The X Factor: Grandes audições e outros momentos péssimos marcam fase inicial

Imagem: THE X Factor – DIVULGAÇÃO

Olar, amigos! As audições estão bombando, hein! Com uma bancada meio estranha, convenhamos, a nova temporada se firma mesmo em bons candidatos, vozes interessantes e sem o boom de original songs que aconteceu ano passado. Bom , vamos ver como foram as audições da semana passada e também da atual semana?

 

PERFORMANCES
Natasha Boon – “Impossible”

Carol:  Gosto muito dessa música. Natasha canta muito, mas, quase sempre tem o “mas”, achei que ela faz muito biquinho. Solte essa voz, sem muito act, e vá longe.

Edu: Maravilhosa! Natasha veio com essa música incrível, e soube conquistar. Vamos ver como serão seus próximos passos, mas de primeiro instante foi tudo muito bem.

Luke: Eu gostei bastante da personalidade da Natasha, ela chegou levantando geral na plateia, mas quando começou a cantar fiquei meio que na dúvida. A música é maravilhosa, mas achei um pouco grande demais pra ela. Acho que ela tem potencial pra surpreender um pouco mais, mas confesso que não botei muita fé.

Andy Osbourne: Eu amo essa música. Lembro que foi ela que levou o Fifth Harmony aos Lives. Não é uma música fácil de cantar, como o Louis disse, mas ela se saiu bem. Eu curti, e espero que ela vá longe.

 

Owen Matthews – “Trouble”

Carol: Engraçado, e QUE VOZ! Nem parece que saiu dele, e os movimentos são estranhos. mas sei lá, num geral achei esquisito.

Edu: Ele tem uma baita voz, apesar de bizarro, mas convenhamos que ele tem presença de palco.

Luke: Quis fazer o Elvis e me fez foi ficar rindo aqui. Não curti.

Andy Osbourne: Ele é bem estranho. Mas quem disse que ser estranho é ser errado? Acho demais. Que vozeirão.  

 

Aaliyah and Acacia – “Bang Bang”

Carol: Elas vieram de Bang Bang, arrebentando geral, música perfeita, para a potência de Aali e para os trechos de rap. Não foram Ariana mas foram Grandes e elas tem futuro nos Grupos. Aqui podemos notar o olho poderoso que tem esse Simon.

Edu: Simon e suas ideias de sempre ter uma visão a frente para duos e grupos. Aaliyah e Acacia ainda estão muito cruas, mas, se lapidadas da forma adequada, tem tudo para ir muito longe na disputa. Apenas que atento!

Luke: Olha, foi uma baita jogada genial do Simon viu. Ele enxergou o potencial das duas gurias e essa chance com certeza pode mudar demais a vida de ambas. Tiveram as derrapadas ao longo da performance, principalmente nas partes da Aaliyah que desafinou um bocado, mas julgando pelo fato do curto tempo que tiveram pra montar o negócio, vale dizer que to botando muita fé na dupla. Acho que vão surpreender muito pela frente.

Andy Osbourne: Longe de ser perfeito, mas como Simon disse, elas só tiveram uma hora pra ensaiar. Me conquistou. Fifth Harmony, Little Mix e tantos outros grupos deram certo por causa dessa junção. Tem minha torcida.

 

Felix Shepherd – “All I Want”

Carol: Uma das coisas que mais aprecio no TXF é a diversidade. Um homem trans, super talentoso, ainda no começo da carreira, e mesmo tendo mudado de voz, concordo com Robbie, ele arrasou. Precisa trabalhar um tanto ainda? Sim. Mas ele consegue.

Edu: Foi uma apresentação muito bonita, com toda uma história por trás. Entretanto, não consigo imaginar Felix indo muito longe na disputa. Posso estar muito errado sobre isso, mas é o que me parece.

Luke: Primeiro vale dizer que essa música do Kodaline sempre dá aquela derrubada no emocional, ai somada com toda aquela história bacana do Felix acabou por render uma excelente audição. É aquele act impossível de não torcer pra se dar bem e fiquei muito feliz com o resultado.

Andy Osbourne: Eu amo essa música. Felix estava ai para provar que temos de ser quem queremos, e isso nunca deve impedir de conquistar nossos sonhos. Ele arrasou na apresentação. Claro, não está perfeito, mas certamente ele marcará a história do X Factor.

 

Maria Laroco – “Purple Rain”

Carol: Achei que era a Alisah Bonaobra. Notei que não uns segundos depois. Poderia ter escolhido outra música, mas parece que essas meninas das Filipinas gostam de gritar um pouco e cantar essas músicas de efeito. Baita potencial com esses agudos!

Edu: Mais uma filipina com cara de participantes de outras temporadas, comigo achando que é alguma retornante. Agora que maravilhosa Maria é, hein?! “Purple Rain” é aquele dois extremos, ou se canta muito bem ou muito mal. Ainda bem que ela foi pela opção um, assim não decepcionando.

