Blindspot – 1×04 – Bone May Rot

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Imagem: Tv Showtime

 

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Parece que Patterson não é tão inocente quanto pensávamos (aquela carinha), e nem tão boba pelo visto. Depois de uma noite de SPG, no outro dia o bofe ainda decodifica uma tatuagem pra ela. Mais uma semana dessa história que parecia estar fazendo nexo, mas que na verdade está mesmo é se perdendo… Primeiro, as muitas vezes que essa bobagem de casos induzidos são citadas no episódio como um “caça ao tesouro” em um sentindo bem literal. Segundo, porque estão jogando muito rápido com o plot da identidade da moça, que poderia ser mais profunda e lentamente explorado.

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E agora, o que interessa mais, a conexão Weller/Doe-Shaw-Mandela, e a desgraça de seu papai, ou as origens africanas de uma moça quase albina, e tudo mais? Qualquer um é mais interessante do que esses casos não convincentes. Primeiro, explodir estátua da liberdade, depois, gente da Marinha, agora, um vírus roubado, cadê o bom e velho We got a case?

Blindspot tem muita coisa pra ser bem sucedida, apesar dos elementos clichês já citados na primeira review, mas parece que os produtores querem enfiar isso garganta a baixo sem nem uma manteiguinha para aliviar… Alguém realmente ficou chocado quando, por obra do acaso, Weller resolve bater o pau na mesa e decidir que Jane continua indo nos casos? Coincidentemente, precisam entrar em uma câmara com uma luz negra super especial que detectaria tatuagens fluorescentes que outras não detectariam? E Jane tinha uma dessas que guiaria o resto do caso?

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Enfim, poucas surpresas, tirando o grande OH! do final (o que tá virando rotina) com direito a close de novela mexicana. Mayfair parece estar contra o muro, sem chão, tadinha :’( … Mas agora a dúvida é: “Qual dos dois resultados igualmente conclusivos é o verdadeiro?” Não ficaria surpreso de descobrir que esse dente foi “implantado”.