Chicago Med – 2×12 – Mirror Mirror

Imagem: NBC
Imagem: NBC

Nesta semana, no Chicago Medical Center podemos certamente dizer que tivemos muitos momentos agitados e casos “mirabolantes”, se é que me entendem: Armas no reto, patologias nunca antes vistas, órgãos vitais trocados dentro do corpo humano… muita coisa!

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O caso da menina tratado pela Dra. Manning e pelo  Dr. Charles foi bem interessante. Pessoas como eu, que assistem várias séries médicas, geralmente veem muitos casos repetidos, porém, se deparar com algo inédito e nunca visto como essa doença deste caso, na qual a menina sente todas as dores e emoções das pessoas que interagem com ela, muda a perspectiva de ver toda a situação. A novidade traz à tona uma admiração por um novo quadro clínico nunca antes presenciado, como falei. Admirável, mas bizarro!

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Outra questão interessante no episódio da semana foi o paciente com arma no reto. Rheese, como sempre, tentando dar uma de “boa amiga” para tentar descobrir o motivo da arma ter ido parar onde estava, mas sem sucesso. Acabamos por não saber o que de fato motivou o garoto a colocá-la no lugar onde estava – estupro, talvez? Esse foi um caso que de fato movimentou o hospital por conta de toda a segurança envolvida. Clarke e Dr. Choi  tentaram retirá-la do corpo do garoto, mas a arma disparou e provocou uma perfuração no intestino, felizmente resolvida pela ótima equipe de médicos. Mas causou um certo susto. Quem aí torceu para que tivesse acertado melhor no Clarke?

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Você realmente não sabe de nada, não é? – Rheese

Não podemos deixar de falar também do Dr. Latham e seu altismo recém-descoberto. A doença tem afetado muito sua rotina, deixando-o meio desequilibrado emocionalmente, alterando suas reações. Com todo esse estresse, no meio de um estudo para uma cirurgia complicada com Dr. Rhodes, por conta de um paciente com órgãos fora da posição correta dentro do corpo humano, Latham mostrou toda sua raiva e descontou na sua equipe cirúrgica. Fato este depois controlado por Dr. Rhodes – que ganhou uns “pontinhos” com o chefe. É complicada a situação do médico, principalmente para quem trabalha com ele, mas estou achando interessantíssimo a série abordar o Aspenger e como ele pode ser convivido em um ambiente de trabalho complicado como um hospital!

A parte chata do episódio fica por conta do lado sensacionalista do médico chefe, se sentindo estrela com aquela câmera que estava no hospital para gravar algumas tomadas, invadindo a privacidade dos pacientes, além de expô-los e prejudicá-los nos diagnósticos, como aconteceu com o paciente do Dr. Halstead. Will quase se enfiou em problemas novamente, mas foi bem emocionante o final, com o paciente – que estaciona carros e Will nunca o tinha visto – querendo fazer alguma diferença com sua vida, deixando-o ser mostrado no documentário.

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No geral, o episódio foi bem bacana, com casos amarrados e digamos “diferentes” do habitual. Espero que a série continue assim e procure desenvolver mais os personagens centrais.

Algumas considerações importantes:

  • Estou adorando os plots do Dr.Latham. No inicio, confesso que não fui muito com a cara dele, mas diante de todas as reviravoltas, estou começando a gostar muito do personagem.
  • Por que será que Sarah Reese tem sempre um carinho especial por garotos desencaminhados? É um caso a se pensar…

Espero que tenham gostado do episódio. Logo a seguir, a promo do próximo. Não deixem de acompanhar as reviews semanais da série aqui no Mix! Abraço a todos e até semana que vem!

 

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