Chicago Fire – 4×07 – Sharp Elbows

Chicago-Fire
Imagem: Stefs Lima/Arquivo Pessoal

 

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Sabe aquele episódio que te faz vomitar arco-íris? É bem isso o que aconteceu esta semana, uma baita trama que nos brindou com muito drama, irritação e, não menos importante, com saudosismo. O 51º Batalhão estava inserido em um clima que me fez recordar da season 1, com direito ao senso de família, festa para acalmar ou piorar os ânimos, e muito Casey, Severide e Dawson liderando o samba. Só alegria e quero acreditar que esses escritores tomaram jeito.

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Até então, este é o melhor episódio da temporada. Redondinho, sem pontas soltas, até mesmo para os personagens secundários que não tiveram suas histórias apresentadas para preencher cota de trama. Todo mundo estava engajado e envolvido no drama de Boden, que só chegou a ser compreendido pela turma depois que o Chief foi enquadrado. Se esse plano é do Riddle, só tenho a dizer que o cara é muito bom em disfarçar, pois ainda não há sinais de que a culpa é dele. Só muita solidariedade, mea culpa, carão e comportamento de urubu cuidando das carcaças.

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A questão que fica sobre Boden é se ele aguentará levar sua situação com honestidade. Voight apareceu – melhor coisa da vida desde 2012 – e deixou a oferta de sujar as mãos caso fosse necessário. Quero acreditar que o Chief se corromperá, pois, até então, seu caso parece sem solução. E isso só é bom para quem concorre a Comissionário ou para o leite com pera chamado Patterson.

Esse Patterson me irritou demais! O cara finalmente revelou sua faceta que não tem nada de burocrática, mas de status. Todo mundo que brilha mais que ele é uma ameaça. Todo mundo que o põe no lugar é uma ameaça. O personagem ficou chocado do começo ao fim com muitas coisas, e achei graça. A começar pelo último chamado, o olhar de choque sobre a ousadia de Severide em salvar o dia quase custando três dos seus com acréscimo da Brett. Sensacional esse caos.

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Outro cale-se veio da mesma pessoa, que cutucou o lado de ser humano e não burocrático. E, de quebra, mostrou o que tem embaixo da manga sem precisar fazer qualquer ameaça (quero saber o que é!!). Foi deliciosa a cara de tacho de Patterson, mesmo que Kelly tenha feito tudo isso sem intencionar uma vingança.

Mesmo com esses e outros desdobramentos, as dores de cabeça continuam e podem render uma enxaqueca. Patterson é covarde e não sei se continuará com a trollagem sabendo que Severide o tem na mão. Agora, o Capitão tem uma pessoa que o ameace integralmente e isso não lhe proporcionará status algum. Do outro lado, há Riddle que continua na penumbra e Voight precisa espetá-lo, por favor.

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Foi um episódio de encher os olhos. Carregado. Teve tensão, chamados impactantes, serviço para todo mundo e um ar sombrio. Trabalhou no que ainda interessa, relacionou todos os personagens na mesma dor, e continuou com o destaque divino no Cruz. Por que acho que esse Freddie não é flor que se cheire? Ele quer ser salvo, mas não me parece tão inocente. Vide comportamento diante da turma do Esquadrão, em que se gabava de alguma ação.

O direito de resposta do 51º foi lançada na roda, agora resta saber como Riddle enviará a réplica.