O filme A Lista da Minha Vida (The Life List), lançado na Netflix, entrega um final emocionante, transformador e que deixa um recado poderoso sobre reencontrar a si mesmo. Com Sofia Carson no papel principal e Connie Britton como sua mãe já falecida, a comédia romântica dramática mistura luto, amadurecimento e renascimento pessoal com muito charme — e uma lista escrita aos 13 anos que muda tudo.
Mas afinal, Alex conseguiu cumprir a lista? E o que ela descobre ao final da jornada? Abaixo, explicamos todos os desfechos da trama.
Do luto ao recomeço: Alex cumpre a lista?
Sim. No início do filme, Alex Rose vive em modo automático: uma rotina segura, sem grandes emoções, e uma carreira estável, porém sem paixão. Após a morte de sua mãe Elizabeth, ela recebe uma missão inusitada no testamento: só poderá acessar sua herança se completar a “lista da vida” que escreveu aos 13 anos, repleta de sonhos infantis — desde fazer uma tatuagem até encontrar o amor verdadeiro.
Entre tarefas difíceis e momentos embaraçosos, como fazer stand-up, reencontrar o pai biológico ou ensinar em um abrigo, cada item da lista leva Alex a se redescobrir e a sair da apatia que a paralisava. A cada objetivo cumprido, ela recebe uma nova mensagem da mãe em vídeo, como se Elizabeth continuasse guiando a filha mesmo após a morte.


Alex encontra o amor?
Sim — e com quem menos esperava. No início da história, ela flerta com Finn, um tipo despreocupado e “vivão”, e depois com Garrett, um colega de trabalho que a desafia, mas também falha em entendê-la por completo. É só durante uma viagem ao interior que ela começa a notar Brad, o advogado da família, como algo mais do que apenas o “guardião dos DVDs da mãe”.
Brad é gentil, sensível, divertido e, acima de tudo, faz Alex se sentir segura, compreendida e livre para ser quem ela realmente é. Ao final, ela percebe que ele é o verdadeiro amor da lista — aquele que a ajuda a ser sua melhor versão. A cena em que Alex invade (literalmente) a casa dele com o carro da mãe para confessar seus sentimentos é a explosão de emoção que o público esperava.
O que Alex recebe ao completar a lista?
O último vídeo de Elizabeth é também o mais emocionante. Ao lado dele, há um envelope vermelho com a herança: a casa da família, local de tantas memórias, amores e dores. Mais do que um bem material, o imóvel representa o legado emocional da mãe — e o símbolo de que Alex agora está pronta para viver plenamente.
E a relação com a mãe em A Lista da Minha Vida?
O vínculo entre Alex e Elizabeth é o coração do filme, mesmo que Connie Britton apareça apenas em vídeos pré-gravados. Ao longo da jornada, Alex revisita lembranças, refaz laços com os irmãos, e passa a entender a profundidade da preocupação da mãe: Elizabeth não queria deixar uma fortuna, mas sim a chance da filha reencontrar sua essência.
A ideia da lista funciona não como uma simples “missão de cura”, mas como uma ferramenta para despertar o que sempre esteve adormecido em Alex: sua coragem, seus desejos e sua alegria de viver.

E o final?
No último plano do filme, Alex aparece novamente na casa da infância, agora realizando uma festa de Ano Novo — a mesma em que chegou atrasada e desanimada no início da história. Mas dessa vez, ela está rodeada de amigos, família, amor e luz. Uma nova Alex, vibrante, confiante e viva. A Lista da Minha Vida termina como começou, mas com tudo transformado: a protagonista completou a lista, mas, mais do que isso, reconectou-se com a garota sonhadora que um dia foi — e deu a ela um novo começo.
O recado do filme
Mais do que uma comédia romântica, A Lista da Minha Vida é uma carta de amor àqueles que estão perdidos. Um lembrete gentil — e necessário — de que nunca é tarde para recomeçar, para amar de verdade e, principalmente, para se lembrar de quem você era antes da vida te endurecer. Afinal, como diz Elizabeth: “Talvez eu não possa mais te tirar do buraco, mas posso te deixar uma pá.”