Ele está de volta! Após ser transferido no início da 13ª temporada de Chicago Fire, Jack Damon (Michael Bradway) retornou ao centro da ação — mas sua volta ao batalhão 51 não está sendo exatamente tranquila.
O jovem bombeiro tem mostrado amadurecimento desde seu afastamento, mas seu retorno reacende antigos dilemas internos, especialmente para o novo chefe, Dom Pascal (Dermot Mulroney).
Damon deixou a 51 depois de uma falha grave que quase colocou seu meio-irmão, Kelly Severide (Taylor Kinney), em apuros.
Agora, com Sam Carver (Jake Lockett) afastado e Damon enfrentando problemas em seu atual posto por conta de um colega, Severide sugeriu que ele voltasse à antiga equipe. Para muitos, a ideia parece fazer sentido — menos para o chefe Pascal.

Pascal teme que laços familiares comprometam a equipe em Chicago Fire
Em entrevista ao TV Line, Dermot Mulroney revelou que seu personagem não está exatamente empolgado com a ideia de mais um membro da “família Severide” no batalhão. “Ele é bem desconfiado com essa coisa de transformar o ambiente profissional num ponto de encontro familiar“, comentou o ator. “Já temos Severide e Kidd juntos, o que por si só é complicado. Agora estamos adicionando o irmão de um deles. Dá pra entender a hesitação do Pascal.”
A preocupação de Pascal gira em torno da dinâmica da equipe e da possibilidade de favorecimentos inconscientes, algo que chegou a surgir no passado, quando Severide tentou proteger Damon após seu erro. No entanto, por mais que o chefe seja rígido, ele também é justo. E está de olho nas melhorias do bombeiro.


“Damon continua se provando. Isso fala por si só”, admitiu Mulroney. “E é esse o tipo de tensão que deixa a história mais interessante de acompanhar.”
Apesar das dúvidas, Pascal é alguém que acredita em redenção. “Ele gosta de ver alguém cair e levantar. Dar uma segunda chance é algo que ele valoriza“, reforçou o ator.
Com a reta final da temporada se aproximando, Damon deve estar bem presente nos próximos episódios. Resta saber se conseguirá reconquistar seu lugar definitivo no 51 — e, mais importante, a confiança do chefe. Uma coisa é certa: o clima no quartel nunca fica calmo por muito tempo.