American Horror Story – 6×08 – Chapter 8

American

Imagem: Arquivo pessoal

 

A matança continua em American Horror Story! Dessa sexta temporada, esse foi o episódio mais difícil de escrever. Ao final dele, vi que tinha feito pouquíssimas anotação e fiquei me perguntando como iria iniciar essa review. De fato, essa nova temporada, Roanoke, tem um saldo extremamente positivo. Não ouso dizer que ela é a minha favorita, este posto pertence à Coven (SIM, À COVEN), entretanto, as viradas no roteiro, as quebras de narrativa e o frescor que Roanoke trouxe à série são louváveis.

Seguindo de onde paramos no sétimo capítulo, este novo episódio continua mostrando a luta de sobrevivência dos participantes restante do show. Shelby, Dominic, Audrey, Lee e Monet continuam lutando pelas suas vidas, alguns deles lutam contra os Polks, outros deles contra a Açougueira e os mortos vivos presentes naquela casa infernal. Mama Polk nos contou um pouco da história dos Polks e como a família iniciou o cardápio baseado em carne humana. A verdadeira matriarca dos Polk em nada lembra a nossa queridíssima Frances Conroy, mas ainda assim ela consegue ser tão repugnante quanto.

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A matança presente no episódio me incomodou um pouco. Não sei se foi uma verdadeira escolha do roteiro, ou a temporada reduzida para dez episódios. Não estou querendo dizer que a trama deveria se arrastar, nada disso, mas como temos ainda mais três episódios pela frente, a série poderia se segurar mais um pouco. Outra coisa que me incomodou foi toda aquela violência explícita. Por várias vezes me ficou a impressão que tudo daquilo não é real e trata-se de mais uma encenação, afinal, essa é a “segunda temporada”. Por mais que eu tente acreditar que dessa vez aquelas mortes são reais, aquele circo de horrores está acontecendo… Mas, eu me convenço que estamos sendo enganados. Seja por certos closes de câmera, seja por certas situações fora do contexto… Tudo tem me levado para essa conclusão.

Finn Wittrock, que vinha com a promessa de dar à vida ao seu personagem mais assustador, passou batido. Se você não prestar bastante atenção, pode até mesmo nem perceber que Jethe é interpretado pelo ator. A açougueira também não teve inexpressividade nesse episódio, aliás, a coitada nem deu as caras. Wes Bentley retornou dessa vez na pele de Dylan, o ator que interpretou Ambrose. Enquanto isso, nenhum sinal de Taissa Farmiga, nem de Lady Gaga, que já tiveram seus retornos confirmados.

Enfim, essa episódio foi um pouco confuso. Ao que tudo indica, vamos ter mais uma virada no roteiro e, com ela talvez, mais uma quebra na narrativa. Vamos esperar que o nono episódio possa jogar um pouco de luz nas nossas cabeças, trazendo mais informações e não mais sangue e morte como tem sido os últimos dois episódios. Até semana que vem. 😉

Roanoke 1: Saiu a noticia dos 11 atores e atrizes que serão inscritos para tentarem uma indicação ao Globo de Ouro, lista essa que contem os inexpressivos Cuba Gooding Jr e Wes Bentley, que contém o quase sem importância nessa temporada, Evan Peters, mas que não contém um dos verdadeiros destaques desse ano: Adina Porter. Espero que corrijam isso enquanto a tempo. Se ela não concorrer pelo menos a uma indicação, será uma baita injustiça.

3 comments

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  1. Avatar
    Juk 8 novembro, 2016 at 16:58 Responder

    GUUUUUUURL que nota baixa é essa? O episódio pode não ter sido o melhor, mas essa nota? Eu achei exagerado. Eu gostei do episódio, só não gostei do gancho achei meio ??? e só fui entender quem era Dylan depois

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