Blindspot – 1×01 – Pilot

blindspot 2

 

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Imagem: NBC

 

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E-mails criptografados se tornaram obsoletos… Hoje em dia, se quiser mandar uma mensagem sobre possíveis tretas envolvendo atentados e tudo mais, basta apagar a memória de uma agente das Forças Especiais, tatuar as pistas e códigos no corpo dela, embalar a moça, e jogá-la no centro de Manhanttan. Meio sem nexo, mas acredite, esse é o plot de Blindspot. No começo, temos uma introdução superficial do agente Kurt Weller, o badass do FBI, cujo nome está tatuado nas costas da personagem principal, a mulher sem nome ( diretamente de “Por um punhado de tatuagens”), ou Jane Doe.

Conforme a história se desenrola, vai fazendo cada vez menos sentido. Um policial encontra uma mala sem dono no centro de Nova York e a área é isolada, com medo de ser uma bomba. Logo após, um cara do esquadrão anti-bombas chega para averiguar se era de fato uma ameaça, e por último, o zíper da mala é aberto por dentro, e de lá sai uma mulher nua, com o corpo coberto de tatuagens, sem absolutamente lembrança alguma sobre quem era ou porque estava ali.

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Após furarem a moça, scannear, retirar amostras, colher impressões digitais, descobrem que não existem registros dela, o máximo que conseguem é ver através de um desenho tampado por uma retângulo preto, descobrindo que a moça é da Marinha. Enquanto luta para tentar ter alguma lembrança, saber porque foi parar ali, quem era, quem são os Beatles, Jane vê uma imagem de uma tatuagem com escritos em chinês atrás de sua orelha, descobrindo assim que sabe falar essa língua ~super fácil~, ao traduzir o que o desenho dizia. A pista leva a um endereço onde um xing ling terrorista planejava explodir a estátua da liberdade para vingar a morte de sua mãe que fora presa e morta injustamente. Bom, no meio do caminho, mais precisamente no meio do apartamento do vizinho que batia na esposa, em um ato de bravura, nossa Jane, sem saber que sabia lutar, arrebentou a cara de dois caras, ficando tão impressionada quanto os espectadores com suas habilidades.

Temos uma mulher sem registro no banco de dados, com um desenho tampado da Marinha, e habilidades de luta, que com certeza não foram adquiridas num dojô… Bingo! Forças Especiais! õ/ Jane se revela uma agente no final do episódio, quando num flashback, percebemos que ela fez tudo isso de livre e espontânea vontade.

Como dito, Jane foi voluntária nessa brincadeira, e isso fez o episódio fazer um pouco mais de sentido. A história tem até uma chance de ir para frente, mesmo com os elementos clichês em todo canto… Eu apostaria em não enrolar muito para não termos mais uma série de 13 episódios que corre para explicar tudo, ou deixa lacunas. Vocês curtiram? Deixo aqui meu palpite de que Kurt sabe muito mais do que diz.