American Horror Story – 6×07 – Chapter 7

American

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Uma verdadeira história de horror americana. Cumprindo o que prometeu, essa sexta temporada de American Horror Story segue se distanciado de todas as outras. Sangue, vísceras, loucuras visuais, etc, continuam lá, mas essa inovação narrativa que esse sexto ano trouxe é espetacular.

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Começando do mesmo ponto onde o episódio anterior parou, Chapter 7 mostrou as tentativas de sobrevivência dos participantes que ainda restam naquele reality show suicida. Sidney, showrrunner do reality, logo no início do episódio encontrou seu fim. Mas será que foi seu fim mesmo? Lembro nas entrevistas que Ryan, quando prometeu a virada da série em seu sexto capitulo, disse que nada daquilo que estávamos vendo era verdade. Muitos, inclusive este que vos escreve, criticou o fato do produtor não conseguir deixar a série falar por si mesma. Eis que o tão aguardado Chapter 6 veio e com ele uma brusca mudança na narrativa com o estilo documental, dando espaço para o Found Footage. Entretanto, não vejo como aquilo que acompanhamos até o capítulo 5 seja mentira. Assistimos ao programa documental “My Roanoke Nightmare” e agora estamos vendo sua continuação “Return To Roanoke: Three Days In Hell“. Ou seja, até o capítulo cinco acompanhávamos a primeira temporada do show e agora estamos acompanhando a segunda.

Digo isso porque nada me tira da cabeça que o Ryan pode muito bem ter se referido ao que estamos vendo agora. E se essa segunda temporada for forjada? Se todas as mortes até a agora tenha sido encenação? E se na verdade Rory, Agnes estivessem todos vivos? É um caso a se pensar. Essa ideia do Sidney querer filmar tudo, incluindo o trailer da produção, foi demasiada exagerada. Tem caroço nesse angu.

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As atuações continuam excelentes, mas nesse episódio tivemos dois destaques, ou melhor, duas. Lily Rabe e sua ingênua Shelby desceram do salto essa semana numa belíssima demonstração de loucura. Na cena em que sua personagem é atacada pela Agnes, a atriz já estava fenomenal, mas nada se compara a cena em que ela mata o marido. A raiva da personagem, sua loucura e logo depois seu desespero com o que tinha acabado de fazer eram palpáveis. Parabéns, Lily.  A outra atriz de destaque é aquela, que na minha opinião, tem levado essa temporada nas costas: Kathy Bates. Só eu sei o quanto eu orei para Alá, Jeová, Oxalá, Xuxa e Annabelle para que a atriz tivesse um personagem a altura de seu talento. E ele veio. Tanto a açougueira, quanto a Agnes é um poço de loucura e um verdadeiro deleite ver Kathy deitar e rolar com seu talento em cena. Vem Globo de Ouro, vem SAG, vem Emmy e tudo mais que ela tiver direito.

Com três participantes a menos, a luta para sobreviver dentro do show continua. Já foi anunciado que apenas um deles irá sobreviver, e ao que tudo indica será a Audrey, da Sarah Paulson. Amo a atriz, mas esse é o personagem mais chato dela em toda a série. Vamos continuar acompanhando essa temporada maravilhosa que está sendo Roanoke. Até semana que vem! 😉

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Roanoke 1: Se alguém quiser entender todo meu amor pela Kathy Bates, basta assistir ao filme Louca Obsessão, que é baseado no livro Misery, do Stephen King.

Roanoke 2: Finn Wittrock foi creditado nesse episódio. Mas eu não vi o ator em lugar nenhum, se alguém viu, pelo amor dos deuses, deixa nos comentários.

Roanoke 3: A visual da real açougueira nada tem a ver com a Açougueira da Kathy. Ela mais parece uma bruxa dos filmes Abracadabra ou Convenção das Bruxas. Lamentável!