Crítica: 5×11 de Riverdale mantém qualidade mediana em seu enredo

Crítica Riverdale 5x11

Desde que resolveu introduzir um salto temporal na trama, Riverdale conta com opiniões bem polêmicas sobre seus plots. Após cinco meses de espera, finalmente temos o retorno da quinta temporada. Para quem não se lembra bem de onde paramos, aqui vai um pequeno recap.

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Archie finalizou a primeira parte com a missão de expor as corrupções que vem acontecendo no exército. Veronica está um pouco encrencada financeiramente com seu ex e foi para Nova York em busca de soluções. Jughead segue com o plot mais desnecessário que adiciona aliens e drogas à série. Assim como Betty, que enfrenta sua dupla de irmãos assassinos em frente aos sobrinhos em um complicado dilema familiar. A mansão Blossom pega fogo e esperamos que esse retorno de temporada também pegue.

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O que ainda fazemos por aqui em Riverdale?

Por vezes me coloco pensando nessa pergunta e arrisco dizer que não tenho uma resposta pronta. Ainda que a série procure trazer uma premissa adulta para a produção, muitos momentos levam desânimo para o público.

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A cena do número musical em meio a uma cena de luta deplorável foi o ápice dessa semana. Realmente não sei até quando é possível desvincular a característica dos quadrinhos infantis desta produção. Enquanto isso não é definido, seguimos por aqui na esperança de dias melhores.

Imagem: CW/Divulgação

Deixem Jason Blossom em paz!!

Acho que já está mais do que na hora de aceitarem a morte do rapaz. Um acontecimento da primeira temporada nunca foi tão relembrado em uma produção. Não sei como os produtores não aproveitam o potencial gigantesco de Cheryl para um protagonismo de verdade. Até hoje não vimos mais do que momentos secundários icônicos da personagem.

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Esta mais do que na hora de colocá-la em evidência, trazendo ainda mais personalidade a sua história. Todavia, me parece que teremos apenas mais alucinações envolvendo sua patológica família por este ano.

Será que vem aí um protagonismo em Riverdale?

Eventualmente, Riverdale acerta em alguns pontos e devemos enaltecer isso. Acredito que a adição de Erinn Westbrook (Tabita Tate) ao elenco foi uma boa decisão. Já vimos um pouco do potencial da garota em outras produções, entretanto, dessa vez ela tem muito em jogo. Sua personagem pode ganhar um bom protagonismo desde que sábias decisões sejam tomadas. Sim, estou falando de não juntar Jughead e Betty por simples convenção social. Está mais do que nítido que os personagens merecem “carreiras solo” desse relacionamento desgastado do passado.

Imagem: CW/Divulgação

É exatamente nessa carona que a personagem de Erinn tem crescido. Por exemplo, acredito em bons frutos vindo de sua parceria com Betty. São duas personagens de características distintas mas que entregam fortes personalidades. Agarro minhas esperanças na possibilidade de desvincularem Jughead desta amizade. Todavia, se isso não for possível, que ela seja responsável pela reestruturação do rapaz. Eu sinceramente não consigo mais ver um dos meus personagens preferidos sendo tão mal conduzido em uma produção.

Seguimos na esperança…

Por fim, nos resta ver o que a próxima semana nos aguarda. Pela promo exibida ao final deste episódio de Riverdale, teremos protagonismo de Hiram Lodge. Afinal, é o que a série precisa neste momento? Não sei. Mas é o que será entregue… Deixo vocês com as cenas soltas do vídeo e, portanto, nos vemos na próxima semana. Um grande abraço e até lá!!

Nota: 3/5

Mineiro, Escorpiano, 20 Anos, Estudante de Medicina. Direto do Arkham Asylum para o Mix. Eterno fã de Chuck, E.R. e Friends (RIP). Por entre as madrugadas vive a dualidade dos estudos e das séries. No Mix, escreve as reviews de Quantico, The Good Doctor e Legends of Tomorrow.