As Novidades da Netflix de 16/05 a 31/05: o que vale a pena (ou não) assistir

Fontes (esq. p/ dir.): Netflix, Mark Splatter e Netflix

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Maio chegou ao fim com o cancelamento de duas importantes séries da Netflix. The Get Down e Sense8 foram limadas do futuro da plataforma. Para compensar, sempre tem coisa boa chegando no catálogo. Confira as novidades.

Fonte: Netflix

A chegada de House of Cards é um evento. A internet para e discute sobre isso. Memes são criados, textos e teorias discorridos. Além de carregar a grande responsabilidade de ser a primeira série original da Netflix (e que abriu os caminhos para tudo que veio depois), Cards é a melhor produção da plataforma. Kevin Spacey e Robin Wright são monstros em cena (em vários sentidos) e o capricho técnico é coisa de cinema. Dito isso, é preciso reconhecer: a quinta temporada fica um pouco abaixo do quarto ano. A série segue ótima, mas parece mais engessada, menos arejada. Talvez seja consequência da saída do showrunner e criador, Beau Willimon; talvez sejam os tempos sombrios que a política mundial passa e que empalidecem até o maior dos crimes de Frank Underwood.

Fonte: Netflix

Bloodline nunca teve vida longa garantida. Convenhamos: a história é ótima, mas não rende muito caldo além do que já está rendendo. Sabendo disso, criadores e Netflix chegaram ao consenso de acabar o programa já na terceira temporada. E parece ter dado certo. Sem a necessidade de alongar subtramas, Bloodline vai caminhando para um desfecho satisfatório, sempre naquele ritmo cadenciado que desenvolveu desde o primeiro ano. Os destaques vão, claro, para as atuações de primeira!

Fonte: Mark Splatter

Na nova Era de Ouro da TV, muito se fala na importância de The Sopranos e Lost. Muito antes, contudo, outra série ensaiava a qualidade e coragem que veríamos atualmente. Mark Frost e David Lynch entregavam ao mundo uma pequena joia rara chamada Twin Peaks. Mais de duas década depois, a dupla retorna com a terceira temporada do clássico. Mais insana do que antes e tão boa quanto, Peaks, que sempre foi à frente de seu tempo, parece ter encontrado o espaço ideal e um público mais preparado para recebê-la. O resultado? Sucesso de público, crítica e história sendo feita diante de nossos olhos.

Fonte: The CW

A quarta temporada de Arrow pode ser considerada um dos maiores erros da história das séries de TV. Completamente perdida e sem apelo, as histórias desta temporada pecam ao inserirem um arco de magia junto com o vilão Damian Dhark, que não só mata um dos personagens originais, como também afunda qualquer chance desta temporada ter algo de bom. A nossa dica? Pule ela e espere ansiosamente a quinta que vale cada episódio.

Matheus Pereira

Matheus Pereira

Gaúcho, estudante de jornalismo e viciado em séries. Tem séries pra assistir de mais e tempo de menos. Séries favoritas? Six Feet Under e Breaking Bad.

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