Chicago Fire – 5×17 – Babies and Fools

Imagem: Elizabeth Morris/NBC
Imagem: Elizabeth Morris/NBC

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O nível dos episódios não diminui desde a exibição do crossover. Esse foi mais um episódio de ótima qualidade.

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Gabriela Dawson tem um pressentimento para as tretas que é impressionante. Ao atender um chamado de capotamento, ela percebeu que tinha algo muito errado com o acidente. E mesmo conseguido encontrar o bebê que, durante o capotamento acabou sendo jogado para fora do carro, ela pressentiu que era muito estranho. Ela cutucou, cutucou e até encontrar o real motivo de tudo ter acontecido, do porquê do rapaz jogar pedras nos carros para incitar um acidente e ele ser o herói ao ajudar. Admito, achei ela meio intrometida com o caso, mas super compreendo, já que o policial que estava resolvendo claramente não estava muito preocupado do jeito que ela estava. Não me impressionaria em vê-la em PD, sendo uma rookie.

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Tivemos um retorno do plot político de Casey, que estava bem esquecido ultimamente. Um insistente apoiador do bombeiro tentou de várias formas entrar em contato com o vereador, que por influência dos colegas de vereança não atendeu da forma correta na primeira vez. Até que Casey entra em contato, por insistência de Tamara, a quem colocou Matt no jogo politico. O bombeiro se entregou de corpo e alma para tentar atender a exigência do eleitor, apenas por achar que isso deveria ter feito. Embora o caso não tenha elucidado da forma como ele queria, foi interessante retomar esse plot perdido do tenente. Espero mais participações da vida política dele e como isso pode influenciar a carreira nos Bombeiros.

Já Herrmann e Otis se estranharam bastante no episódio. Até concordei com o mais novo, Herrmann estava muito displicente com a parceria entre Dawson, Otis e ele no Molly’s. Até fiquei com pena do Otis, por achar que estava sendo colocado para trás – e estava mesmo. As ideias dele, que eram horríveis, não eram nem cogitadas, e Kidd, que mal chegou, já conseguia colocar Herrmann em todos os eventos. Torci que algo desse errado na corrida dos bares para o Herrmann deixar de tratar o Otis daquela forma.

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Severide e Anna é algo que pedimos há muito tempo, e vê-la interagindo com a vida dele é ótimo para a personagem. Finalmente um norte para o personagem do Taylor Kinney, não aguentava mais ver ele pulando de mulher em mulher, sem objetivo na vida. É ótimo ver que ele quer evoluir, se sente pronto o suficiente pra começar uma vida a dois com ela, mesmo que seja longe da cidade, dos amigos e da família da enfermeira. Ele tenta de todas as formas suprir essa falta e ela é muito agradecida por isso.

O próximo episódio traz um dilema moderno: o que tem atrás da porta, produção?

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