Mike e agora com o Joey não entendi nada. Seja qual for a ideia que ela tem para o futuro, Joey foi bem em alguns momentos e mediano em outros. Blake foi a escolha certa como coach, mas mais uma vez eu não acredito que ele tem um futuro muito promissor pela frente.

Edu: Achei tudo muito mais do mesmo, mas com sua ida ao team Blake, talvez possamos nos surpreender.

Luke: Joey tem uma voz peculiar que, de tão peculiar, pode não se encaixar bem em uma variedade de músicas. Vai ser um trabalho para Blake, mas um bom trabalho se conseguir colocar ele longe.

Renata: Ai, Joey! Eu amei sua voz. Embora tenha achado a audição fraca demais, Blake tem a mão certa para acrescentar o que está faltando.

 

Zaxai – “Come and Get Your Love”

Bernardo: Depois de quase morrer de sono nas duas últimas apresentações, Zaxai (vejam esses nomes maravilhosos novamente) me mostrou que ainda é possível ter um bom momento neste episódio. Não foi fenomenal, longe disso, mas eu gostei do estilo, da atitude e da perspectiva que ele tem no time da Jennifer.

Edu: Zaxai deu um up tremendo, amém! JHud vai saber trabalhar muito bem com o rapaz, e aposto alto em sua vida longa na disputa. PS: Kelly bloqueada, melhor coisa sempre!

Luke: Uma vibe sensacional e uma apresentação justa. Longe de ser das melhores, mas de uma qualidade interessante. O block de JHud lhe rendeu um diamante bem precioso que, se trabalhado, tem um potencial gigantesco na competição.

Renata: Finalmente alguém que gostei nessa noite! Adorei Zaxai como um todo, voz deliciosa, timbrezinho que pega no coração. JHud soube fazer para conseguir o moço, certeza que o aperfeiçoamento dele será incrível.

 

Erika Zade – “New Rules”

Bernardo: Erika tem uma voz boa, mas a escolha da música foi tão equivocada, tão errada que eu nem sei por onde começar para apontar os (inúmeros) erros que teve nessa blind. O que a Kelly estava pensando? Não sei e confesso que nem quero.

Edu: Kelly, como ousa? Tomara que das batalhas essa chatilda não passe.

Luke: Fez igual JHud ali em cima e desperdiçou uma vaga.

Renata: Kelly, mulher, desperdiçou uma vaga! Que apresentação sem sal nem açúcar. Essa versão ficou muito foi da chata!

 

Jarred Matthew – “Tired Of Being Alone”

Bernardo: Foi animadinho, interessante e estou bem curioso em ver o que o Jarred vai preparar para o futuro. E concordo com o Blake, ninguém exalou mais excitação do que esse moço até aqui. Fiquei até mais animado depois disso, muito bom!

Edu: Mais um mais do mesmo, tá difícil. As blinds estão chegando ao fim, e parece que os mais fracos ficaram pro final.

Luke: Concordo com Edu, tá bem mais do mesmo. Não sei se passa da próxima fase!!

Renata: Jarred é aquele candidato bem genérico que Adam ADORA! Pode ficar melhor? Pode! Eu duvido? Sim. [E isto!

 

Sam Robbins – “Time In A Bottle”

http://www.youtube.com/watch?v=6zBvRWhiJJ8

Bernardo: Numa avaliação de zero à dez, eu provavelmente daria um cinco. Ou seja, não foi bom, mas também não foi péssimo. Seja como for, torço muito para que na próxima temporada estejamos comentando sobre a enorme qualidade do Sam nesse retorno.

Edu: Olha, não consigo entender. Eu sinceramente amei a performance de Sam, foi muito melhor que muita gente meia boca que eles viraram. Ainda bem que ele garantiu uma vaga no The Comeback Stage, e que possa surpreender em seu retorno.

Luke: Vou ser sincero em dizer que me deu um pouco de sono e faltou uma emoção. Em alguns momentos, o timbre dele era interessante mas depois caía no mais do mesmo. Espero que o trabalho do Comeback sobre ele surta bons efeitos.

Renata: Eu sinceramente achei que eles virassem. Talvez agora dê tempo dele se preparar um pouco mais e colocar energia na coisa toda.

 

Colton Smith – “Alive”

Bernardo: Sia é difícil. Qualquer cantor que resolva se apresentar com uma música dela sabe que tem a obrigação de apresentar algo, no mínimo, perfeito. Dito isso, o que importa aqui é que vimos, mais uma vez, o que acontece quando um bom cantor se atrapalha por um nível musical que ele não consegue atingir.

Edu: Achei tão sem sal a apresentação, mas estou na fé que JHud vai lapidá-lo adequadamente.

Luke: Quando alguém tenta cantar Sia me dá um aperto no peito, sensação de perder o fôlego. Não estou dizendo isso no bom sentido, de que sempre mandam bem, é no sentido patológico de falta de ar. Também não quer dizer que foi mal. Só me dá uma angústia. Colton tem potencial, mas não sei se ainda é preparado para algo da magnitude da canção. Espero que ele cresça e muito por aqui.

