Blindspot – 3×01 – Back to the Grind

Imagem: TV Time/Divulgação

Após uma montanha-russa de acontecimentos, onde cada emoção transparecia mais força de vontade para uma terceira temporada, finalmente estamos de volta. E olha que o retorno trouxe boas perspectivas para a série… Depois de um final surpreendente e totalmente inesperado, com tatuagens holográficas saindo por todos os lugares, realmente não imaginava como dariam seguimento ao plot. Contudo, apesar de ainda um pouco confuso, achei definitivamente curiosa a forma com que foi abordado.

Voltamos com a confusão instalada e órfãos de notícias, o que pode ser ponto chave para o descrever dos acontecimentos nesses últimos dezoito meses. A série vem com uma premissa de decorrer os fatos durante sua temporada e trazer os elementos aos poucos para montarmos uma informação concreta mais para frente. Não é a primeira nem será a última a trabalhar com este formato de plot. A trama não se altera qualitativamente quando referimos à elementos técnicos de fotografia ou trilha sonora, mas, trouxe um ambiente diferenciado com essa passagem de tempo. Os produtores pegaram bem elementos chave da temporada passada e trouxeram uma abordagem mais ampla dessa vez.

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Imagem: TV Time/Divulgação

E como não falar de características marcantes do ano passado, sem mencionar Rich? O personagem é o famoso 8 ou 80, ame-o ou deixe-o. Eu particularmente acho sua presença nos episódios mais do que divertida e traz todo um componente essencial à série. Todavia, ele sempre foi bom em deixar sua marca com o pedido de quero mais. Resta saber se a regularidade nos episódios trará tanta importância e divulgação ao personagem como antes. Sem dúvidas é um ícone de Blindspot que merece saudações pela excelência de atuação…

Outro ponto que me deixou bastante preocupado foi claramente a passagem de tempo. Um adendo rápido aqui para a cena nostálgica de Jane saindo da mala, que me fez lembrar boas coisas de quando assisti e me empolguei com o piloto. Um sentimento bom de série que teria continuação e não sofreria tanto nas mãos de audiência. Voltando à questão do tempo, isso é um fator bem preocupante para mim em relação à distância da equipe. O discurso de Patterson sobre saudade foi mais do que belo e relevante, mas a forma com que será abordada essa reintegração pode ser bem entediante. Espero que o foco principal das brigas, que ocorrerão com toda certeza dentro da equipe, não seja especificamente este!!

E agora, o que fazer com tanta informação e nenhuma resposta. Zapata com seu misterioso segredo da tatuagem de libélula; a relação de Zapata com Rich nestes últimos meses; Jane escondendo todos seus documentos falsos e dinheiros mundiais de Kurt; Roman abordando o agente na rua e mencionando um possível encontro entre eles, depois de tudo que aconteceu e como se fosse uma segunda a noite qualquer. Querendo ou não, os produtores terão muito o que destrinchar destas histórias e isso é um ponto positivo quanto a necessidade de trama. Eles tem com o que trabalhar e à sede de informações de nós, meros telespectadores.

O próximo episódio vem focado em descobrir o porque das novas tatuagens e como Roman pretende usá-las. Realmente o rapaz foi do céu ao inferno na série e espero que se dê bem como um potencial antagonista. Depois de um episódio tão rico de emoções como este, nos resta esperar para mais informações. E vocês? O que acharam do retorno da série? Estavam ansiosos? Não esqueça de deixar seu comentário sobre o episódio logo abaixo e nos vemos na próxima semana, até lá! 😀

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Lucas Franco

Lucas Franco

Mineiro, Escorpiano, 20 Anos, Estudante de Medicina. Direto do Arkham Asylum para o Mix. Eterno fã de Chuck, E.R. e Friends (RIP). Por entre as madrugadas vive a dualidade dos estudos e das séries. No Mix, escreve as reviews de Quantico, The Good Doctor e Legends of Tomorrow.

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