American Crime Story – 1×04 – 100% Not Guilty

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Imagem: Arquivo Pessoal

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Cuba Gooding Jr. continua fazendo um trabalho maravilhoso como O.J. Simpson, mas esse episódio, ele não foi o destaque. Continuando com a história do processo de O.J. chegamos na parte que começam as tarefas no tribunal e a situação não poderia ser mais caótica, dentro e fora da corte. O juiz designado, Lance Ito, a principio não parecer ter sido influenciado nem nada do gênero, mas fica claro que isso ainda vai ser questionado. O frenesi com o caso é imenso e todas as instâncias da justiça parecem à beira de um grande colapso.

Mas não só a justiça que enfrenta problemas, já que o dream team, começa sua “guerra de egos” como bem imaginou Marcia Clark. Robert Shppiro se mostra um advogado ator prestes a abandonar o barco, mesmo com toda a publicidade que o caso traz, afinal, todos os seus lados negativos também estão sendo expostos. E isso não poderia acontecer em timming pior, ou melhor, afinal com John Cochran no time, fica claro quem seria melhor como advogado de liderança. Para catalisar esses fatores, as diferenças entre Shapiro e Cochran fica infinitamente maiores, Shapiro, que não consegue manter nem uma linha de defesa estável por uma semana, parece um desastre e com um empurrão de Lee Bailey cai em desgraça na frente de O.J. e dos outros do time.

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Imagem: Arquivo Pessoal

 Do outro lado do julgamento, a promotoria também não anda às mil maravilhas. O que parecia um caso claro e simples, vai ficando cada vez mais uma bola de neve e nem Marcia Clark escapa da negatividade que a mídia trouxe para o caso. Numa entrevista de seleção de jurados, fica claro que a questão de racismo que Shapiro criou e que Cochran vê influenciaram as pessoas e elas agora se dividem num apartheid ideológico. Unindo isso com o fato que a família de Ron Goldman se sente ultrajada pela maneira com a mídia se apropriou de Ron e de ignorá-lo na maioria do tempo, ou pintá-lo como alguém que deveria “estar esperando por isso”, pressiona Marcia, a que mais leva o caso para a seriedade que merece, até ela topar com a ineficiência do sistema, que é realista ao apontar que não conseguiria nunca levar O.J. para a pena máxima, de morte, pelos assassinatos.

Como se não fosse o bastante, Faye Resnick, uma amiga de Nicole Brown com sérios problemas com cocaína, resolve lançar um livro, para tentar “superar” a perda da amiga e ajudar outras mulheres. Um tiro quase solenemente no próprio pé, que só não traz mais problemas porque a mídia em cima do caso era tão grande que qualquer tipo de informação que alimentasse as diversas teorias seria bem-vinda. Obviamente o livro não foi bem vindo no tribunal, mas após esclarecimentos maiores, não foi nada que não estragasse tudo à primeira vista.

Mas numa boa reviravolta, Marcia faz algo interessante para a história, para o caso, para ela e para o próprio Darden, em chamá-lo para ajudar no caso de O.J. como o terceiro advogado da promotoria. Uma jogada que ninguém no dream team esperava e que com certeza trará mais atritos entre os lados do tribunal.

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