Bloodline – 1×03 – Part 3

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Imagem: Arquivo pessoal

 

Só pra constar, me apaixonei por essa abertura tempestuosa! O terceiro episódio foi andando na mesma linha dos dois primeiros, só que desta vez, o foco foi a Meg e o episódio ficou mais parado. A primeira cena é aquela que você pensa besteira, para depois ver no final que não era nada daquilo. Porém, amiguinhos, o final desse deu um “sustinho”.

– Qual foi o pior erro de Meg? Começar tudo isso […]. Bom, pela cara que ela fez com a ligação no celular do Danny, parecia que era do além! Hum, acho que estamos pegando o jeito do negócio. Se bem que com a quantidade de plot twist que já tiveram em três episódios sou obrigada a considerar que o Danny vai aparecer vivo no final.

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Diana e John falam sobre o caso da garota afogada. Pode ser que seja realmente só para mostrar o trabalho dele, mas também continuo preparada para que isso engaje na história de modo mais intenso, envolvendo algum Rayburn, não sei. Como é bom pegar um ar condicionado nas partes, não é mesmo Meg? Garota sa-fa-di-nha essa. Cataploft quando liguei Alec, com o Steven Pasquale (Do no Harm). Coragem dela dizer ainda que “existe alguém na vida dela com quem ela deveria estar fazendo aquilo!” – Existe mesmo, o nome dele é Marco e ele tem um belo par de chifres.

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Imagem: Arquivo pessoal

 

Pera aí, é difícil acompanhar o humor do John, – fica Danny, se mande Danny! Ele tem um profundo peso da consciência em relação ao passado, ao deixar Robert bater em Danny. Passou meu bem, você não podia fazer muita coisa, agora então, já não pode fazer nada. Já estou tão dentro da história, que está tipo aqueles Você Decide, ligue 0800… e bolinha para Danny ficar. Bloodline impregnou em mim já. Palmas para Velma Linda Cardellini que atuou muito bem até agora, convence no papel sabe.

Danny tem mel, não vejo nada, mas desde o começo existem mulheres ao redor dele, praticamente se jogando. Isso porque elas não viram ele cozinhando. Quando ele decide ficar, e pensamos que vai dar uma acalmada na história que está meio morna até esse ponto do episódio, ele escuta Meg com Alec ao telefone, combinando uma despedida, e fica todo curioso. – Ela quer fazer todos da família felizes, não suporta briga! Ela quer consertar o passado, mas não se pode mudar o que já aconteceu. Palavras do narrador John… e eles estão me fazendo acreditar que tem alguém naquele porta-mala, estou ficando nervosa. Mas não se pode agradar a gregos e troianos, não é mesmo Meg?!

Kevin está separado da mulher, mas a família não sabe, esse era o segredo, poderiam ter contado episódio passado. Para quem Danny mandou aquele dinheiro? – Mistérios pairando. O testamento também ainda vai render boas histórias. Além dessa Sarah que surgiu, acredito que a perda da irmã possa ter algo a ver com o Danny, e trouxe muita dor a família toda. Os filhos estão sempre tão preocupados se o Danny vai magoar os pais novamente, mas será que não foram os pais que magoaram ele, como ele era tratado, como está sendo tratado, um patinho feio, estranho no ninho.

Só que, não importa o quanto você é maltratado, nada te dá o direito de fazer da vida dos outros um inferno ou de chantagear os irmãos, ou ainda de fazer coisas erradas como um “vida loka” qualquer, porque é assim que você acaba amanhecendo com a boca cheia de formigas, ou boiando na praia! Foi só uma dica Danny – porque apesar de toda a tentativa distorcida de dar um apoio a Meg, aquilo soou como uma ameaça. Lógico que Alec tem a ver com o sentimento dela de estar sendo empurrada para um casamento, só porque isso faria os pais felizes. Mas somente Sarah faria isso, ela era a preferida. Tocou fundo na ferida, um erro, e alguém no porta-malas!

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Caroline Marques

Caroline Marques

Engenheira de Alimentos, mestre em química de alimentos, um tanto quanto viciada em séries, filmes e livros. Fã de Hannibal, Dexter, Grey's Anatomy, Demolidor, Sherlock e Stranger Things. Reviewer de Chicago PD.

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