O final da 13ª temporada de Chicago Fire surpreendeu os fãs com uma grande reviravolta envolvendo Christopher Herrmann. Ao invés de seguir o caminho esperado e prestar o exame para Capitão, Herrmann tomou uma decisão ousada: aceitou uma redução de cargo para permitir que seu amigo Mouch se tornasse o novo Tenente do Caminhão 51.
Embora a escolha tenha feito sentido para o personagem naquele momento, ela abre espaço para que, no futuro, Herrmann acabe reconsiderando e aceite uma promoção maior. No entanto, esse avanço na carreira pode vir acompanhado de uma tragédia envolvendo um dos personagens mais importantes da série: o atual Chefe Pascal.
Por que Herrmann recusou a promoção?
Durante o grande crossover de One Chicago em 2025, Herrmann deixou claro que seu perfil é de quem gosta de estar na linha de frente. Mesmo quando tinha a função de supervisionar as operações ao lado de Pascal, ele preferiu entrar em ação com Severide para encontrar a origem da explosão que ameaçava a cidade.
Esse momento destacou um ponto central de sua personalidade: Herrmann não é alguém que se vê como líder de bastidores. Ele sente que sua verdadeira contribuição vem de estar no campo de batalha, salvando vidas e apoiando sua equipe de forma direta.
Por isso, no final da 13ª temporada de Chicago Fire, a decisão de abrir mão da promoção fez sentido. Ela garantiu que Mouch conseguisse seu merecido avanço na carreira, manteve Pascal no comando e permitiu que Herrmann continuasse fazendo o trabalho que ama.
O que pode fazer Herrmann mudar de ideia?

A única situação em que Herrmann poderia aceitar se tornar o próximo Chefe seria se Pascal deixasse o cargo – e é justamente aí que entra a possibilidade de uma grande tragédia na 14ª temporada.
Como revelou a showrunner Andrea Newman, a promoção de Herrmann só seria possível se Pascal saísse de cena. A série já mostrou que Pascal enfrentou momentos difíceis, incluindo a morte da esposa e até a suspeita de envolvimento em um assassinato. Mesmo assim, ele decidiu continuar firme no batalhão, o que torna improvável que simplesmente peça demissão ou se aposente de forma pacífica.
Dessa forma, a saída de Pascal poderia acontecer apenas por meio de um evento dramático, como uma morte inesperada em serviço ou até uma demissão forçada após algum erro grave.
Por que a tragédia faria sentido na história?
Se Pascal morresse heroicamente em uma grande missão ou fosse vítima de um acidente, isso criaria um impacto emocional profundo na equipe 51 e justificaria a ascensão de Herrmann ao cargo de Chefe. Além disso, reforçaria o tema recorrente da série: os riscos e sacrifícios enfrentados diariamente pelos bombeiros.
Ao mesmo tempo, isso abriria novos conflitos para Herrmann, que poderia sentir culpa por assumir o posto após a perda de um amigo e colega com quem criou laços ao longo das últimas temporadas.
O que esperar da 14ª temporada de Chicago Fire?

Já foi confirmado que Herrmann continuará no cargo atual no início da nova temporada, mantendo a decisão tomada no final do último ano. Mas isso não significa que a possibilidade de vê-lo como Chefe tenha desaparecido para sempre.
Caso os roteiristas queiram trabalhar um arco mais sombrio e dramático, a saída de Pascal – especialmente por meio de uma tragédia – poderia servir como ponto de virada para o personagem de David Eigenberg.
Dessa forma, Herrmann finalmente assumiria a liderança do batalhão, mas a conquista viria com um peso emocional enorme, trazendo novos desafios pessoais e profissionais para um dos personagens mais queridos da série.
Um futuro incerto para Herrmann e o batalhão 51
Enquanto a 14ª temporada não estreia, os fãs podem apenas especular sobre o que vem pela frente. Mas tudo indica que, caso Herrmann seja promovido, isso dificilmente acontecerá sem grandes consequências para outro membro da equipe.
A trajetória do personagem mostra que ele é alguém que prefere estar “na linha de frente” do que atrás de uma mesa. Por isso, se ele finalmente aceitar o cargo de Chefe, será em um momento de profunda necessidade – e possivelmente após uma perda devastadora que mudará para sempre a história do batalhão 51.