Chicago Fire – 4×19 – I Will Be Walking

Imagem: Arquivo Pessoal

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Menino Matt Casey veio ao mundo para mudar vidas, né migos?

Mesmo tendo um cargo político importante para a cidade, Casey não deixou que isso lhe subisse a cabeça. Pelo contrário, ele tentou fazer com que esse cargo pudesse melhorar a vida de um menino que o batalhão resgatou torturado e amarrado embaixo de uma linha de trem. Esse menino é irmão de um membro de gangue que virou informante da policia, e acabou marcado pelos erros e acertos de seu irmão mais velho.

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Isso acabou tornando um caso diplomático para Casey, já que o garoto iria se formar e queria receber o diploma, não importando o que iria acontecer. Contrariando seus próprios princípios, o tenente teve a coragem de falar com os líderes da gangue, que não recuaram e Victor permanecia jurado de morte. Essa mistura de cargos de Casey é uma ótima forma de introduzir o personagem em novos plots, sem destruir a identidade do mesmo. E o que dizer da cena onde o menino vai caminhando em direção a sua escola, para ter a sua formatura? Com um corredor de bombeiros, Casey o acompanhou até a porta da escola, em uma das cenas mais tocantes do episódio. A mão amiga dos Bombeiros naquele momento foi o que encorajou Victor ainda mais. Sem palavras.

Severide também teve um momento no episódio. A policial que o ajudou no Caso Courtney lhe pediu um favor, e ele como um ótimo rapaz, aceitou de bom grado: Cuidar do filho dela enquanto ela trabalhava. Claro que era suspeito, e isso ele viu desde o início. Através de Antonio, Sev descobriu que a detetive estava depondo em um caso antigo da Narcóticos, e tentando saber mais da notícia, soube também que a policial teve informações de ameaças contra seu filho. Evitando assustá-lo, ela decidiu o deixar no lugar mais seguro de Chicago: Batalhão 51. Acho que eles fazem de tudo para colocar Kelly como herói além do uniforme, e isso as vezes cansa um pouco, assistir o personagem sempre tendo seu momento de herói.

Brett e Borrelli também tiveram um pequeno espaço, com um chamado bem estranho. Uma moça caída no chão com febre e inconsciente trouxe um desafio para Jimmy: tentar não ser tão charmoso nos atendimentos. Com uma nova admiradora, ele acabou tomando um puxão de orelha de Boden, o que eu achei até bem merecido. Por mais que você tenha um atendimento positivo, e a pessoa quer retribuir de alguma forma, acho que usar de uma chamada para isso acabou sendo impróprio. Porém engraçado, admito.

O mais preocupante para mim nesse episódio foi Otis e sua mancha nas costas, que Cruz alertou sobre. Ele foi pedir ajuda a Will Halstead, que não descartou a possibilidade de ser leucemia. Ficando transtornado, isso afetou o seu julgamento em um chamado, quase custando a vida de uma vitima. Ainda assim, ele não quis fazer o exame imediatamente. Creio que o veremos em negação nos próximos episódios. Finalmente um plot bem adequado para Otis, que estava muito largado na temporada. Mas espero sinceramente que não seja ele o próximo a sair da série.

O próximo episódio, “The Last One For Mom”, vai mexer com o batalhão, quando pode deixar um dos bombeiros em perigo. Saca só a promo:

PS.: Herrmann e Kidd disputando para ver quem é melhor quando o assunto é bares foi a diversão do episódio. Gosto que estão acomodando Kidd no batalhão, fazendo-a parte da Família 51.
PS2.: Agora que Otis caiu na real e parou de tentar algo com Sylvie, ela vai ficar com pena dele pela possível doença? Não creio, por favor.
PS3.: Essa mulher que chegou para tentar fazer Matt mais político que bombeiro vai ferrar com o relacionamento dele com Dawson, que já estava balançado. A gente não pode ter nem um pouco de esperança que a série vai lá e quebra a gente no meio.


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Ana Maria de Oliveira

Ana Maria de Oliveira

Jornalista e uma decepção como digital influencer e youtuber. Desde 1993 sendo trouxa e shippando quem não deve. Aqui no Mix de Séries é editora e tradutora de notícias e escreve reviews de The Last Ship e The Rookie.

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