Crítica: 7×03 e 7×04 de Chicago Fire não empolgam mas trazem novos ares

Imagem: NBC/Divulgação

Chicago Fire deixou a bola cair novamente e não se compara com o começo de temporada

No episódio 7×03 de Chicago Fire,Thirty Percent Sleight of Hand“, assistimos mais um pouco da ladainha dentro do batalhão, o que ninguém aguenta mais. Toda essa a história do Boden contra o Gorsch está chata. Infelizmente, é um personagem que não coloca medo em ninguém, muito menos respeito.

Chicago Fire procura desesperadamente um novo rumo, mas infelizmente, vem falhando ao logo das temporadas recentes

Gostaria de destacar que Severide me parece um cara muito mais maduro agora. O modo como ele vem agindo na relação com a Stella, como agiu no caso do “suicido” do pai com o filho no carro… Fiquei feliz de ver o personagem parando de demonizar as pessoas sem saber, e indo atrás da verdade.

Ninguém esperava o veado na rodovia, isso é fato. Mas enquanto isso, o episódio nos apresentou uma coisa boa: um resquício de um relacionamento para o Cruz, sem ser com a Brett, oh glória.

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Imagem: SpoilerTV/NBC/Divulgação

E por fim, Boden tomou aquela decisão que a gente já esperava há anos. Herrmann foi promovido a tenente do carro pipa, o que é muito merecido.

O personagem espera por isso já faz uma vida, o comandante fez o mais certo, mas afrontou o Gorsch e pode ser que sofra retaliações.

Para a alegria na nação, o embuste deu um tempo no quarto episódio. Em This Isn’t Charity, o foco se voltou para Emily

Não sei se é pessoal, mas não gosto dela, não consigo. Acredito que não seja por falta da Gabby, porque a série continua se desenvolvendo sem ela e a Foster é bem parecida. Mas não acho a personagem cativante. Muito pelo contrário, fico sempre com um pé atrás com ela.

O caso das granadas foi muito interessante, ainda mais então com o Herrmann iniciando seu turno como tenente. A briga com o bombeiro mais antigo podia ter sido superada, mas ele resolveu de forma permanente: tirou o cara do batalhão. Só esperamos que o Ritter seja melhor lá com um mentor como o Christopher.

Imagem: NBC/Reprodução

E tudo isso, nos levou ao que sempre tememos: um triângulo amoroso. Juro que estou desacreditada que vão fazer isso com a Stella e o Kelly. Gente, não dá. Para começo de conversa ninguém queria os dois juntos, forçaram tanto que engolimos, para isso?

Não sei o que foi pior, Stella toda grudada no cara, Severide cortando o encontro com os amigos dela por ciúmes, o tal amigo ameaçando o Kelly ou ela vendo a foto arrependida… Claro, merecemos mais que isso.

Nota: Casey jogando a bomba no lago como se fosse Jason Statham.

Nota2: Impressão minha ou ver o Ritter é igualmente ao Mills?

Nota3: Sylvie não deve aguentar mais ficar limpando as cagadas das parceiras.

Nota4: Se vocês olharem bem, os plots pessoais só vão sendo reciclados, nada novo e muita gente perdida.

E vocês, o que estão achando? A série ainda cumpre o que promete ou já entrou na lista daquelas que já deviam ter acabado?

Confiram a promo do episódio dessa semana e nos vemos na próxima review, até lá!

 

 

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Gabriela Scampini

Paulista, estudante de Direito e geminiana. Apaixonada por livros e séries, mesmo sem ter tempo pra nenhum dos dois. No Mix, escreve a coluna #MixAudiência, além das reviews de American Crime Story, Black Mirror, Chicago Fire e The 100.

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