Chicago Fire – 5×12 – An Agent Of Machine

Imagem: Elizabeth Morris/NBC
Imagem: Elizabeth Morris/NBC

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Nas consequências do último episódio, tivemos um Chicago PD em Chicago Fire.

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O caso do homem que apontou uma arma para Casey, durante um chamado, perdurou por todo o episódio. Eddie Owens, criminoso de carreira, estava perseguindo Matt e o pessoal da 51, prometendo-os de morte por não cumprirem seu papel bem. O problema é que eles tinham cumprido seu papel. Escolher a quem salvar naquele momento era difícil para qualquer bombeiro, e o egoísmo e a vontade de não morrer queimado do homem são difíceis de contornar.

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Com a ajuda de Jay Halstead, eles conseguiram rastrear e descobrir quem era e, porque, ele morava no porão do prédio – devido a uma “amizade” com o dono do mesmo, que era ex-presidiário e dividiu cela com Owens. Por mais que nenhuma evidência que existia alguém morando dentro daquele porão tivesse sido encontrada pela polícia, os bombeiros tiveram o seu dia de CSI e conseguiram encontrar alguma coisa nos restos queimados que estavam em posse dos Bombeiros. Mesmo com o perigo iminente de Owens estar tentando atingir diretamente o Batalhão, eles cumpriram sua missão de salvar vidas, inclusive a do próprio Owens, que tentou explodir todos com uma bomba de fertilizante. O que me irritou um pouco nesse plot foi o quanto tudo foi corrido. Por que não esticá-lo até o próximo episódio? Mais dois? Foi um dos bons da série, merecia mais um incentivo para animar aquele batalhão.

Brett e Antonio terminaram e isso machucou meu coração. Mesmo com ela se esforçando para se dar bem com Diego, filho do detetive, Laura, a ex-mulher que apareceu três vezes na série só para atrapalhar o OTP, chegou e pôs muita banca de ex-mulher encrenqueira. Isso, somado ao que ambos sofrem no trabalho, e o pouco tempo que ambos têm para lidar com sua vida pessoal, foi o estopim para um rompimento. Achei muito ridículo esse retorno da Laura apenas para humilhar e colocar pulgas atrás da orelha de Brett. Só para não deixar o casal, que mesmo com as adversidades queria dar certo, junto. Achei ainda mais ridículo Gabby e Brett conversarem e a esposa do Casey não colocar em palavras mais brandas que Brett e Antonio ainda era precipitado. Melhorem como seres humanos, pessoal do roteiro.

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Severide teve dois pontos interessantes no episódio: o primeiro, com ele e Casey retornando a ser aqueles tenentes do início, bons amigos e melhores irmãos de farda. Matt confiou ao amigo a tarefa de guardar o anel de Gabby, para ele não perder ou algo do tipo. Sev foi lá e fez melhor: uma recepção de casamento improvisada, já que Gabby e Matt não tiveram nada. Isso faz com que o tenente da Squad 3 seja um dos personagens mais carismáticos da série. Sempre com o altruísmo lá no alto. Além disso, Kelly também teve a presença de Dennis Mack, um amigo de longa data do pai de Severide, que casualmente é chefe dos bombeiros em Springfield. Cidade esta, que, olha que coincidência, também é a cidade onde Anna mora. Tudo indica um forte interesse amoroso do bombeiro por ela. E a chegada de Mack no Batalhão foi o necessário para confundir mais os sentimentos do bombeiro. O mais velho está se aposentando, e deixou a porta completamente aberta para Kelly Severide assumir seu lugar como Comandante em um Batalhão na cidade. Isso balançou o personagem. Ele quer manter contato com Anna, mesmo que diga a Kidd que não, que ele está de boa. Acho bom que aquietem esse personagem logo, não aguento mais ver ele direto com um mulher diferente a cada turno.

O episódio da próxima terça, “Trading in Scuttlebutt”, traz Severide e sua luta para aceitar ou não a posição em Springfield, e se isso realmente deve influenciar no relacionamento com Anna.

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Jornalista e uma decepção como digital influencer e youtuber. Desde 1993 sendo trouxa e shippando quem não deve. Aqui no Mix de Séries é editora e tradutora de notícias e escreve reviews de The Last Ship e The Rookie.