Luke: Ah gente, preciso dizer que no começo achei ela um tanto forçada e isso me fez ficar com um certo ranço aqui, mas felizmente Maria foi crescendo pra caramba com a música e no final da apresentação eu estava bem impressionado aqui.

Andy Osbourne: As meninas das Filipinas vão dominar o X Factor. Todo ano elas arrasam. Tem minha torcida, até porque amo essa música. Gostei da versão.

 

Burgandy Williams – “Respect”

Carol: Respect por você mulher, maravilhosa! Ela é o show inteiro. Tô só o Robbie, na plateia dançando.

Edu: Que apresentação mais maravilhosa! Nossa recém saudosa Aretha sendo muito bem representada por essa joia rara.

Luke: Já chegou cheia de personalidade, fazendo piadinhas e conquistando geral por ali. Ai eu já fiquei imaginando que era só pra me deixar empolgado e depois mostrar que a guria não cantava, mas para minha felicidade foi exatamente o contrário. Adorei demais Burgandy gente! Ótima voz e domingou bonito o palco.

Andy Osbourne: Muito maravilhosa. Essa música exige respeito e precisa ser cantada por alguém que passe essa mensagem. Parabéns, tem meu respeito. Salve Aretha!

 

Athena Manourain – “Crazy in love”

Carol: Ela veio querendo seduzir mais que o filme que usou essa música como tema, mas ficou 50 tons de estranho. Melhorou um pouco, porém não me impressionou. Acho que apesar de ter passado ela cai fora logo. Mas pode rolar um drama, ela parece mimada.

Edu: Que ser mais lindo, meu Pai eterno! Ela começou com aquela versão do 50 Tons, e pensei que manteria assim. Aí do nada há uma reviravolta, e damos de cara com a versão oficial desse hino, com direito a bailarinas. Eu sinceramente amei, e estou boquiaberto até agora. E a esposa subcelebridade de Robbie toda recalcada de canto com o marido dela babando pela novinha? Ai, ai…

Luke: Gata? Muito por sinal, mas gente, atitude judiou pra caramba ali e peguei um ranço logo de cara. Por mim não tinha passado pra próxima fase, mas só o Louis mandou um não.

Andy Osbourne: Chegou querendo chegar. Eu tô meio que com o Louis nessa: quem gosta de aparecer demais, não convence em determinados momentos. Mas tendo o “all pack”, certamente ela pode ir longe.

 

Scarlett Lee – “Original song/Never Enough”

Carol: Desculpa, não lembro dela. Muito melhor a segunda música que a original, ela fechou bem o programa. Achei ela muito fofinha, o Simon falando com ela. Grande talento, afinação mil, que vá longe, ainda é novinha, será uma boa competidora do grupo das Girls.

Edu: Sempre tive certo pé atrás com Scarlett, a achando desesperada em alguns momentos. A primeira música de sua redenção foi exatamente isso, me perguntando se merecia estar de volta esse ano. A segunda canção lhe beneficiou muito mais, e curti por demais. Talvez ela consiga chegar aos lives nessa temporada, caso tenha retornado mais madura que ano passado.

Luke: Confesso que bateu medo já quando ela subiu no palco. A primeira música realmente não estava rolando, mas na segunda ela mandou super bem. Ainda tenho a versão linda que a Jurnee cantou no American Idol, mas Scarlett também fez um ótimo trabalho. Essa música tem bastante emoção e se não exagerar na dose, fica meio difícil não acertar. Gostei muito!

Andy Osbourne: Torci muito por Scarlett no ano passado. Mas a primeira música não funcionou. Ela infelizmente não foi bem com uma original. Mas a segunda ela arrasou. Eu espero que ela cresça a ponto de ir mais longe este ano na competição. Potencial ela tem!

 

 

Richard Ryan – “I Believe In a Thing Called Love”

Carol: Música difícil demais para cantar, mas me surpreendeu.

Edu: Sinceramente pensei que viria bomba, mas me surpreendi. Richard foi bom ao seu limite, apesar de não ter conseguido atingir todas as notas altas. Mesmo assim ele não forçou ser algo que não é, sendo então autêntico e com certeza foi isso que conquistou os jurados. Sim, com toda a certeza.

Luke: Gente, já estava preparado aqui pra tirar onda com o rapaz, porque tinha certeza mais uma vez iriam abrir o episódio com um audição piada. Acontece que foi totalmente diferente daquilo que eu imaginei. Como o próprio Simon disse, Richard tem uma voz diferente daquilo que aparenta e particularmente eu gostei bastante da audição. Ele não é aquele cantor sensacional, mas contagiou no momento que começou a cantar e mereceu demais passar. E aquela avó? <3

 

Armstrong Martins – “Breaking Free”

Carol: Ele é bom, nem deu para conectar a música ao filme. Ele enfeitou muito algumas partes, mas é inegável que essa voz rasgada manda bem.

