CCXP – Dia 3: O Painel de Supernatural

Painel Supernatural

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O segundo painel desse sábado no auditório Ultra contou com a participação de Mark Pellegrino e Jim Michaels, ator e produtor, respectivamente, de Supernatural. A dupla respondeu à diversas perguntas dos fãs, durante praticamente uma hora.

Ao entrar no palco, Mark foi ovacionado loucamente pelo público, sendo chamado como o melhor Lucifer da série. Antes do Q&A o ator mostrou-se bastante lisonjeado por tamanha consideração dos fãs, da sensação em se sentir amado por isso.

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Entre diversas perguntas, Tim foi questionado sobre uma possível longevidade da série com reformulações no elenco, como é feito com Doctor Who. O produtor descartou qualquer possibilidade disso acontecer, pela harmonia do elenco e que os fãs com certeza não reagiriam tão bem assim a tais mudanças.

Tim declarou também que uma das suas vontades seria de produzir episódios de Supernatural explorando mais lugares do Estados Unidos ainda não vistos na série, e explorar inclusive outros países. Ele chegou a brincar de que seria interessante ver Dean e Dam perdidos na Amazônia, por exemplo.

Dentre curiosidades sobre a série, uma delas é a justificativa dela estar tanto tempo no ar. O produtor ressaltou que muito disso se deve ao sucesso mundial que a mesma tem em outros países, sendo vista por mais de 20 milhões de pessoas. Ele acredita que se não fosse por isso, Supernatural já teria acabado há muito tempo, já que nos Estados Unidos é vista por cerca de 2 milhões de telespectadores. Outra curiosidade, revelada por Mark, é sobre sua primeira aparição na série. O ator contou que sua primeira cena ele cantou o clássico “Simpathy For The Devil”, dos Rolling Stones, mas que a banda não liberou os direitos de uso da canção.

Mark também disse que se sentiu lisonjeado quando Misha Collins interpretou Lucifer há algum tempo atrás, e que ele junto com sua esposa ajudou o colega de elenco a preparar essa versão do vilão, e que mesmo assim foi dado um toque de originalidade. Questionado sobre alguns de seus episódios prediletos, “Yellow Fever” e “Changing Channels” são alguns dos escolhidos.

Sempre brincalhão – aliás ambos – Tim revelou a vontade de fazer um “crossover” com The Vampire Diaries. Ele disse que gostaria de ver Dean e Sam matando todo o elenco, e que brincou dizendo que quando comentou isso com os produtores da série vampiresca, não e entendeu deles não terem gostado da ideia.

O painel terminou com Mark dizendo que não considera Lucifer tão ruim assim, e que na verdade ele nada mais que o primeiro rebelde da história, a primeira pessoa a dizer não às “leis cegas”.

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