Renata: Aff, merecia mais que uma cadeira. Amor, cantou SIA já me ganhou. Adorei o estilo de Colton e sua força. JHud, por favor, tire tudo que puder dele.

 

Kayley Hill – “Gold Dust Woman”

Bernardo: Alguém pode me dizer o que aconteceu? Foi errado do início do fim, mas eu tenho que confessar pra vocês que assistindo essa apresentação eu pensei que a Kayley iria possuir a Rosana e sair cantando Como uma Deusa”.

Edu: Foi ok, é divertida e carismática. Não sei se passa das batalhas.

Luke: Uma act que, até o momento, tá ali só pra preencher espaço.

Renata: Alcance a amiga tem, mas só isso mesmo.

 

Kirk Jay – “Bless The Broken Road”

Bernardo: Melhor apresentação da noite, hands down!!!!! Foi emocionante e trouxe uma qualidade musical que nenhum outro cantor teve nesta noite. Espero ver o Kirk indo longe, muito longe. A impressão é que ele consegue dominar qualquer tipo de gênero a partir dos conselhos certos dos coaches, por isso só me resta aplaudir o que vimos aqui e esperar por ainda mais surpresas dele na próxima fase.

Edu: O melhor sempre fica por último. Eu estou sem palavras pra essa apresentação, sério. Que voz incrível, que escolha musical marcante. Foi simplesmente extraordinário, e estou totalmente sem palavras. Me emocionei aqui, e foi um nome de peso para o team Blake.

Luke: Emoção, compaixão e humildade, meus amigos!! É isso que está faltando no mundo hoje em dia, e Kirk trouxe tudo isso na sua apresentação. Blake tem em suas mãos um potencial campeão, basta trabalhar muito bem com suas opiniões e manter sempre sua personalidade.

Renata: Finalmente, alguém para salvar essa noite! Kirk me emocionou de verdade, o timbre dele invade, né? Fiquei bem encantada e presa a performance dele. Blake, vamos lá, não decepciona a gente, bota esse homem pra cantar!

 

SEGUNDO DIA

 

Caeland Garner – “Dancing In The Moonlight”

Bernardo: Adoro essa música, mas o Caeland não soube como aproveitá-la. Isso porque a apresentação nos trouxe seus pontos fortes, como também seus pontos fracos. Concordo com os comentários do Blake sobre a voz singular, mas não seria minha escolha.

Edu: Já adorei! Caeland tem uma voz interessante, soube vir com uma song choice adequada e me prendeu do começo ao fim. Eu viraria para o rapaz, com certeza, mas Blake está formando um time tão consistente, que não sei se vai tão longe.

Luke: Eu gostei do total da apresentação. Colocou certa identidade sobre a canção, não ficou aquele karaokê e nem aquele barzinho e violão. Foi um pouco mais do que isso. No geral foi uma boa apresentação, que pode surpreender.

Renata: O que dizer sobre Caeland? Assim… voz única, timbre lindo, performance bem sólida. Seu único erro na noite é ter o embuste do Red ao lado! hahahaha

 

Madison Cain – “You Oughta Know”

Bernardo: É sério isso produção? Mais um dia de apresentações com um nível como esse? Me poupe, nos poupe.

Edu: Pensei que fosse a audição de uma joke action do American Idol. Olha, a edição tá de parabéns (só que não), por deixar os piores pro final.

Luke: Ainda bem que ninguém virou, porque realmente não ficou nem perto do audível. Vai ser um trabalho gigantesco no Comeback, mas se surpreender vamos ficar todos perplexos!!

Renata: Gente, quando ela começou a cantar eu pensei: “Não estão falando sério”. Ainda bem que não estavam mesmo. Por mim ela nem voltava, vocês estão loucos!

 

Lela – “Havana”

Bernardo: Quando eu descobri que essa seria mais uma apresentação que traria Havana”, pensei – “Pronto, agora é esperar por mais um desastre”. Para nossa sorte, foi um meio termo. Nem tão ruim, mas nem tão bom. Acredito que a Lela teria sido muito melhor, e ainda mostrando seu excelente espanhol, escolhendo alguma música propriamente latina para sua blind audition. Ela é de Miami, queridos, cidade que pulsa sangue latino desde sempre, o que mostra, mais uma vez, que ela poderia ter feito melhor.

Edu: Amei!!! Lela é uma maravilhosa, que tem gingado, carisma, sensualidade e aquele toque latino único. JHud acaba de ganhar um nome interessante, e estou bem curioso pra ver o que sairá disso.

Luke: Não sei se é porque eu já estou cansado da música, que não me surpreendeu tanto. Eu gostei dela ter colocado uma identidade quase brasileira na sua apresentação, com um gingado meio castelhano… Mas no mais, a música não me deixa seguir com comentários satisfatórios!!

