Chicago Med – 2×06 – Alternative Medicine

Imagem: Youtube

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Podemos dizer que “Alternative Medicine” foi um episódio bem tenso. Vários fatos marcaram nossos personagens seja de maneira positiva  como negativa. Tivemos o revival do caso da psiquiatria com Danny, um importante caso que abalou as emoções de Dra. Manning e os casos onde foram necessárias habilidades digamos “especiais” para a resolução.

Começamos com o Dr. Rhodes e seu paciente que operou a aorta. No pós-operatório, após aquela checagem básica dos médicos para ver o estado de saúde do paciente e sua recuperação da cirurgia, Dr. Rhodes faz o check-up no paciente e atesta que a cirurgia foi um sucesso. Neste instante, entra  Dr. Lathan, anos luz na especialidade e detecta uma falha no procedimento e ordena imediatamente que o paciente volte para mesa de cirurgia para correção. Rola um pequeno climão, mas Dr. Rhodes acaba concordando.

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Um caso bem parecido foi o que o Dr. Halstead atendeu no episódio. Um paciente a princípio com  sintomas de alguma má digestão, mas Will, após ensinamentos – felizmente –  de uma professora do  quarto ano de faculdade consegue identificar que o paciente apresenta  parte do intestino morto dentro do seu corpo, e caso não seja retirado, o paciente pode vir a falecer. Estes dois casos em comum nos mostram  que às vezes para resolução de um caso,  uma habilidade especial, um conhecimento adquirido a mais pode fazer toda diferença para salvar uma vida. Devemos sempre nos especializar e buscar o conhecimento cada vez mais para nossa vida no intuito de aprimorar nossas habilidades e buscar sempre fazer o melhor possível nossas atribuições.

Conforme informado na introdução dessa review, tivemos a volta do caso de Danny. A dois episódios atrás, vimos que Rheese não teve muito o que fazer pelo paciente. Danny então volta e pede ajuda da médica para sair da vida que leva de bode expiatório. Dr. Charles, depois de um conflito inicial com parte de suas experiências passadas com seus pacientes decide dar apoio a residente., que consegue dar o primeiro passo para ajudar o garoto. Rheese, muito esperta, depois dos médicos tirarem o chip de localização do garoto, joga o chip na água em movimento na calçada do hospital para dificultar a localização. Neste caso é esperar para ver o que vai acontecer.

Dr. Choi teve um caso interessante, de uma garota cientista que engoliu um protótipo como parte de um experimento de um pequeno laboratório que mantém em casa. A princípio, o médico ficou abismado pela mãe permitir tal atrocidade, e por não concordar com tal situação o médico foi conferir o laboratório, o que depois transformou sua visão sobre a motivação que os garotos possuem para realizar tais experimentos. O médico pede inclusive para Dra. Manning, após vê-la triste e abalada por seu caso, para que  vá visitar o laboratório das crianças e quem sabe possa enxergar um novo propósito em meio a todo o fato e a perda que ocorreu.

Um fato inegável foi que Dra. Manning teve o caso mais triste da semana. Uma menina com um inchaço no cérebro em que ela fez de tudo para salvá-la, mas era tarde. Dra. Manning se envolveu tanto com a paciente, que a cena após a sua morte foi muito triste. Ver a médica aos prantos, o choro dos pais… Um drama muito forte, uma perda muito grande que a abalou profundamente. Mas é isso, na vida de um médico é preciso estar preparado para perda, por mais que estes criem laços com seus pacientes, mesmo de maneira inconsciente.

Assim terminamos mais uma semana movimentada no Chicago Medical Center com direito inclusive a benção de quarto assombrado por um havaiano. Até a Próxima semana, espero vocês! #Mahalo

Gostaram do episódio? Assistam a promo do próximo aqui no Mix!

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