As Novidades da Netflix de 01/05 a 15/05: o que vale a pena (ou não) assistir

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Fonte: Netflix/divulgação

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Anne with an E é daquelas obras que tiram beleza das coisas mais feias e duras da vidas. Tendo uma jovem garota no centro da trama, a série fala de Anne, com “e”, que já viu de tudo nada vida. Órfã, passou por várias casas, trabalhando como adulta, e tendo a infância sugada pelo ralo. Ao ser adotada por irmãos mais velhos, a esperança retorna à vida da menina. E é aí que a série original da Netflix se desenvolve, encontrando beleza através de um texto paciente e de um visual belíssimo. O primeiro capítulo é de ritmo pesado, mas vai compensando com o passar do tempo. Destaque para o elenco, fotografia e impressionante direção de arte.

Fonte: Jonathan Hession/Showtime

A última temporada de Penny Dreadful chega à Netflix assim como na TV: rodeada por um sentimento agridoce. A diferença é que agora sabemos que este é o último ano da série. Quando foi ao ar, os fãs só descobriram que era a temporada derradeira no último capítulo, quando John Logan, o criador, revelou que aquele era o series finale do show de horror. E foi um ótimo desfecho. Subestimada por muitos, Penny é horror de primeira, como pouco se faz na televisão. Permeada de atuações excelentes, a série se destaca no texto e na riqueza de detalhes da sua mitologia. É triste que tenha terminado, mas é muito bom que tenha acabado do jeito que acabou: no auge, com qualidade inquestionável.

Fonte: Netflix/divulgação

Em terra de Game of Thrones, tento entender porque The Last Kingdom não faz sucesso semelhante. Guardadas as devidas proporções, a série da BBC é programa de primeira, com visual arrojado, de fazer inveja na galera do cinema. E The Last Kingdom não tem medo de ser épico: além de grandes batalhas e cenas de ação, a série abraça a corajosa decisão de contar a história da Inglaterra. Não é pouco para um show de apenas oito episódios e bem menos personagens se comparada ao sucesso da HBO. Para os mais afoitos, a tranquilidade é garantida no bom elenco e em um texto bem costurado na estrutura de capítulos. Ótima para uma maratona!

Fonte: Netflix/divulgação

Sense8 retorna melhor do que nunca. A temporada como um todo, é verdade, teve alguns percalços. Ainda assim, é um conjunto de capítulos elogiável. Desenvolvendo a mitologia sem medo, a série surpreendeu ao inserir novas e ótimas ideias na mistura. Novos sensates, novos confrontos e adversidades. O segundo ano acaba tropeçando no terço final de episódios, que parece pisar no freio e deixa de amarrar diversas pontas. De todo modo, Sense8 segue com grandes discursos, ótimas cenas de ação e muita humanidade.

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