Chicago P.D. – 3×09 – Never Forget I Love You

Chicago-PD
Imagem: Arquivo Pessoal

 

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Que alegria que me dá assistir a um episódio que foca em Voight e Lindsay. Sempre rende um novo trecho do passado desses dois e isso conforta meu coração. Tudo bem que, dessa vez, as coisas não transcorreram com muito amor no peito. Pareceu que havia algumas coisinhas entaladas na garganta do Sargento com relação a sua “filha”, e foi um tanto quanto chocante ouvir o que foi dito ao longo de uma investigação que nem valia a energia. Simplesmente porque Hank sabia como terminaria.

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O episódio desta semana foi esquisito em vários sentidos. Um esquisito de bom por ter saído da fórmula investigação detalhe por detalhe, corrida e vitória. No meio dessa estranhice, quem surpreendeu foi o Sargento, por estar em um modo passivo. Voight girou na trama como um fantoche, sendo norteado por pessoas que conhecia de longa data, pondo em cheque mais uma vez o seu caráter.

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Ele não queria saber do dinheiro que entrava no Outfit, só quem matou Victoria, algo que, no transcorrer da investigação, não tinha sentido. Como trabalhar pelas beiradas, sendo que essa equipe nunca hesitou em dar um belo de um mergulho? Voight só foi pela borda e, por causa disso, acho que foi a primeira vez que vi o time mais escorado que em ação. Fiquei até surpresa por ver Halstead se limitando a sua existência, deixando a discussão nas costas de Erin. Passada!

A trama foi dual, revelando que Voight foi otário e depois deixou de ser otário. Quem diria, hum? Uma confusão mais interna provocada pela memória do pai, outro membro do clube e um sinal de que aquele lugar não deveria ser mexido. A medida do Sargento foi com base no que viveu no passado – e que foi pontuado por Erin: há certas coisas que a polícia não se mete.

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Hank sabia o fim daquele advogado assim que compreendeu aquele esquema. O caso seria concluído de qualquer maneira, só não do jeito que estamos acostumados. Isso foi até chocante por sair da zona de conforto. Não passou de um belo jogo dado a um personagem que sempre foi imprevisível. Uma característica presente nos desdobramentos desta semana, carregados de reviravoltas.

O estrépito do episódio ficou nas mãos de Burgess e de Roman também, que merecem os créditos pela pegada eletrizante que inquietou toda vez que ganhavam a cena. A dupla tem crescido demais, está de encher os olhos, e espero que as reticências deixadas no plot do Sean durem um pouquinho mais. Tudo bem que penso que será um bate-papo de minutos, equivalente a uma suspensão eterna, mas sei que não lidarei bem com isso. Ambos têm uma química maravilhosa, e será uma pena se pensarem em separá-los.

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Agora, chegamos ao momento de hiatus, pois Chicago P.D. só retorna no dia 6 de janeiro.