Renata: Swing bom, talvez mostre mais daqui pra frente.

 

Cody Ray Raymond – “Born Urn a Bad Sing”

Bernardo: Tá aí o primeiro cantor que a gente pode torcer e ao mesmo tempo seguir no Instagram. Gostei do Cody, acredito que ele acertou em escolher a música certa para sua voz e ainda reafirmar sua postura forte, porém amistosa no palco do The Voice. Que vá longe, muito longe.

Edu: Foi uma apresentação bacana, não vou negar. Se vamos nos surpreender daqui pra frente? Tudo vai depender única e exclusivamente de Kelly, portanto podemos esperar de tudo.

Luke: Tiveram momentos incríveis e momentos que me deixaram meio entediado. Não que tenha sido uma performance mal executada, foi muito bom… Mas acho que ele pode ser melhor trabalhado por Kelly e trazer grandes surpresas!!

Renata: Duas fadas sensatas, como não virar para essa voz gostosinha? Esses rasgadinhos que pegam no coração. Além de um rosto que não se joga fora, né? Kelly, por todos os santos quero esse homem destruindo tudo.

 

Jake Wells’ – “When The Stars Go Blue”

Bernardo: Não sei, mais uma vez, dizer que tipo de time o Sr. Levine está querendo montar. Ao meu ver é um misto de vontade de ganhar com piedade por cantores mais ou menos. Ressalto, é claro, que o Jake tem seus méritos, mas longe, muito longe do nível do programa.

Edu: EU JÁ IA XINGAR MUITO AQUI SE NINGUÉM VIRASSE. Eu sinceramente adorei por demais sua apresentação, foi tudo bem singelo e na medida certa. Estou com medo, francamente, de Adam estragar o rapaz.

Luke: Eu gostei demais da apresentação de Jake, achei no tom certo entre o feeling e a voz. Ele conseguiu passar a emoção para mim e foi mantendo a qualidade do início ao fim!!

Renata: Eu fiquei um pouco confusa com Jake! A linha entre o amei e o muito pombo foi tênue. Adam adora dar uma de salvador, depois não tem ninguém que preste. Que Jake me faça morder a língua.

 

Abby Cates – “Scars To Your Beautiful”

Bernardo: Tem potencial, tem força, garra e perseverança. Gostei do que a Abby apresentou aqui e realmente acredito que veremos essa moça surpreendendo positivamente daqui pra frente. Confesso que minha primeira impressão não foi muito boa, mas logo tudo mudou.

Edu: Foi uma apresentação incrível. Lindíssima e talentosa, Abby veio com a song choice certeira. Que orgulho ver o time consistente que Kelly está formando, mesmo com alguns nomes descartáveis. O mais forte até o momento.

Luke: Nunca esperaria que a voz que vi fosse dela!! Que potencial gigantesco e que adesão ao team Kelly. Abby tem um tom sensacional e um potencial de final, basta passar por algumas provas de evolução durante a competição.

Renata: Olha essa mocinha aí,hein?! Que potência, meus amigos! Carinha de anjo, mas canta como um leão. Kelly tá formando um time pra ninguém bater de frente.

 

Funsho – “Finesse”

Bernardo: Diretamente da sua fábrica de nomes espetaculares do The Voice, temos o Funsho com uma ótima e deliciosa proposta de entrar para a competição com o Finesse”. Ousado e com ampla margem de dar tudo errado, como muitos antes dele. É claro que passou longe do nível Bruno Mars de qualidade, mas foi o ponto alto dessa semana e eu agradeço o Funsho por isso. Antes de concluir, lembro ao leitor da história de vida desse moço: saiu da Nigéria, um dos países com um dos maiores índices de pobreza extrema do mundo, aproximadamente 87 milhões de pessoas, e aqui está, no palco do The Voice em busca de uma vida melhor. Viva o talento, viva a miscigenação, os imigrantes e viva Funsho!  

Edu: Se não for pra ter a Cardi B junto nem sobe no palco. Funsho é bacana, tem presença de palco, mas eu não gosto dessa música. Foi bom, mas gostaria que tivesse sido outra song choice.

Luke: Não é que Adam acertou uma em cheio? Funsho tem todo o potencial do pop, e é raro uma canção como essa me fazer apegar. Foi muito bem executada, trabalhada e ele conseguiu contagiar a todos. Espero que Adam não jogue sua praga e estrague um grande competidor como ele.

Renata: Também fiquei com vontade de dançar. Seria Funsho nosso novo Chris Blue? Com exageros a parte, o cara mandou bem, ritmo bom, timbre maravilhoso e segurança. Adam deu uma dentro, vamos ver por quanto tempo.

 

O que acharam da reta final das blind auditions? Na próxima semana nossos coaches fecham seus times, e daremos inícios às batalhas. Quem está animado?

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