Arrow – 4×18 – Eleven-Fifty-Nine

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Imagem: Banco de Séries

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One last time…

Muito mais do que uma simples citação, uma esperança… Muito mais do que uma morte, um provável recomeço. Muito mais além do que querer acreditar, é saber que possibilidades infinitas existem em um mundo com tantos universos e tempos. O que mais me dói é perceber a evolução ser provavelmente destruída. É enxergar desde o início a beleza e a inteligência de uma personagem que sempre buscava ir além, e vê-la partir de uma maneira extrema. Confesso que mesmo sabendo, não estava preparado para uma morte tão grande.

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Há duas temporada vimos um crescimento e uma evolução gigantesca na vida de Laurel Lance. A personagem ganhou identidade, se tornou poderosa dentro e fora do mundo dos vigilantes, se mostrou alguém que sabia o que faz e que foi atrás dos seus ideais por justiça. Vimos em pouco mais de quarenta minutos, frases de recordação, de renascimento, ações de uma personagem que vai além de socos e cenas de ação. Vimos o crescimento dela como pessoa e toda essa dinâmica apresentada neste episódio me proporciona esperanças.

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Imagem: Banco de Séries

Não está relacionado a algo de não querer acreditar, e mais como uma fé no renascimento. Uma esperança de que os ideais de Laurel sejam passados adiante. Claro que ainda espero vê-la novo na série, seria fantástico saber que a morte no fim foi traçada por ela e por Oliver, que dentro daquela caixinha com sua foto havia um medicamento que parasse seu coração por alguns instantes e que na verdade ela apenas vá para algum lugar continuar o trabalho como Canário Negro, ajudando mais pessoas por aí. Mas temos que ser realistas e trabalhar com ambas opções, sabendo que apenas o ideal da personagem pode permanecer na série, sem sua presença física.

E para acabar de vez com minhas esperanças, ouvir da boca de Laurel que Oliver era o amor de sua vida foi algo impactante. Podemos trabalhar sobre a hipótese de que há uma esperança de futuro para os dois, em um universo onde as coisas andem a favor do segundo renascimento de Canário, mas ao mesmo tempo, isso pode ter vindo para finalizar todo sentimento entre os dois e findar ainda mais a realidade de que o fim se dará com Olicity. Aquele famoso tiro no pé…

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Analisando o contexto do escape de Darhk da prisão e tudo que envolveu a morte de Laurel, fica difícil não culpar Diggle por isso. E não digo apenas sobre Andy, e sim sobre John, que se fez inocente durante todo o episódio para depois analisar a real situação de seu irmão quando não se tinha mais jeito. Confesso que esperava que ele estivesse no lugar de Laurel e que sofreria menos a essa situação.

Agora teremos que encarar a cena do funeral, e ainda por cima com Damien fora da prisão e com seus poderes de volta. A abordagem do projeto Genesis já é necessária a esse ponto, e eles devem ser bem cautelosos depois dessa morte, uma vez que passaram duas temporadas massageando nosso coração para essa facada. Nos resta aguardar para as próximas novidades e torcer para que a crítica dos fãs americanos não repercuta na continuidade da série.

Mineiro, Escorpiano, 20 Anos, Estudante de Medicina. Direto do Arkham Asylum para o Mix. Eterno fã de Chuck, E.R. e Friends (RIP). Por entre as madrugadas vive a dualidade dos estudos e das séries. No Mix, escreve as reviews de Quantico, The Good Doctor e Legends of Tomorrow.