Chicago Med – 1×12 – Guilty

Chicago Med 1x12
Imagem: Banco de Séries

 

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O que faz de um episódio ser considerado excelente? Cada seriador tem uma opinião a respeito. Uns gostam daqueles mais agitados, outros daqueles mais calmos. Episódios reflexivos também entram nessas qualificações… “Guilty” é um misto de várias emoções e no retorno de Chicago Med de seu hiatus, a série mostrou que nada melhor do que um bom roteiro para prender o espectador do começo ao fim.

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Seria mais um dia comum no Chicago Medical se não fosse por algumas situações que complicaram a vida dos nossos personagens. Talvez a que mais se destacou foi Maggie. Ela acabou sendo presa após impedir a polícia de reter um paciente para teste alcoólico, devido a gravidade da emergência que necessitava de cirurgia. A enfermeira, que até agora esteve apenas se encaixando em um caso ali e aqui, mostrou a que veio.

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Foi bem interessante vê-la agindo desta forma, e principalmente, ganhando apoio da equipe médica. O que você faria no lugar dela? É uma situação complicada. Goodwin foi até Voight para tentar agilizar a liberdade da enfermeira, mas até o chefe da 21º viu o caso com olhos desconfiados. Acontece que a polícia não conseguiu colher o sangue do rapaz e, consequentemente, prendê-lo por dirigir alcoolizado. Mas ao mesmo passo, o protocolo do hospital é salvar vidas, independente de qual seja. Maggie estava fazendo apenas seu trabalho e não podemos julgá-la. Ainda bem que, no final, ela acabou sendo solta e a situação resolvida.

Além do caso que a Dra. Manning conduziu de um diagnóstico errôneo de abuso infantil, que em minha opinião serviu para mostrar o quão o médico pode errar em um diagnóstico por conta de um mal julgamento, outra história que me chamou atenção foi a do Dr. Charles, que se envolveu em um atendimento da Dra. Reese. O psiquiatra sempre foi um personagem que me chamou atenção, e ao diagnosticar um potencial suicida – que aos olhos de todos era só mais um paciente normal – ele se colocou em questionamentos que nos levaram a descobrir que ele também é um paciente com problemas psicológicos, e que atualmente está sem medicamentos. Eu fiquei me perguntando o episódio todo, o porque dele ter sacado que o rapaz tinha problemas psicológicos, fingindo estar feliz, ou, aparentemente por carregar uma tristeza “sem origem”, e a verdade é que Charles se viu no paciente. Talvez vejamos mais desta história ser explorada, mas ela só me fez ficar mais ainda atraído pelo personagem, que para mim é um dos melhores.

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Will continua ainda na ladainha do caso da moça com câncer terminal, e desta vez quase levou o Dr. Rhodes juntos. A teimosia dele é imensa, e chega a me dar nervoso, o quão ele chega ser negligente as vezes, só para que as coisas saiam do jeito que ele quer. Ao final, Rhodes acabou dando um puxão de orelha – ou prensada no elevador, que talvez tenha o feito acordar. Será?

Episódios como este, com roteiro redondinho, explorando o melhor e o pior dos personagens chegam a ser raros na TV hoje em dia. Na agitação, no barulho, e no manancial de plot twist que estamos acostumados dentre as inúmeras séries de TV, Chicago Med mostrou como definir um “melhor episódio até aqui”. Eu estou pronto para mais e vocês?

 

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Criador do Mix de Séries, atua hoje como redator e editor chefe do portal. Especialista em SEO e construção de textos para internet, também atua como webwriter com foco em textos para o Google. Autor na internet desde 2011, passou pelos portais TeleSéries e Box de Séries. Fã de carteirinha de Friends, ER e One Tree Hill, é aficionado pelo mundo dos seriados. Também é fã de procedurais, sabendo tudo sobre o universo das séries Chicago, Grey's Anatomy, e séries de sucesso como La Casa de Papel e Lucifer. Também é fã da DC Comics, e acompanha produções inspiradas em personagens da editora, como Titans e até o mais recente produto da editora, Sweet Tooth.