Chicago P.D. – 3×07 – A Dead Kid, a Notebook, and a Lot of Maybes

Chicago-PD

Imagem: Arquivo Pessoal

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Depois de dois episódios fraquíssimos, Chicago P.D. voltou a dar na nossa cara com um caso semanal visceral e com um peso que me deixou sem palavras. Embora a vida de alguns detetives tenha se entremeado na trama e roubado um pouco a tensão e a agonia dos acontecimentos da vez, tudo valeu pela abordagem de um tema atual, e necessário, e pelo destaque de Halstead.

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Não havia outro personagem para assumir este caso a não ser ele. Simplesmente porque o tema deste episódio engatou um belo paralelo com todas as circunstâncias que o detetive viveu e combateu ao longo da primeira temporada. Pedofilia é uma das dores de seu calcanhar de Aquiles, e foi muito incrível observá-lo evoluir no quesito comportamento. Se fosse o antigo Jay Halstead, teríamos uma dose de violência e, talvez, decisões feitas de cabeça quente.

Não acharia ruim se tivesse acontecido, pois Jesse amadureceu bastante como ator na série. Porém, nada melhor que ver Jay segurar a onda e agir dentro do que é certo. Sem afligir ninguém e deixando a investigação culminar na sentença dentro da lei. Melhor que justiça com as próprias mãos.

O caso da semana foi avassalador. O tema Columbine foi apenas um risco do fósforo que não gerou fogo para iniciar um incêndio. Toda a fachada nos levou para uma história sombria dentro de um lugar que deveria ser um dos mais seguros do mundo: a escola. Como não se indignar quando uma pessoa dita mentora se revela uma pedófila? Enojante e revoltante.

O transcorrer da investigação foi bem intenso, mas a conclusão foi muito aquém do esperado. Considerando o que essa UI já fez nessas circunstâncias, o Treinador contou com um pouco de sorte. Bom mesmo seria vê-lo na gaiola aguentando o pulso firme do Voight.

Fora de todo o caos, finalmente Atwater ganhou atenção. O que esperar de uma storyline que resolveu aparecer 7 episódios depois? O descaso com esse personagem vem desde que foi promovido à Inteligência e quando alguém desse universo pede para sair, ou se despede tranquilamente como Mills, ou é despachado com crueldade como Nadia. E agora?

Al começou a colher as consequências de rasgar o teste de DNA. A intrusão na casa de Ruzek rendeu boas risadas, bem coisa desse detetive fazer o que acha certo, mesmo que tenha que sacrificar muitas coisas no processo. A cena dele com a esposa foi demais para minha saúde e só consigo pensar na Lexi. Quero logo uma interação entre as duas filhas do Olinsky.

O episódio não foi repleto de ação, mas conquistou por envolver e trazer muita reflexão. Saber um pouco mais do Jay também me fez agradecer aos céus e pedir por mais. Continuem.

Equipe Mix

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Perfil criado para realizar postagens produzidas pela equipe do Mix de Séries.

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