Edu: Caraca, me arrepiei aqui. Armstrong impressionou com sua audição, apesar de parecer ser aqueles acts boring que sempre aparecem no The X Factor, ocupando vagas de gente bem melhores. Espero estar enganado e me impressionar ainda mais nas próximas fases.

Luke: Finalmente meu povo! Eu imaginei que viria coisa boa ali, porque quando o rapaz entrou no palco senti uma vibe ótima e o resultado não poderia ter sido diferente. Não foi perfeito, mas foi de longe uma das melhores audições da temporada até aqui. Excelente voz, personalidade, carisma e gosto musical. Já fiquei super ansioso pela próxima performance.

 

LMA Choir – “This Is Me”

Carol: Eita, foi muito maravilhoso, isso é XF multiplicado em mil.

Edu: O QUE FOI ESSA APRESENTAÇÃO? Me emocionei por demais, foi lindo e impressionante. Me fez lembrar aquele coral maravilhoso que participou da mais recente temporada do America’s Got Talent. Estou sem palavras, francamente.

Luke: Duh, também tenho acompanhado a jornada dos corais que estão no AGT dessa temporada e tipo, tem rendido excelentes apresentações. LMA não foi diferente, para minha felicidade. Precisa nem dizer que essa música dá aquela balançada no emocional né? E achei que o grupo fez um ótimo trabalho!

 

Georgia Burgess – “Who’s Loving You”

Carol: No exagero ela acaba falhando nas notas, mas com técnico, domando essa energia, pode surpreender.

Edu: Achei Georgia bem exagerada, na moral. Talvez ela possa surpreender e calar minha boca no futuro, mas de primeiro instante só me veio ranço.

Luke: Vinte aninhos e um vozeirão desse? Difícil não ficar empolgado com a Georgia, mesmo cantando essa música que está um tanto saturada já nesses programas. Curti muito a guria e concordo que rolaram alguns exageros durante a apresentação, mas não tenho dúvidas que se bem guiada ela tem tudo pra surpreender cada vez mais.

 

Sephy Francisco – “The Prayer”

Carol: Estou confusa, ela pode passar com 8 SIMs pois ela são DUAS na verdade.

Edu: Eu não estou sabendo lidar com isso até agora!!! E essas meninas das Filipinas? Sempre acho que é uma candidata de temporadas passadas retornando ao programa. Depois falam das japoneses. Focando na performance, estou bem boquiaberto com ela cantando esse clássico, mas representando tanto a parte de Celine quanto do Andrea.

Luke: Eu fiquei foi bem pasmo com essa audição gente. Como assim a guria consegue fazer aqueles dois tipos de vozes completamente diferentes? Choque demais aqui. Achei interessante e com certeza pode render coisa boa pela frente.

 

 

Lanya Matthews – “And I Am Telling You”

Carol: GURIA INSANAMENTE BOA, vem para a vitória mulher! Nossa Senhora do Agudo, ajudai-a.

Edu: GENTE QUE PERFORMANCE FOI ESSA?? Tipo, eu não aguento mais ouvir essa música em audições de realities musicais, mas Lanya tem um “quê” vocal de JHud. Na hora que ela chegou ao refrão já tinha a certeza absoluta que passaria, e não me enganei. Graças a Deus!

Luke: Meu povo, da onde é que saiu tudo isso de voz? Fiquei foi bem pasmo aqui com Lanya e no melhor sentido possível. Tiveram algumas derrapadas? Com certeza, mas nem por isso deixou de ser um baita tiro de audição. A guria tem apenas dezessete anos e canta desse jeito, caramba!

 

Nathan Grisdale – “Rise Up”

Carol: Senti que ele estava acreditando mesmo naquilo, mas não curti a voz dele, apesar da boa energia do rapaz.

Edu: Ai, sinceramente? Achei essa apresentação entediante. Algo na voz de Nathan me incomodou, além de tê-lo achado muito engessado.

Luke: Sou Team Louis e Team Ayda nessa, porque curti demais a personalidade do Nathan e o cara me ganhou ainda mais com aquela versão que fez de “Rise Up”. A voz dele é um tanto diferente e isso me agradou muito. Na torcida pra que ele consiga impressionar mais na próxima fase e mostrar que merece demais estar por ali.

 

Shan – “Never Enough”

Carol: Amo a música e não consigo ter never enough dessa apresentação. Quero mais! Mais!

Edu: NÃO ESTOU SABENDO LIDAR COM ESSA APRESENTAÇÃO. Sério, eu amei por demais. Shan soube deixar todos boquiabertos, com uma performance simplesmente memorável e emocionante. Amei e não foi pouco.

Luke: Olha, esse episódio veio pra compensar o negócio ein? Já estava meio abalado com a audição do Dalton, ai veio a Shan e pronto, terminou de destruir o tanto que restava. Que coisa mais linda gente! Eu to apaixonado real e na certeza absoluta que essa vai muito longe. Audição maravilhosa!

E vocês, o que estão achando das audições do The X Factor?

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