A Entertainment Weekly elegeu as cinco piores séries do ano, destacando produções que, apesar de grandes expectativas, fracassaram em história, execução ou originalidade. A seguir, você confere um panorama de cada uma delas — e os motivos que as colocaram na lista negativa.
Suits LA (NBC)
O derivado de Suits parecia comercialmente promissor, afinal o original é um fenômeno recente no streaming. No entanto, segundo a revista, Suits LA não conseguiu reproduzir o charme nem a tensão jurídica que impulsionavam a série-mãe. Sendo, assim, uma das piores séries do ano.
No lugar do famoso “falso advogado que pode ser descoberto a qualquer momento”, o spin-off apostou no passado misterioso de Ted Black e na tragédia envolvendo seu irmão. O problema? Esse elemento não gerou o suspense necessário e falhou como motor narrativo. O resultado foi uma trama morna, sem personalidade e sem o brilho que conquistou o público anteriormente.
Indomável (Netflix)

Ambientada no esplendor de Yosemite, Indomável tinha tudo para ser um grande suspense, mas virou uma das piores séries de 2025. A história começa com a morte de uma mulher em El Capitan e a chegada do agente especial Kyle Turner, vivido por Eric Bana.
Porém, apesar da fotografia e do potencial da premissa, a série se perde em reviravoltas “muito previsíveis”. Para a EW, em um ano repleto de dramas criminais de alto nível, a produção não conseguiu competir e acabou se tornando um thriller pouco envolvente, incapaz de prender o espectador ao longo dos episódios.
Minha Vida com a Família Walter (Netflix)

A primeira temporada nunca foi considerada uma obra-prima, mas oferecia diversão com seu triângulo amoroso adolescente. O problema veio depois: a segunda temporada simplesmente repetiu tudo – e fez desta uma das piores séries do ano.
Em vez de desenvolver personagens e relações, a série deu um “reset” no enredo, entregando uma trama repetitiva e arrastada. Segundo a revista, isso tornou a nova temporada “menos divertida e, por vezes, entediante”, frustrando quem esperava crescimento emocional e novas dinâmicas.
Tudo é Justo (Hulu)

A série produzida por Ryan Murphy abre com uma frase impactante, mas logo demonstra seu grande problema: um roteiro sobre “mulheres poderosas” escrito majoritariamente por homens que não parecem compreender a experiência feminina. Sejamos sinceros: dava pra saber antecipadamente que esta serie uma das piores séries do ano.
A EW critica o didatismo das falas, as situações caricatas e a atuação fraca de Kim Kardashian. Mesmo com Naomi Watts e Glenn Close no elenco, a trama não convence, soando artificial e repleta de estereótipos. Para muitos, a maior surpresa foi a renovação para uma segunda temporada.
And Just Like That (HBO Max)

O retorno de Sex and the City era aguardado com entusiasmo, mas o revival acabou decepcionando e se tornando uma das piores séries dos últimos meses. Em vez de retratar mulheres maduras com profundidade e autenticidade, a série transformou Carrie, Miranda e Charlotte em versões desajeitadas e superficiais de si mesmas.
Além das escolhas fora de caráter, o nível de constrangimento cresceu a cada episódio. O finale, criticado pela revista, levou isso ao extremo ao incluir uma sequência grotesca envolvendo um vaso sanitário entupido. Embora tenha oferecido momentos emocionantes, terminou de forma considerada “um jeito bem ruim de dar adeus” a personagens icônicas.