Chicago Fire – 5×11 – Who Lives and Who Dies

Imagem; Elizabeth Morris/NBC
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Mais um episódio onde não tivemos a chance de ver Severide receber algo além de decepção e de ver o resultado da desistência de Gabby e Casey em criar Louie.

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Aliás, criar decepções é algo que Severide consegue com muita frequência. Até mais do que o natural. Após todo o procedimento de doação de medula óssea e o tempo necessário para recuperação, ele ficou muito ligado em Anna. Shippamos por algum tempo. O momento era todo de entrega do bombeiro. Tentava estar lá para ela, ajudando na recuperação e até pedindo para que ela viesse morar junto com ele (sim, ele estava nesse nível). Mas Anna não caiu nas garras dele e o deixou apenas com uma foto e a palavra “Someday” (Algum dia, em tradução livre).

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Ele se apaixonou por ela de uma forma meio estranha, tentando ficar cada vez mais apegado a personagem, tentando criar vínculos nada necessários por ora. Acho que o somatório de todos os momentos fez com que Stella se retraísse perante eles. Mesmo com Anna sendo agradecida à bombeira ao estar sempre ali para apoiar o amigo, ela criou uma bolha entre si e Kelly, tentando se proteger de algo, até deixando o caminho livre para os dois terem um envolvimento maior. Gostei muito dessa posição dela, mostrou que não é o tipo de pessoa que fica ligado a um relacionamento, apesar de estar arredia quando o tenente conversou com ela sobre Anna. Normal quando ainda se tem um sentimento não resolvido completamente.

Tivemos que lidar com o casal Dawsey vivendo um momento triste e notamos que a bad bateu nos dois de forma diferente. Casey voltou a ser aquele insuportável da primeira temporada. Aparentemente o batalhão estava com um rato, e ele fez todos do Truck 81 limpar do chão ao teto. Esbravejando ordens grosseiramente, sendo completamente indiferente aos colegas de trabalho, era algo que não passava pela minha cabeça ele fazer. Claramente ele ficou apegado a Louie, e perdê-lo logo quando teve o ímpeto de casar com Gabby o trouxe a uma realidade dolorida: a casa e a vida dos dois estavam mais vazias sem a criança. Ele não suportou nem ver os brinquedos antigos do menino, fez questão de encaixotar tudo que tivesse uma lembrança boa do Louie. Fazendo isso, ele teve a impressão de que não ocorreu nada naquela casa, e aquele quarto tão infantil outrora seria apenas um quarto de hóspedes.

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Gabby, por sua vez, fez o inverso do que todos esperávamos. Aqueles que acreditavam que ela ficaria depressiva, nas trevas, dark, foram surpreendidos com ela sendo madura o suficiente e deixando a vida correr após o acontecido. Ela, que tanto lutou pela adoção do garoto, estava com sua consciência mais do que tranquila. Devolver Louie ao seu pai biológico foi algo que a deixou plenamente satisfeita consigo mesmo.

O que mais a incomodou na realidade não foi a situação com Casey, já que ela entendia o quanto o bombeiro sofria, e sim o caso da menina que não sabia que estava grávida e foi expulsa de casa pelo pai. Ela sabia que o julgou mal, uma primeira impressão errada pode derrubar relacionamentos em dois toques. Porém, ao conversar com a tia da menina, que abriu os olhos da paramédica, ela entendeu por tudo que essa família passava. O pai, criou a menina solteiro e acabou reagindo mal a notícia que seria avô. Tudo por um momento de desentendimento. Ao fazer o parto da menina, e logo depois conversar francamente com o pai, Gabby demonstrou que a gravidez interrompida na temporada passada e a adoção fracassada de Louie nessa temporada só a fortaleceram, a deixaram muito mais revigorada para lutar por seus desejos. Linda a homenagem da menina, colocar o nome de sua filha Gabby. Um ato de gratidão, após tanto sofrimento e entendimento por parte da paramédica. Sinto que Dawson é o personagem mais bem desenvolvido dessa série. Ao longo das temporadas, vimos uma melhora significativa em suas aparições. Seus plots cada vez mais intrigantes e emocionantes acrescentam ainda mais o tom dramático que a série propõe.

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O caso que dá liga a um cliffhanger foi bastante intenso. Durante um incêndio, Casey teve que escolher entre salvar uma criança da fumaça ou tentar soltar e salvar um homem que estava preso a um bloco de concreto. Mesmo com o homem apontando uma arma, Casey fez a escolha de salvar a criança e isso trará consequências interessantes à trama. O homem conseguiu se salvar e fugiu deixando os bombeiros do Batalhão 51 intrigados. “An Agent of the Machine”, episódio que será exibido na próxima terça, 07/02, mostrará o homem que Casey não salvou e sua vingança contra o bombeiro e todos os outros do Batalhão 51.

 

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