Chicago Fire – 4×02 – A Taste of Panama City

Chicago-Fire
Imagem: Arquivo Pessoal

 

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Vamos anular a premiere desta temporada de Chicago Fire? Vamos! Este episódio foi totalmente diferente do anterior, mostrou potencial e deu para sentir qual é a pegada deste novo ano da série. Houve muita história, todas cheias de tensão, mas talhadas essencialmente para plantar a curiosidade. Um meio muito eficaz, pois a trama, mesmo sem impacto, envolveu do começo ao fim.

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Fiquei muito feliz pela história de Nesbitt ter sido prolongada, porém, admito que rolou uma tristeza por não ter durado mais. Digo isso porque Fire, e P.D., não conta com um vilão mais recorrente, que surge, planta o ódio, some e reaparece para tirar os personagens do eixo, há muito tempo. Como aconteceu com o saudoso Pulpo, um cidadão que ninguém dava nada e que rendeu demais da conta. Os escritores podiam retomar essa ideia. Chave do sucesso!

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A conclusão foi sensacional, com Voight surgindo do nada, mostrando que rato não tem vida longa em Chicago (mas coelho tem, ? Hora de tomar providências). Essa história tinha potencial, poderia ser tema de crossover, ao ponto de ter até a possibilidade de encaixar a Benson. Fica para a próxima.

Com a resolução do caso Nesbitt, outro ganhou um pouco mais de forma: o último chamado do episódio anterior. O repeteco envolveu, mas só pelo comportamento da vizinhança. Esse silêncio intrigou demais e quero muito saber o que está rolando. Com Severide e Gabby envolvidos, só vejo em néon a palavra sucesso. Estamos de olho!

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Dawson não brilhava há muito tempo e estou orgulhosa dela neste episódio. Fato é que os momentos de paramédica sempre serão insubstituíveis, mas vê-la em um novo posto, que oferece mais atuação em campo como sua primeira profissão, é para glorificar de pé. Gabby não foi feita para trabalhar com vários homens ou mulheres buzinando na sua cabeça. A personagem sempre foi do raciocínio e da ação, independente, e seu tempo de bombeira a empacou completamente. Quero muito que essa investigação seja levada por uns bons episódios, mas sou cética com essa turma de escritores.

Quem também arrasou esta semana foi Casey. A maneira como a história dele, por meros minutos, se entrelaçou com a de Dawson, entregou o estilo de narrativa que há muito tempo não rolava em Fire: cruzar a storyline dos personagens principais. Na temporada passada, houve muito isolamento, o que rendeu plots fracos demais, especialmente para Dawsey. Vê-lo angustiado e buscando formas de espetar Nesbitt contribuiu também para um bom episódio.

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O que aconteceu esta semana me deu um pouco de esperança. Quero acreditar que as coisas melhorarão, mas continuarei blindada até que me provem o contrário. A trama veio carregada de tensão, engatou curiosidade, e soube envolver os três personagens principais que há muito tempo não contavam com storylines cheias de possibilidades. Foi um episódio muito eficaz, que terminou de situar os protagonistas em seus respectivos trabalhos e espero que não role descaso.

Agora, foco no Patterson que se revelou um pé no saco. Como Severide lidará com ele?