Chicago Fire está se preparando para um de seus finais de temporada mais emocionais — e potencialmente devastadores — ao sugerir como a série vai se despedir de dois personagens queridos. No episódio 20 da 13ª temporada, exibido recentemente, a trama introduziu uma mudança administrativa que pode ser a chave para entendermos a saída de Sam Carver (Jake Lockett) e Darren Ritter (Daniel Kyri), confirmada oficialmente há algumas semanas.
Apesar de ambas as saídas estarem ligadas a cortes orçamentários — algo cada vez mais comum na indústria televisiva — a série optou por construir narrativas internas para justificar essas despedidas, e o último episódio deixou isso ainda mais claro.
Chegada de auditor muda o clima no batalhão em Chicago Fire
O episódio 20 da 13ª temporada de Chicago Fire trouxe a chegada de Ambrose Sterling (Rushi Kota), um auditor de eficiência da corporação, cuja missão era avaliar o desempenho do batalhão 51. Embora o grupo tenha passado pela avaliação com louvor, Sterling deixou uma bomba ao final da visita: o Departamento de Bombeiros de Chicago (CFD) está prestes a anunciar uma série de cortes que incluem demissões e aposentadorias forçadas.
“Aqueles com menos tempo e os mais velhos serão os primeiros a sair”, afirmou o auditor, com um ar de quem não estava ali para suavizar os impactos. Para quem acompanha a série desde o início, essa informação soou como uma ameaça direta a figuras históricas como Herrmann (David Eigenberg) e Mouch (Christian Stolte). Mas, na verdade, os indícios apontam para Carver e Ritter.
Carver e Ritter: uma saída construída aos poucos
Sam Carver já vinha afastado de suas atividades desde o episódio 14 da temporada, quando decidiu se afastar para cuidar de sua saúde mental e do alcoolismo. No episódio 20, Herrmann reforça que Carver segue apenas como bombeiro temporário, o que pode ser uma justificativa prática e plausível para o corte.
Já no caso de Darren Ritter, o roteiro optou por explorar suas inseguranças com o novo momento da corporação. Ritter demonstrou preocupação com a chegada do auditor e chegou a refletir sobre seu papel na equipe.
A teoria que ganha força entre os fãs é a de que ele tomará a decisão de sair por vontade própria, talvez buscando uma nova função dentro da administração do CFD — onde poderia, inclusive, lutar por melhores condições para os colegas do Batalhão 51.
Mas quem mais pode sair?
Apesar dos indícios sobre Carver e Ritter, o episódio também levanta suspeitas sobre outras possíveis saídas. Mouch e Herrmann, por exemplo, são veteranos e se encaixariam nos critérios de aposentadoria forçada. No entanto, ambos passaram por arcos importantes nesta temporada, como promoções e novas responsabilidades, o que torna improvável que a série se despeça deles neste momento.
Já o chefe Pascal (Delmot Mulroney) vive uma montanha-russa emocional desde a morte de sua esposa, Monica, no episódio 15. Desde então, tem demonstrado comportamento instável em campo, levantando a possibilidade de que ele também esteja prestes a sair — seja por decisão própria ou por recomendação da chefia.
E a próxima temporada?
Apesar da debandada confirmada, Chicago Fire já está renovada para a 14ª temporada. Isso indica que mudanças virão, mas também que a série está se reorganizando para um novo ciclo. A possível saída de personagens veteranos pode abrir espaço para novos rostos, como Jack Damon (Michael Bradway), que acaba de ser promovido como bombeiro efetivo no batalhão 51.
O episódio final da temporada, portanto, promete não apenas emoções fortes, mas também decisões impactantes que moldarão o futuro do batalhão mais querido da televisão.
Com o drama de bastidores refletindo diretamente na narrativa, Chicago Fire continua provando por que é uma das séries mais longevas — e amadas — da NBC. Resta saber quantos corações vai partir no episódio final.