Chicago Med – 1×03 – Fallback

Imagem: Banco de Séries

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Podemos resumir esse terceiro episódio de Chicago Med como um fio condutor para desenrolar histórias de alguns dos nossos personagens, principalmente de Connor. Por conta de um rapaz que ao chegar no hospital de Chicago seriamente ferido, descobrimos um pouco mais sobre sua história. Quando iNO terminou, eu já suspeitava que não ia demorar muito para os problemas familiares do médico fossem explorados, principalmente os problemas com o dele com o pai.

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Já deu para perceber que Claire, irmã do personagem, pode ter mais importância no decorrer da história, podendo ela ser responsável por colocar os pingos nos is dos problemas que ronda os Rhodes. Com a vida de Russel em perigo, já deu para vermos quanto o pai de Connor é uma pessoa extremamente arrogante, e já o odeio. Apesar disso, como dizem por aí, toda a história tem seus dois lados, portanto ainda há muito o que ser explorado por aqui.

Quem teve destaque mais uma vez foi Nat, que já se tornou a minha personagem predileta de Med. Ela é uma profissional íntegra e humanitária, fazendo com que outros profissionais – leia-se Halstead – a veja como muito emocional. Falando nele, eu adorei que a médica tenha dado várias cortadas, já que ele foi bastante babaca por suas atitudes no episódio, sendo que mesmo assim já estou shippando os dois loucamente. Já podemos intitular esse possível futuro casal como Nastead? Será que podemos aguardar algo tão intenso quanto Linstead?

O plot do soldado eu mal tinha ligado para ele a princípio, mas ao seu desenrolar, fui ficando no final das contas foi horrorizado pelo que sua mulher fez para que ele ficasse ao seu lado. Isso estava se tornando um verdadeiro crime passional, algo bastante psicopata, que mostrou o quanto a pessoa pode ser capaz por amor. Cruzes!

chicago-med-1x03-A história da jovem Dylan, a violista com um tumor que teria chances de perder sua audição após a cirurgia ou que pudesse morrer caso não operasse foi o que mais me tocou nesse episódio. Através dela soubemos um pouco mais de Nat, e mais uma vez vimos como a médica se envolve com seus pacientes emocionalmente dizendo. Pode ser prejudicial? Talvez, mas isso já tornou sua marca registrada, e para mim nada incomoda. A cena das duas tocando violino juntas foi muito emocionante.

Ainda sobre a garota, fiquei com receio dela acabar morrendo durante sua cirurgia, assim como Russel. Ela por sua vez perdeu a audição, infelizmente, e isso foi de doer. Sem contar que ela foi a grande responsável por Nat perdoar Will. Imagina os dois brigados por mais um tempo, que horror seria? Já o amigo de Connor, poderá, junto com Claire, nos apresentar mais sobre o passado dos Rhodes. Ainda bem que ambos saíram bem de suas operações.

Quem finalmente se destacou foi Sharon que, até então, achei que estava muito apagada. As cenas dela com o pai do médico foram incríveis, e ela simplesmente humilhou a cada momento. Por mais destaque nos próximos episódios para a personagem, por favor. Foi um episódio eletrizante e bem redondo, que conseguiu chamar a atenção a cada segundo que passou.

PS1: Já curtindo o bromance entre Will e Connor.

PS2: O mesmo sobre Maggie e Reese.

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