Chicago P.D. – 3×08 – Forget My Name

Chicago-PD
Imagem: Arquivo Pessoal

 

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A trama dessa vez não sambou na Sapucaí, mas foi pertinente para mover a equipe da UI sob um novo olhar. Ninguém ficou dentro da casinha, tendo que buscar informações externas para dissolver um caso que só tinha um corpo, nada mais que isso. Sem o insight perfeito, Voight e Cia. sentiram muita dificuldade para avançar, foi o máximo vê-los trollados seguidas vezes, mas o importante é contarmos com mais uma resolução positiva. Tudo bem que sou fã de tragédias (#TeamAngústia), porém, haverá data e hora para sermos açoitados emocionalmente. Essa é a regra do jogo.

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O episódio se apoiou bastante no trabalho em equipe. Antonio se destacou de novo e reafirmo que esse personagem precisa de uma história para chamar de sua. Nunca cansarei de repetir isso. O detetive liderou uma tramoia meticulosa, que rendeu uma dose gentil de tensão. Não houve nada de trágico, nem um ponderar reflexivo, só engajamento para derrubar um plano que poderia culminar em um ataque terrorista. Pela promo, achei que tudo seria quente, mas foi sossegado demais. E um tanto quanto entediante.

Deu para captar que o intuito maior deste episódio foi centralizar a vida pessoal da turma e me pergunto até agora o que aconteceu com Atwater. Assim, o personagem passou uma temporada quase toda sentado e fazendo vários nada para repetir outra burrice? Vale lembrar que esse detetive tem mais ponto vermelho que verde, já foi suspenso brevemente por ter deixado testemunha com material afiado, e agora quer se provar para um cara que conheceu ontem?

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Às vezes, a pressa de inserir algumas histórias gera o pecado justamente nisso aqui: respaldo de background. Essa storyline não faz sentido, porque vem de um ponto que nunca foi incitado na trama. Essa de Atwater chateado sobre seu posto na UI não combina em nada com a trajetória do personagem. Até porque os escritores simplesmente o abandonaram e dar ao detetive essa insatisfação é incoerente.

Em contrapartida, quem parece que renderá coisa boa é Sean e até temo por ele. O personagem tem brilhado muito em comparação ao Atwater, ao ponto de ter a sua história com Andrew prolongada. Por que sinto que será uma cilada tremenda? Roman está fragilizado, Callie também, e para um ex-marido lunático isso é sinônimo de caos. Um prato cheio de péssimas notícias.

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O episódio também deu espaço para o amor. Enquanto Mouch está bem decidido em pedir Platt em casamento, Burzek se mantêm entre paredes que se deterioram pouco a pouco. Burgess sendo influenciada e agindo com base na opinião de terceiros de novo me irritou. É como se ela não tivesse pulso firme ou pré-julgamento para ser mais incisiva com relação a quem chama de noivo. Ok, a policial é insegura nesse âmbito, mas o que estão fazendo não orna. A personagem é anulada toda vez que está com Adam. Espero um wake up call, porque do jeito que tá, só tem a ficar pior.

E encerramos o episódio com a sensação de vazio, porque nada foi deixado nas entrelinhas. Tudo não passou de mais um dia rotineiro e espero que tramas quentes venham aí. Motivo: o hiatus se aproxima.