A Netflix segue investindo em produções leves e carismáticas, e Amor no Escritório (Love From 9 To 5) é um bom exemplo disso.
A nova série mexicana aposta em uma combinação clássica, mas eficiente: romance no ambiente corporativo, rivalidade profissional e uma boa dose de humor. O diferencial? Os protagonistas já se envolveram antes mesmo de saberem que seriam concorrentes diretos.
Qual é a história de Amor no Escritório?
A trama acompanha Graciela, vivida por Ana González Bello, uma executiva dedicada que acredita estar prestes a conquistar o cargo de CEO da empresa de moda Sofintim, onde construiu toda a sua carreira. O problema começa quando ela descobre que o posto será ocupado por Mateo, interpretado por Diego Franco Klein — justamente o homem com quem ela passou a noite anterior, após se conhecerem em uma balada, sem saberem quem realmente eram.
Mateo é o filho do atual dono da empresa e retorna após anos afastado, trazendo ideias ousadas (e nem sempre brilhantes) para agradar investidores internacionais. O choque entre os dois é imediato, tanto no campo profissional quanto no pessoal. A situação se complica ainda mais quando o patriarca da família decide colocar Graciela e Mateo em competição direta para definir quem será o próximo CEO.

Romance, rivalidade e humor corporativo
A série funciona como uma comédia de escritório clássica, mas com um tempero extra. O famoso “vai ou não vai” do romance já começa resolvido, o que muda a dinâmica do jogo. Agora, os protagonistas precisam lidar com a atração mútua enquanto disputam o mesmo cargo.
Além do casal principal, Amor no Escritório investe bastante nos personagens secundários. De um lado, o time privilegiado e um tanto deslocado de Mateo; do outro, a equipe dedicada e caótica que sempre esteve ao lado de Graciela. Essa divisão rende situações engraçadas, conflitos internos e pequenas tramas paralelas que ajudam a série a não ficar repetitiva.
Vale a pena assistir?
Sim, especialmente se você procura algo leve e despretensioso. Amor no Escritório não tenta reinventar o gênero, mas executa bem o que se propõe. A química entre Ana González Bello e Diego Franco Klein é um dos maiores trunfos da série, sustentando tanto o romance quanto os embates profissionais.
Com episódios fáceis de maratonar, humor acessível e um clima que lembra produções como Betty, a Feia, a série é ideal para quem gosta de comédias românticas ambientadas no trabalho, com conflitos simples, personagens carismáticos e aquele toque de caos corporativo que sempre rende boas risadas.