Chicago Fire – 5×16 – Telling Her Goodbye

Imagem: Arquivo Pessoal
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Senhoras e senhores, que sufoco! “Telling Her Goodbye” colocou todo o Batalhão 51 em uma situação de sequestro, que pode ter propiciado aos fãs o melhor episódio da série – até agora.

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Parecia mais um dia como qualquer outro para nossos bombeiros, mas uma troca de tiros entre gangues colocou alguns bandidos diretamente na nossa Firehouse. Buscando abrigo e proteção – além de ajuda para um membro da gangue que foi baleado -, o episódio não só propiciou uma boa história de tirar o fôlego, mas também deu devidos destaques aos personagem que fizeram toda a ação ocorrer.

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Primeiramente, Stella deu um show. Seja tentando salvar o bandido, na aproximação com os sequestradores, na tentativa de criar um vínculo e na frieza em tentar se comunicar com Severide, com uma arma apontada para sua cabeça, a personagem foi um dos grandes destaques deste episódio. Ela se mostrou forte, mesmo apanhando e estando sob risco de vida a todo momento.

O mesmo tenho que dizer de Otis, que movimentou a tensão a partir do momento em que Stella não pôde mais ajudar o baleado. Com a ajude de Gabby, que estava junto de Sylvie do lado de fora, ele conseguiu fazer um procedimento de salvamento para que o bandido baleado voltasse a respirar, criando um excelente momento de tensão, e tudo isso também com a arma apontada para sua cabeça.

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Claro que algumas coincidências, ou saídas de cena, para que os personagens se safassem de serem mortos incomodam um pouquinho, mas nada que atrapalhe o desempenho deste grande episódio. Matt e Bolden mostraram firmeza como líderes, incluindo o primeiro ser baleado, em um momento ofegante, quando Dawson quase entrou no batalhão.

Na resolução final, quando a polícia utilizou a mãe de um dos garotos que fizeram os bombeiros de refém, ainda tivemos mais surpresas com Bolden na linha de tiro, quando os bandidos queriam roubar o caminhão do Esquadrão e jogá-lo em cima dos policiais. Ainda bem, tudo acabou sendo resolvido, e ninguém se saiu ferido – nem mesmo o Hermann, que simulou um ataque cardíaco para sair do Batalhão e ajudar os policiais do lado de fora (mais alguém aí não curte muito ele e torceu para que fosse um ataque de verdade?).

Excelente jogada dos produtores em fazerem um episódio único, com uma individualidade, sem a necessidade de qualquer ligação com outra Chicago – nem mesmo nas questões policiais os personagens de P.D. apareceram; contribuindo para a credibilidade desta temporada que, disparado, está sendo a melhor da série. Parabéns, Chicago Fire, você voltou ao posto de “Melhor Série da Franquia Chicago”. Manda mais que tá pouco!

Criador do Mix de Séries, atua hoje como redator e editor chefe do portal. Especialista em SEO e construção de textos para internet, também atua como webwriter com foco em textos para o Google. Autor na internet desde 2011, passou pelos portais TeleSéries e Box de Séries. Fã de carteirinha de Friends, ER e One Tree Hill, é aficionado pelo mundo dos seriados. Também é fã de procedurais, sabendo tudo sobre o universo das séries Chicago, Grey's Anatomy, e séries de sucesso como La Casa de Papel e Lucifer. Também é fã da DC Comics, e acompanha produções inspiradas em personagens da editora, como Titans e até o mais recente produto da editora, Sweet Tooth.